Homem Destroi Mundo

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O Haka da Terra na cop 30


O grito que vem da Nova Zelândia ecoa no mundo.
É o haka, voz antiga do povo Māori,
que atravessa oceanos e chega até Belém,
trazendo o mesmo pedido que a floresta faz em silêncio:
respeitem a Terra.


O haka não é apenas uma dança.
É o coração pulsando no corpo do povo.
É o som da alma quando o homem lembra que também é natureza.
Cada batida no peito é um trovão chamando à consciência.
Cada olhar feroz é um espelho, perguntando:
O que você tem feito pela vida que te sustenta?


Na COP30, esse grito se transforma em símbolo.
Símbolo da resistência dos povos que nunca deixaram de ouvir a voz da Terra.
Símbolo da união entre culturas que sabem que o planeta não é propriedade —
é mãe, é lar, é vida em movimento.


O haka é o despertar.
É o rugido da floresta, o choro dos rios,
o sopro dos ventos pedindo respeito.
É o lembrete de que somos filhos do mesmo chão
e que lutar por ele é lutar por nós.


Hoje, o haka ecoa em Belém.
Ecoa nas ruas, nas vozes, nos corações.
E cada batida de pé no solo é uma promessa:
a Terra viverá — porque nós decidimos lutar com ela.

O mundo te dá o primeiro fôlego. Você dá o resto da história. Nasça e crie.

Você que está desempregado e será entrevistado, não pague o exame admissional por nada nesse Mundo, é responsabilidade da Empresa.

Em toda história da humanidade, o mundo sempre acabou para que outro mundo nascesse. E quem vive, já não sabe quando seu mundo acaba, meu amor!

Nesse mundo de hoje não há morte natural; todos morrem de desgraça, e tudo isso é normal.


Queria que as pessoas fossem mais felizes, humanizadas e pudessem compartilhar amor.


Esqueçam tristezas e desilusões
e tenham mais carinho e atenção com quem te estendeu as mãos.

O mundo está mudando, perceba os detalhes mesmo que sendo nas pequenas coisas.

não existe molde para você.
as mãos do mundo não conseguiram esculpir
o que carrega por dentro.
se fosse forma
seria o contorno de um abraço.
se fosse som,
seria o risso que chega sem aviso.
a pele que te cobre é feita de luz.
você não tem forma de gente e sim,
de amor.

A família dividida.




Um desconforto sem conta,

no mundo em ebulição;

com a divisão das pessoas,

por razão de opinião;

jovens sem respeito aos pais,

numa prática contumaz,

só gera desunião.




Opinião divergente,

é bastante salutar;

mas, se parte com insultos,

enterramos o verbo amar;

por não sabermos ouvir,

muito menos discutir,

no ambiente do lar.




A sabedoria nos mostra,

o caminho a seguir;

evitando a todo custo,

o que pode dividir;

por sermos todos irmãos,

e na condição de cristãos,

precisamos nos unir.







A vida já não é fácil,

nos dias que atravessamos;

guerras, fome e miséria,

com o que já acostumamos;

a família separada,

não pode esperar por nada,

a não ser os desenganos.




Para quem tem referência,

sobre a vida em harmonia;

é bem mais fácil que outros,

que não ver no dia a dia;

ambiente de união,

muita paz no coração,

pensamento em sintonia.




Peçamos por todos esses

presos, na escuridão;

suplicando ao Pai Eterno,

que lhes dê sua bênção;

de amor paz e bondade,

vida em fraternidade,

e um Sagrado Coração.




Natal, 18/09/2025

valano

No mundo atual sem tecnologia não vivemos.


@MicroTec

Se o mundo dá tanta volta porque você não dá uma volta comigo.

Nem todo mundo precisa ser um 'Nietzsche' para saber que a solidão pode ser uma escolha.
Se vier encher o saco prefiro ficar sozinho . . .

Eu vejo um mundo em agonia, onde muitos correm para uma direção onde não tem salvação, se dirigindo inconscientementeao um próximo abismo.

Não existem muitas pessoas 100% honestas no mundo, e as poucas que existem, são muitas vezes infelizes, ⁠pois passam a vida inteira brigando com a sua consciência. Elas entendem perfeitamente que o mundo é constituído de um lugar extremamente desonesto.

O mundo seria muito melhor com mais empatia, porém essa atitude não passa de uma utopia, muito rara hoje em dia, porque as estruturas sociais priorizam cada vez mais o individualismo, no máximo dão prioridades aos laços familiares e comunitários, que muitas vezes são rompidos pela ganância. Se até entre os próprios familiares essa capacidade de se colocar no lugar do próximo está desaparecendo, imagine entre pessoas de outras nações.

Quem perde e culpa o mundo, perde duas vezes: a batalha e a chance de evoluir.

Nem toda conquista brilha; algumas silenciam o mundo ao redor.

Era noite e o mundo pesava
nas costas de quem tenta ouvir
corações doentes.
Desfiando palavras gentis,
busquei nos recados secos
algum sinal de quem amou.

Mas, em vez da voz que acolhia,
vieram silêncios e madrugadas mudas,
palavras de quem já não lembra
o amor que curava o meu cansaço.

Penso se o tempo soubesse parar,
se eu tivesse escolhido o silêncio
no momento da dor,
teria guardado pra sempre
aquele “Oi amor” que, só de chegar,
fazia tudo leve,
em um mundo onde peso era somente saudade.

