Homem Elegante

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A liderança espiritual da família é do homem, porque ele recebeu esta autoridade de cima
para exercer suas responsabilidades sociais, cumprindo ordens para o bem-estar físico, emocional e espiritual de todos.

Somente uma mulher de alma genuína seria capaz de compreender um homem de intelecto elevado. Contudo, as mulheres virtuosas são tão raras quanto os homens de espírito brilhante, e o Propator Incognoscível poucas vezes consente o encontro entre eles". R. S. de Farias

Nenhum homem detém poder se não souber utilizá-lo.

A natureza constrói e o homem destrói.

A natureza constrói em silêncio. O homem, muitas vezes, destrói sem pensar.

"Ser macho é um pedaço; ser homem,
é um "talo" inteiro...
(Victor Antunes)

Orar talvez seja a última forma de honestidade que resta ao homem. Não porque o céu necessariamente responda, mas porque, diante do silêncio absoluto, desaparece a necessidade de fingir força. A oração não convence Deus; ela desarma o orgulho de quem finalmente reconhece a própria impotência.


- Tiago Scheimann

Quando um homem não gosta de ti, acha que te podes safar a qualquer momento.
Acha que és uma mutante.

⁠O Filho do Homem jamais teria vindo ao mundo para agradar alguém senão o Criador.


A Perfeição d'Ele não agradou a todos, mas Ele não deixou de ser Perfeito.


Há, nessa constatação, um incômodo silencioso que atravessa os séculos: a Verdade não negocia a sua essência para caber nas expectativas humanas.


E talvez seja justamente isso que mais nos desconcerta.


Estamos tão habituados a medir valor pela aprovação alheia que nos esquecemos de que o que é absoluto não se curva ao aplauso — nem se diminui diante da rejeição.


A perfeição, quando encarnada, expõe imperfeições.


E isso fere.


Não porque a luz seja agressiva, mas porque revela aquilo que preferíamos manter na penumbra.


Por isso, não é surpreendente que o que era íntegro tenha sido contestado, que o que era puro tenha sido acusado, que o que era verdadeiro tenha sido negado.


A rejeição, nesse caso, não foi falha da perfeição — foi reflexo da incapacidade humana de suportá-la sem resistência.


Há também uma lição desconfortável nisso: agradar a todos pode ser, muitas vezes, um indício de concessão excessiva.


Quem se compromete integralmente com a verdade inevitavelmente desagrada aqueles que se alimentam de ilusões.


E isso não é arrogância — é coerência.


Vivemos, ainda hoje, sob a tentação constante de adaptar princípios para evitar conflitos, de suavizar convicções para garantir aceitação.


Mas a história daquele que não negociou a sua essência nos confronta com uma pergunta inevitável: até que ponto estamos dispostos a abrir mão do que é verdadeiro apenas para sermos bem vistos?


Talvez a grande contradição humana seja desejar sentido, mas rejeitar aquilo que o sustenta quando ele exige transformação.


Queremos a paz, mas resistimos à verdade que a antecede.


Queremos a luz, mas evitamos tudo que ela ilumina.


A perfeição não deixou de ser perfeita porque foi rejeitada.


E, do mesmo modo, a verdade não deixa de ser verdade porque é desconfortável.


No fim, permanece um chamado silencioso: viver não para agradar aos olhos instáveis dos homens, mas para corresponder àquilo que é Eterno — ainda que isso custe incompreensão, ainda que isso exija coragem, ainda que isso nos afaste do aplauso fácil.


Porque, no fundo, agradar a todos pode até trazer aceitação…


mas somente a Verdade sustenta a essência.

O Filho do Homem jamais nos permitiria experimentar a tempestade se Ele não tivesse autoridade sobre ela.


Há, nisso, um desconforto inevitável: o de admitir que certas dores não são acidentes, mas permissões.


E, mais ainda, que essas permissões carregam um Propósito que raramente se revela no momento em que mais desejamos entendê-lo.


Se Ele tem autoridade sobre a tempestade, então o vento que nos desestabiliza não sopra à revelia.


Não há descontrole no caos que nos atravessa — há, sim, um controle que não nos pertence.


E é justamente isso que nos inquieta: não é a tempestade em si, mas o fato de não sermos senhores dela.


Costumamos associar investimento divino a proteção visível, caminhos suavizados, respostas rápidas.


Mas talvez o investimento mais profundo não esteja naquilo que Deus nos poupa, e sim naquilo que Ele nos confia para suportar.


Há uma diferença silenciosa entre livramento e preparo — e, muitas vezes, confundimos o segundo com abandono.


Porque quem é pouco exigido pode até viver mais confortável, mas dificilmente se torna mais forte.


Já aquele em quem se investe pesado, inevitavelmente, será confrontado com ventos que testam não apenas sua resistência, mas sua fé na condução do próprio Deus que permitiu a tempestade.


E então surge a pergunta que poucos têm coragem de encarar: se Ele pode acalmar o mar, por que nem sempre o faz de imediato?


Talvez porque o maior milagre não seja o mar que se aquieta, mas o coração que aprende a não afundar enquanto ele ainda ruge.


No fim, a tempestade não é apenas sobre destruição ou medo — é sobre revelação.


