Hoje penso como é a vida
Eu penso em você de primavera a primavera você chegou em minha vida no puro encanto do fascínio juntos somos a perfeição da matéria e isso é algo bom meu amor você é de outro mundo e você me completa de uma forma única em nossa vida e dessa forma continuaremos a viver essa união surreal.
Não penso em conquistar status ou me distinguir e vivo a vida como um filósofo forasteiro sem qualquer ligação com a competição mundana. (...)
Quando tentamos ser nós mesmos, a competição inevitavelmente atrapalha...
Nas tardes frias e ensolaradas do outono. Penso na vida, re-penso na vida, VALORIZO a vida. No canto do bem-tivi e na serenidade da minha cidade. O céu escuro vem caindo, vai a luz radiante e vem a luz brilhante. E são milhares de pontos que encantam cada olhar. Que desencantam quem descontente está. No entanto, esse lugar é único, esse lugar é mágico. E reclamação é esquecida, quando o sol derrete o orvalho. Vibe total como disse meu mano. E a cada nascer do sol a vida vai se renovando. Com meus amigos e o meu skate, nunca estarei sozinho. Com minha família e minha companhia, seguirei o meu caminho. E cada pôr do sol, eu vejo o valor da vida. Feita por Deus, presencio mais uma obra prima. Esse é meu lugar, por aqui que vou ficar. Entre ações, re-ações, imaginações e sensações. Nas tardes de outono, continuarei a viajar.
Se penso no amor, poesia; Se penso na vida, filosofia; Se penso no ser humano, psicologia; Se penso em Deus, Teologia; Se penso no oculto, Teosofia; Se penso no universo, Astronomia; Se penso em ti, sou leigo! quem diria.
Não tenho medo de falar o que quero, o que sinto e o que penso...
Não sou de complicar a vida, e sim de facilitar...Não vale a pena perder tempo na vida, muitas vezes ficamos até anos esperando a resposta de uma pergunta que nunca fizemos, então pergunte, viva, fale, se decepcione, siga em frente, acerte, erre, ame sozinho(a) se for o caso, seja feliz, fique triste, chore, sorria e tenha certeza, todos passarão por cada situação dessa...É inevitável, então encare a vida de frente e não viva como covarde!
Eu penso na vida e a vida pensa em mim, como um fogo que acende e mantém a chama. A vida o que é, senão dias que se repetem? Acontecimentos triviais, alegrias e tristezas. E sem saber o porquê estou eu aqui caminhando nesse solo, que é o solo de todos. O que sou? Uma causalidade biológica? O encontro fugidio de dois corpos? E eu me prosto a Deus, sabendo que minha fé é tão pequena, que precisa de livros que a traduzam. Eu admito ser menor do que mim mesma. Um corpo robusto e uma mente famigerada de perguntas. Livros e mais livros. E se leio é mais por vaidade do que interesse genuíno. Quem ousaria expor assim sua própria fraqueza? Educada sim, eu sou. Mas é uma educação polida, construída socialmente. Eu te trato bem, porque é bonito para mim. E então a vaidade novamente fala por mim. Não nego que tenho afeto genuíno, por pessoas que cabem nos dedos de uma mão. Os demais são uma massa amorfa que aumentam as filas no supermercado. Não sou rica, mas também não sou pobre. Mas sou pobre o suficiente para me achar rica. Eu me isolo, para as pessoas se culparem por ter me abandonado. Sim, atrás da minha voz doce há crueldade inimaginável. E o grande paradoxo: eu sou mesquinha, vaidosa e egoísta. Mas escolho a gentileza como filosofia de vida. Eu posso ser má, mas eu escolhi a bondade para viver nesse mundo. Sou porto seguro e um ombro amigo e sincero para todos os momentos. Eis a minha humanidade."
No silêncio da noite eu penso em ti,
Nos passos que dei, nos que ainda darei.
A vida é um rio que nunca para,
Leva dores, memórias e tudo o que amei.
Há dias de sol, há dias de chuva,
Mas o coração insiste em continuar.
Mesmo ferido, aprende a ser forte,
E nos pedaços encontra um jeito de amar.
Se o mundo pesa e cansa a alma,
Respiro fundo e sigo em frente.
Pois quem sonha, mesmo caindo,
Levanta sempre… diferente. ✨
Se existe reencarnação de verdade, penso eu ter sido um Psiquiatra em vida passada, porque tenho uma forte tendência de arrumar mulher maluca.
Eu escrevo o que penso, transcendo o silêncio,
Capturo a essência da vida em cada verso.
Quando expiro, as palavras dançam no ar,
E ao ver o céu azul, meu ser começa a cantar.