Meu erro foi querer entender,
quando a resposta já era ausência.

Agora, tudo o que restou
foi a vontade
de ter ido mais cedo
para morar no abrigo breve
de uma última memória feliz.

A VOZ — PURIFICAÇÃO




Você pode ter todos os sonhos do mundo.
Pode ter fé, talento, visão, propósito…
Mas nada acontece —
até que você aja.


A diferença entre quem vence e quem desiste
não é sorte.
É movimento.
É o passo dado quando ninguém mais acredita.
É o “eu vou tentar mais uma vez”
dito com os olhos cheios de lágrimas.


Deus abençoa o movimento.
A fé parada enferruja,
mas a fé em ação abre mares.


Não espere estar pronto.
Não espere o medo sumir.
Não espere a dor passar.
Porque quem espera demais, vê a vida passar também.


Levanta.
Faz o que precisa ser feito.
Mesmo cansado. Mesmo sozinho. Mesmo sem aplausos.


A ação cura a dúvida.
O movimento cala o medo.
E o primeiro passo…
sempre vale mais do que mil intenções.
Então vai.
Faz o teu hoje valer.
Porque o tempo não volta,
mas o que você constrói com coragem…
fica pra sempre.




✍️ Purificação

Ser adolescente, dói.
E dói porque ainda não se aprendeu a viver num mundo que exige respostas rápidas para perguntas que o coração ainda nem formulou.


A escola… ah, a escola!
Lugar onde tudo acontece: o primeiro amor, a primeira vergonha, o primeiro medo, o primeiro sonho.
Mas também o primeiro cansaço.
A escola deveria ser um jardim, onde flores crescem em tempos diferentes.
Mas muitas vezes se parece mais com um campo de provas — onde se mede a vida com régua, sem perceber que o que realmente importa não cabe em nota nenhuma.


Os professores ensinam matemática, gramática, fórmulas e regras.
Mas quase nunca ensinam o que fazer com a tristeza.
Não porque não queiram — é porque também esqueceram.
A escola os ensinou a ensinar, mas não os ensinou a escutar.


E os alunos?
Os alunos são como passarinhos em gaiolas douradas: têm asas, mas o medo de errar é maior do que a vontade de voar.
São cobrados a todo instante — para tirar notas boas, para ter um futuro brilhante, para ser alguém na vida.
Mas ninguém pergunta se eles estão bem agora.


Há uma pressa cruel dentro das escolas.
Uma urgência de produzir resultados, como se a alma tivesse prazo de validade.
E nesse corre-corre, perde-se o essencial: o encanto, o espanto, a curiosidade — aquilo que faz o aprender ser alegria, e não sofrimento.


A escola deveria ensinar o prazer de descobrir.
Mas o que muitos adolescentes sentem é medo.
Medo de decepcionar.
Medo de não ser suficiente.
Medo de existir fora do padrão.


É por isso que tantos se calam.
Falam pouco, riem menos, choram escondidos.
A ansiedade e a depressão passeiam pelos corredores, silenciosas como sombras que ninguém quer ver.
E os adultos, tão preocupados em ensinar o conteúdo, esquecem que antes de alunos, ali existem pessoas — pequenas almas em construção.


Falta empatia.
Falta o olhar que escuta e o ouvido que acolhe.
Falta a coragem de parar a lição por um minuto e perguntar: “O que está doendo em você?”


Rubem Alves dizia que ensinar é um ato de amor, e que o amor só floresce onde há escuta.
Talvez devêssemos reaprender a ensinar — não com o giz, mas com o coração.
Porque no fundo, o que cura a dor de ser adolescente não é o sucesso, nem o diploma, mas o simples gesto de alguém que vê o invisível e diz:


“Você pode ser o que quiser. Inclusive, você mesmo.”

A arte mais linda que já li mora na inocência das crianças.
Eu, como poetisa, não vejo o mundo como todos veem. Eu leio o mundo poeticamente.


Ser poeta é um ato de desordem. É um ato de coragem. Ser poeta não é apenas escrever e esperar que o leitor se encante com suas palavras. Ser poeta é ler a vida, é escutar a alma das coisas, é perceber o que os olhos distraídos não enxergam.


As crianças vivem isso sem esforço. Elas não escondem sentimentos. Elas choram, riem, pintam, cantam. Elas são intensas. Elas são presentes que a vida nos dá todos os dias. Os adultos, nós, nem sempre conseguimos ver a arte que elas fazem com as mãos, com os olhos, com o silêncio do corpo.


Elas não fingem. Elas se entregam. Elas vivem a arte como se a vida dependesse disso — e, de certa forma, depende.


Eu vejo isso. Eu sinto isso.
E posso dizer, com toda a simplicidade que a verdade permite: a arte mais bonita que já li veio de uma criança.


E, se prestarmos atenção, poderemos aprender com elas. Aprender a sentir a vida de verdade, sem máscaras, sem pressa, sem medo de ser intenso. Aprender que a beleza não está em objetos caros, nem em grandes feitos. A beleza está no que damos de nós, no que sentimos, no que ousamos deixar nascer.


As crianças nos lembram disso. Sempre lembram. E talvez, se aprendermos a escutá-las, possamos nos tornar um pouco mais humanos, um pouco mais poéticos, um pouco mais vivos.