Revela o quanto confiamos quando não controlamos, o quanto permanecemos quando tudo convida a desistir, e o quanto realmente acreditamos que Aquele que permite o vento continua sendo o mesmo que sustenta o barco.


Se Deus investe pesado, é porque enxerga além do que suportamos ver em nós mesmos.


E isso, embora muitas vezes doa, também dignifica.


Pois não há tempestade autorizada pelo Filho do Homem que não carregue, em si, a semente de um Propósito Maior do que o próprio medo que ela provoca.


Ele não alisará a cabeça dos nascidos para o céu.⁠

Sempre que mulheres feminilizam pejorativamente um homem, mais monstruoso o machismo se torna, e elas nem percebem.


Há, nessa contradição silenciosa, uma das faces mais complexas e difíceis de enfrentar dentro das estruturas sociais: o machismo não é apenas um comportamento externo, imposto de maneira evidente por figuras tradicionalmente associadas ao poder, mas também um padrão internalizado, reproduzido muitas vezes — consciente ou inconscientemente — por aqueles que, em teoria, deveriam combatê-lo.


Quando características associadas ao feminino são utilizadas como insulto — seja para diminuir, ridicularizar ou desqualificar um homem — o que está sendo reafirmado, no fundo, é a velha hierarquia que coloca o feminino como inferior.


Não se trata apenas de um ataque ao homem em questão, mas de uma reafirmação simbólica de que tudo aquilo que se aproxima do feminino é digno de desprezo.


E, nesse gesto aparentemente banal, perpetua-se a lógica que o próprio feminismo busca desconstruir.


O mais inquietante é que esse tipo de comportamento muito raramente é percebido como problemático.


Ele se esconde no cotidiano, nas piadas, nas expressões corriqueiras, nos comentários feitos sem reflexão.


E justamente por isso se torna tão poderoso: porque não encontra resistência.


Ao contrário, encontra eco, risos, validação — e assim se fortalece.


Combater o machismo, portanto, exige mais do que identificar seus agentes mais evidentes.


Exige um exercício constante de autocrítica, de revisão de linguagem, de questionamento de hábitos profundamente enraizados.


Exige reconhecer que ninguém está completamente fora dessa estrutura, e que todos, em maior ou menor grau, podem reproduzi-la.


Não se trata de apontar culpados, mas de ampliar a consciência.


De entender que a transformação social passa, inevitavelmente, pela transformação individual.


E que desconstruir o machismo estrutural não é apenas enfrentar o outro — é também confrontar a si mesmo, nas pequenas atitudes, nas palavras escolhidas, nas ideias que repetimos sem perceber.


Porque, no fim, o machismo não se sustenta apenas pela força de quem o impõe, mas também pela repetição de quem, mesmo sem intenção, continua a alimentá-lo.


PENSAMENTO DE UM MERCADOR PERSA.


QUANDO O SOL TERMINA A SUA OBRA DO DIA E O HOMEM MEDITA O SEU DIA O AMOR SEMPRE É UM TEMA PARA A POESIA.

FRASE DE UM GURU INDIANO.


A PERCEPÇÃO DO HOMEM INSTRUÍDO
DO HOMEM LETRADO
E DO HOMEM SÁBIO.
SÓ TERÁ RELEVÂNCIA SE ELE AMAR.
E SE ELE FIZER DESSE AMOR UM CAMINHO
NÃO SÓ DELE.

“O homem é um mero reflexo daquilo que lhe sustenta.”

Não quero ser submissa e não quero nenhum homem submisso, se ainda está escrito eu ter alguém, quero alguém com educação afetiva refinada.

Se queres cumprir
o teu papel de homem,
é claro que eu deixo fazer,
desde que me permitas
cumprir o meu de mulher.


Saiba que se for assim,
terás tudo quanto quiser,
desde que saiba que é
com carinho que se molda
o amoroso convívio comigo.


Que amo ser mulher
em cada curva que reluzirá
sob o teu sol e transformará
em volúpia áurea, e nos braços
com serenidade te embalará.


Sou garça-branca-pequena
diante do rio espelhado
que tu me ofertaste,
sob o céu de Santa Catarina,
alguém que o teu eu tocou.


A conexão inevitável
que está a caminho não
provoca nenhum temor,
tens sido o pensamento
favorito e o sorriso
que por razão a ninguém
compartilho: és o meu amor.

Nunca vou usar app de namoro. Se eu me interessar por um homem e descobrir que ele está ativo em algum deles, o interesse acaba na hora. Na minha opinião (nada modesta), quem depende desse tipo de app tem um vício bem similar ao de quem consome pornografia.

Muito fácil culpar as mulheres no Ocidente e no Oriente, a eterna culpa de Eva, um homem afetivamente educado traz a mulher para ele, reorienta e educa a mulher para ele sem o preço dela renunciar a si mesma. Acontece que há dois lados deseducados apenas.

"Nosso casamento fracassou por causa daquele homem e daquela mulher que surgiram em nossas vidas, ou seja: eu e você; você e eu!"
Frase Minha 0110, Criada em 2007

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Homem saindo do banheiro com a camisa meio pra fora, meio pra dentro, pode apostar: o simpático fez o 'número 2'. Pergunte a ele, de chofre!"
Frase Minha 0349, Criada no Ano 2009

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com