Para mim, tudo é motivo: uma brisa, um olhar,
Cada instante é poesia, um convite a sonhar.
Escrever é viver, é eternizar o momento,
É transformar emoções em puro sentimento.
Eu penso que a vida é uma escalada. Uma escada onde o objetivo é tentar atingir o topo. Alcançar o ápice.
E cada ano de vida é um novo degrau atingido.
Nunca é uma derrocada. É sempre uma subida. Uma promessa de novas conquistas. Novos aprendizados.
Conforme escalamos, avistamos novos horizontes. E almejamos novos objetivos.
Quase todos os dias penso no trapezista, caminhando por sua vida, que nada mais é do que um fio fino e delicado. Um movimento em falso, uma promessa na qual possa acreditar, até mesmo um olhar pode lançá-lo ao abismo, onde a existência colide com a realidade.
Entre Ensaios e Sonhos
Às vezes, penso que a vida é um ensaio; quando acordo, porém, parece um sonho.
Mas sigo em frente. A chuva, por vezes, vem apenas para me afrontar — e depois vai embora.
Ainda bem que me respeitam. Afinal, carrego a chave da integridade: notem a força do meu ímpeto.
No entanto, fico incrédula… é difícil acreditar como a seta do amor pode transformar o mundo íntimo de um ser. Tudo fica gravado em nossas mentes:
Memórias. Lembranças. Destino.
você é a primeira pessoa que penso ao acordar e a última quando vou dormir,
com você minha vida está mais feliz...
você veio pra mim completar, meu sonho é te abraçar, no meu coração vou te guarda, na minha vida sempre estará ao seu lado quero caminhar...Ter várias histórias pra contar o que sinto por você não consigo expressar...
Mais de uma coisa tenho certeza, meu coração por você apaixonado está.
Um amigo meu me perguntou:
“Quanto tempo vale a nossa vida?”
E eu só penso nisso como se fosse uma aula de matemática básica. Simples e básico: a soma de números pra chegar a algum resultado. Nada mais e nada menos, somente matemática básica.
Vamos ser sinceros: quanto você pensa que a sua vida vai ser boa porque adquiriu itens? Então você acha que vale a pena trocar seu tempo de vida — que é o que você tem de mais precioso — por um punhado de dinheiro, pra assim comprar algo e usufruir disso?
Negativo. Sua vida seria nada mais que uma troca do seu tempo por algo que vai acabar ou, muitas vezes, nem vai durar pra sempre.
“Ah, mas aí compramos outro.”
E a sua vida? Como vai comprar outra?
Mas eu falei isso tudo pra chegar numa conclusão simples: se você acha que pode comprar outra vida e acredita nisso, sinto muito… você já se vendeu, só não sabe ainda.
Sua vida não tem preço, por isso não pode comprar outra. Somente quando entender isso vai saber que ela é única e jamais terá outra.
Então pare de se vender por itens baratos. Crie laços, coisas que não precisam de dinheiro. Construa algo em que nem mesmo seu tempo seja gasto à toa.
Enfim, isso é o que eu creio. Por isso eu sou um pobre lascado hahaha.
Penso na vida como um sopro,
Como uma onda, como um lugar...
Penso que vale a pena, mesmo pequena. Celebrar...
Sei que o tempo é assim, infinito,
Mas, num grito, lá se vai...
Criar altares, dinheiro e poder,
Porém sua glória passageira não verá,
O amor passar velhinho,
Pra quem soube, olhar a lua de manhã...
Às vezes penso que a morte é invejosa...
Leva consigo tudo aquilo que é bom na vida e guarda só para si.
Espero eu, que quando puder sentir o seu abraço, devolva tudo que me levou.
E preencha novamente o vazio que deixou.
Às vezes, penso tanto no futuro que esqueço de viver o presente. Imagino como será minha vida daqui a alguns anos, quem ainda estará ao meu lado, quem vai permanecer e quem, aos poucos, vai se tornar apenas uma lembrança. E, no meio de tantos pensamentos, acabo me perguntando se as pessoas com quem tanto me importo também imaginam um futuro onde eu ainda esteja presente.
É estranho se preocupar tanto com alguém e perceber que essa preocupação talvez não seja recíproca. Penso se estão bem, se precisam de alguma coisa, se lembraram de mim durante o dia, enquanto muitas dessas pessoas sequer parecem sentir minha falta. Às vezes tenho vontade de mandar uma mensagem, perguntar como estão e tentar me aproximar, mas me cansa sentir que, quando eu paro de procurar, o silêncio simplesmente permanece.
