Homem e Igual Lata uma Chuta a outra Cata

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⁠Se há necessidade de uma guerra, que seja unicamente de legítima defesa, com o fim de salvar a própria vida, se não houver um outro jeito, civilizado, de se proteger. Fora isso, uma guerra, nesta altura da vida, é estupidez ou capricho pessoal de certos governantes.

Um ciclo nunca se fecha enquanto houver uma história mal resolvida.

⁠Uma coisa que a minha mãe sempre me dizia, e que às vezes tem funcionado bastante pra mim, é: "Desarme-se, não leve a vida à ponta de uma espada".

Ignorar e ignorante têm uma mesma raiz.

Fugir da realidade é uma autofuga.


(Georgeana Alves)

A vastidão fascinante do céu, tomada por uma escuridão profunda durante o lindo ápice da noite, servindo perfeitamente como uma grande tela pra uma pintura noturna, formada por belas estrelas reunidas, brilhando fortemente, uma ao lado da outra, vívidas com um encanto resplandecente

Exposição imponente de uma arte perfeita que muito supera a compreensão humana, expondo corpos celestes emocionantes, admiráveis e inspiradores, que juntos formam uma visão intensa, entusiasmante, bastante acolhedora, uma bênção astronômica, mostrando assim que cada estrela importa

Esse exemplar de quadro celestial é tão impactante que traz a ludicidade à tona, trazendo à mente uma cena especial de uma realidade distante em um outro universo, onde ele está com o seu olhar deslumbrado, contemplando as constelações existentes nos olhos dela, um amor recíproco que faz presente.

No meu Jardim, ela é flor livre,
voa como uma borboleta, tem
a sutileza do beija-flor, seu toque
é brisa. É a Lua que hipnotiza e
silencia o ruído do meu cérebro,
nela todas as estações do ano
se tornam primavera.

⁠Uma das inúmeras provas da Misericórdia de Deus é os asseclas apaixonados não perderem a voz
em meio a tanta Polarização.


Há uma misericórdia muito silenciosa que passa despercebida em meio ao ruído do mundo.


Talvez uma de suas provas mais evidentes seja o fato de que os asseclas apaixonados não perdem a voz, mesmo quando a polarização grita mais alto que a razão.


Em tempos em que a convicção vira trincheira e a opinião empunha arma, manter a voz é mais que um privilégio: é um ato de clemência.


Não porque tudo o que se diz mereça ser dito, mas porque a possibilidade de falar preserva, ao menos, a chance de um dia escutar.


Deus, em Sua paciência infinita, permite que falem — talvez esperando que, no cansaço do próprio eco, descubram o silêncio necessário para a reflexão.


A polarização rouba nuances, simplifica o complexo e transforma pessoas em rótulos.


Ainda assim, ninguém é privado da voz.


Não como punição, não como castigo…


A misericórdia está justamente aí: na permanência da oportunidade.


Enquanto há voz, há possibilidade de revisão, de arrependimento, de amadurecimento.


O silêncio imposto encerraria caminhos; a voz preservada mantém portas entreabertas.


Talvez o verdadeiro milagre não seja que falem tanto, mas que, apesar de tudo, ainda possam falar.


Porque a mesma voz que hoje defende cegamente, amanhã pode pedir perdão.


A mesma garganta que hoje grita slogans, um dia pode sussurrar dúvidas.


E onde há dúvida, ainda há humanidade.


No fim, a misericórdia divina não está em nos calar diante do erro, mas em nos permitir continuar falando até aprendermos, enfim, a dizer algo que realmente valha a pena.

Qualquer ideologia ou crença que pregue a adaptação a uma sociedade doentia como meio de promoção egoísta, sem propósito, sem criatividade e sem responsabilidade humana, tende a ser doente, imoral, e muitas vezes uma fraude.

Quando o propósito guia nossos passos, cada ação se transforma em uma oportunidade poderosa de prosperar e criar um futuro de sucesso.

Cada segundo que deixamos escorrer pelos dedos é uma página que jamais será escrita novamente.
Estamos vivendo ou apenas esperando pelo amanhã?

Vivemos em uma época, muito conturbada com um excesso de informações sobre muita coisa. No entanto, entre verdades, mitos e mentiras disponibilizadas na rede internacional de computadores, a internet global alguma coisa fica mas a grande maioria se desfaz em pouco tempo, pelos próprios absurdos que elas são. Com isto a humanidade, fica cada vez mais órfã de sabedoria diante da super poluição mental e visual de desinformações, que nos afastam para o crescimento, resgate e o avanço tecnológico que o planeta e a humanidade consciente, tanto precisa.

Acreditar que estamos no controle é, muitas vezes, uma pedido silencioso de proteção. A ideia de que basta decidir evita encarar o tempo, o esforço e o risco de falhar. Quando a confiança em si vacila, cria-se a ilusão do controle. A virada não começa na força, mas no reconhecimento. Segue no perdão próprio. E se sustenta na coragem de permanecer. Não é sobre controlar a vida. É sobre sustentar o processo. Em que parte do processo você está tentando controlar?

⁠“O silêncio da fotografia”
Hoje apenas suas fotos!
Em cada uma delas, registrado o silêncio da fotografia!
Tento captar na imagem, os numerosos momentos, os numerosos sentimentos, as numerosas imagens, pessoas, paladares, sabores e sensações ali confinados.
As imagens gritam, as imagens se movimentam, nos mostram em seu silêncio o quanto somente ela pode demonstrar!
A cada imagem, minha mente busca no mais profundo do consciente, meio que inconsciente, minhas memórias sensoriais, olfativas, auditivas e passo a reviver sua companhia!
A importância de uma simples imagem confinada no silêncio fotografia.

Precisamos saber sobreviver em meio ao caos. Esse é o desafio de quem tem a sabedoria como uma forte aliada.

O tempo é uma estrada com horizontes que desaparecem no infinito, mas que também mostra uma linda flor, bem ao alcance das nossas mãos.

Cuidemos para que nossa fé não seja também uma necessidade de controle.

O amor não é uma força que nos liga. É uma força que nos dissolve e nos expande; que nos funde.

A ansiedade é uma dor que não se vê, mas que corrói por dentro. É viver em constante guerra com pensamentos que não param, com o coração que dispara sem motivo, com o corpo cansado de tanto lutar contra inimigos invisíveis. Sofrer com ansiedade é carregar um peso que ninguém enxerga, é sorrir por fora e gritar em silêncio por dentro.
O sofrimento se manifesta em noites mal dormidas, em medos sem razão, em lágrimas que caem sem explicação. É sentir que o chão pode sumir a qualquer momento, que o futuro é uma ameaça e que o presente é sufocante.
Mas, mesmo em meio a tanta dor, a ansiedade também ensina: mostra que somos sensíveis, que sentimos o mundo com intensidade. E, ainda que doa, é possível aprender a respirar em meio ao caos, a encontrar pequenos respiros de paz e a transformar a luta em força.

A ansiedade me deixa em pânico.
É uma mistura de medo, sufoco e pensamentos que não param.
Às vezes parece que o corpo quer gritar e a mente só quer sumir por um instante.