Homem Paquerador
Quão tolo é o homem ao achar-se no domínio de tudo, a vida é um enigma, os passos traçados são vaos, o amanhã guarda revelações.
Somos insignificantes: o nosso tudo, nada é.
שבוע טוב
SHAVUA TOV – BOA SEMANA
A paz que habita
a casa do homem
que observa o bem
produz misericórdia
e vida...
O homem que não consegue se conectar com a
Divindade Suprema através da contemplação da natureza, não o encontrará em lugar algum.
Por mais que o homem avance, restará sempre a impressão de que não chegou a lugar algum, pois é da natureza humana a necessidade de elogios e o esquecimento da gratidão, o que, fatalmente e imperceptivelmente, traz a frustração da vitória que passou.
Casa nossa. Casa viva
Viva de sonhos, viva de esperança
Ali cresce o homem e seu destino
Largado no mundo, nunca esquece seu início
Onde tudo começou, onde tudo faz sentido
Dê quantas voltas quiser, ou puder
No fim, a última lembrança será de onde reconheceu, pela primeira vez, o mundo
O mundo, com suas imensidões
Mas que cabe dentro do coração
Lá, na nossa casa, na nossa vida.
Palavras vêm e vão ao sabor das situações e sob o domínio de ocasiões. Um homem solidifica e consolida sua história através de ações. São nossos atos que registram de forma indelével a trajetória que seguimos nessa vida.
Durante a nossa vida, decepções, perdas, derrotas, são fatos inevitáveis, um homem comum se rende a esses obstáculos, aceita, se acomoda e desiste de lutar, mas o verdadeiro guerreiro não se abala e termina a sua jornada como um campeão.
"Gustavo da Guia"
Havia um velho homem, um lenhador de um vilarejo. Toda noite, ele carregava madeira nas costas e as entregava para o seu povo. Mas as toras eram pesadas, e ele foi enfraquecendo com o tempo. Até que um dia ele derrubou as toras porque não aguentava mais o peso. O homem chamou a morte para vir até ele. E quando a morte ela perguntou ao homem por que a havia chamado. Ver a morte diante de seus olhos fez com o que o homem reconsiderasse seu pedido. Depois de um momento, ele pediu ajuda à morte para colocar as toras em suas costas, para que pudesse seguir seu caminho. Ele desejava continuar vivendo.
A minha exaltação é o abatimento da minha soberba. Glória se achará no homem que nega o próprio orgulho; Por uma vida fundamentada nas virtudes e sabedoria de Deus.
Persuada ao homem a educação que lhe convém aos seus olhos. Que, aceitando ele; Se fará um indivíduo na Sociedade com todos os seus direitos; Dentro do que acredita por certo. Essa é a democracia no indivíduo.
O homem, muitas vezes, revela-se relutante em aceitar o que escapa à sua compreensão. A disposição para negar o desconhecido é uma constante na natureza humana. Diante do incompreensível, surgem as barreiras da incredulidade. A mente, por vezes, resiste à complexidade que foge ao alcance do entendimento imediato. A negação torna-se um escudo contra a perplexidade, uma resposta ao desafio do desconhecido. No entanto, é na busca pelo entendimento que se encontra a chave para transcender as fronteiras do conhecido. Aceitar o mistério é dar espaço à evolução do pensamento e à expansão da compreensão.
De homem a lobo
Nas noites de lua cheia, eu me transformo
De homem a lobo, o instinto aflora
A sede de liberdade me consome
E eu me entrego à natureza selvagem afora
A cidade me sufoca, me aprisiona
Mas nas florestas, encontro meu lugar
O vento uiva unindo nossa canção
E no coração da selva, sou livre para me expressar
De homem a lobo, eu sigo a lua
Abraçando o lado selvagem da vida
Correndo livre pelas matas escuras
Libertando a fera adormecida
Os olhos amarelos brilham na escuridão
Me guiam pelos caminhos desconhecidos
O instinto de caça domina a razão
E eu me sinto vivo, em harmonia com os sentidos
Nas noites de luar, eu caço sem piedade
Mas não sou um monstro, apenas um predador
A força da natureza corre em minhas veias
E eu abraço o lado selvagem, sem temor
A civilização tenta me domesticar
Mas meu espírito selvagem não pode ser controlado
Eu sou o lobo solitário a uivar
Em busca da liberdade e do meu verdadeiro legado
De homem a lobo, eu sigo a lua
Abraçando o lado selvagem da vida
Correndo livre pelas matas escuras
Libertando a fera adormecida
Então deixe-me correr livremente sob a luz da lua
Sem correntes, sem limites, apenas com a natureza para me guiar
Pois é na pele do lobo que eu encontro a verdade crua
E abraço o meu lado selvagem, sem medo de me libertar
De homem a lobo, eu sigo a lua
Abraçando o lado selvagem da vida
Correndo livre pelas matas escuras
Libertando a fera adormecida
Eu abraço o lado selvagem da vida/ De homem a lobo, eu sigo a lua