Talvez o mais doloroso seja aceitar que algumas pessoas podem significar muito para nós sem que sejamos igualmente importantes para elas. Mesmo assim, continuo desejando que estejam bem, mesmo quando não perguntam se eu estou. E talvez eu precise aprender a parar de esperar por quem nunca percebeu que eu estava esperando, porque não quero passar o meu presente inteiro pensando em pessoas que talvez nem façam questão de estar no meu futuro.
Às vezes eu penso que a vida tem dessas ironias que dariam um capítulo inteiro em qualquer livro, mas como eu estou aqui, no meio do café da tarde imaginário com as amigas, eu conto do meu jeito mesmo, com aquele sorriso meio torto de quem já viveu coisa demais para fingir que nada aconteceu. Porque bullying e cyberbullying, minha amiga, só entende mesmo quem já sentiu o golpe vindo sem aviso. Não é drama de internet, não é frescura moderna, é dor que entra silenciosa e demora para sair.
Eu já passei por isso. E não foi em um tempo em que a gente sabia lidar com tecnologia, redes sociais, essas coisas. Era o começo do Facebook, aquela fase em que parecia novidade, quase uma praça virtual onde todo mundo chegava curioso. Só que enquanto eu vivia minha vida sem entender muito daquele mundo digital, outra história estava acontecendo nas minhas costas. Uma garota que também se envolvia com o rapaz que na época era meu namorado acabou criando uma página sobre mim. Sim, dessas páginas feitas para atacar, expor, diminuir alguém como se fosse entretenimento.
Eu só fui descobrir três meses depois. Três meses. Parece pouco quando a gente fala, mas imagina existir um lugar na internet onde estão falando de você, usando suas fotos, inventando coisas, colocando apelidos cruéis, e você vivendo normalmente sem nem saber que aquilo existe. Até que um dia alguém chegou em mim e perguntou o que significava aquilo tudo. E eu fiquei com aquela cara de quem não entendeu nada, porque realmente não entendia.
Quando eu fui ver… foi como levar um soco silencioso. Um texto enorme falando da minha vida como se eu fosse um personagem ridículo, dizendo que eu não tinha onde cair morta, inventando apelido inspirado em um ser de ficção para zombar de mim, distorcendo meu nome, expondo fotos minhas, e o pior, comentários de pessoas que eu conhecia. Pessoas que já tinham conversado comigo, que já me olharam no rosto em algum momento da vida, estavam lá rindo, participando, me chamando de coisas que ninguém merece ouvir.
Tinha mais de duzentas pessoas seguindo aquela página. Duzentas. Parece número pequeno para quem olha hoje a internet gigante, mas naquele momento era como se uma multidão estivesse parada olhando para mim no meio da rua, apontando o dedo. Eu lembro exatamente da sensação de dignidade sendo arrancada, como se alguém tivesse decidido que eu não merecia respeito.
Eu quis processar, claro que quis. Aquela revolta que sobe pelo peito quando a gente percebe que foi injustiçada. Só que a pessoa que fez aquilo era menor de idade na época. E aí a vida tem dessas burocracias que parecem um balde de água fria na indignação da gente. Não daria em nada. Foi o que eu ouvi. E quando a gente ouve isso, fica uma mistura de frustração com silêncio.
Mas tem uma coisa curiosa sobre as memórias. Elas não desaparecem. Até hoje, quando lembro de alguns rostos que estavam ali participando daquilo, ainda dói. Não dói como antes, não é aquela ferida aberta, mas é aquela lembrança que faz a gente suspirar fundo e pensar como as pessoas podem ser capazes de machucar alguém só porque a internet dá palco.
Ao mesmo tempo, olhando hoje, eu percebo outra coisa também. Eu não enlouqueci, eu não desapareci, eu não virei aquilo que disseram que eu era. Na verdade, eu segui vivendo. E talvez seja isso que incomode quem pratica esse tipo de coisa. A pessoa espera que você se quebre. E quando você continua existindo, crescendo, contando sua história, algo muda de lugar dentro da narrativa.
Hoje eu falo disso sem vergonha, porque quem deveria sentir vergonha não sou eu. Eu sei exatamente o que vivi. Sei o que senti naquele dia em que descobri tudo aquilo de uma vez só. E sei também que muita gente já passou por algo parecido e nunca contou para ninguém. Então se alguém estiver lendo isso e reconhecendo um pedaço da própria história, eu digo uma coisa bem simples e bem verdadeira. Aquilo que tentaram fazer com você não define quem você é. Define quem eles escolheram ser naquele momento. E isso diz muito mais sobre eles do que sobre nós.
ALINNY DE MELLO 30/03/2026
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