Hoje o Tempo Voa Amor
Em Tempo de Poeminha
Tamanho nunca foi documento
É chorar nunca foi argumento.
Ganhar no grito é feio
E ser feio não é bonito.
Ciranda nem sempre foi cantiga
Cantigas nem sempre foram de roda
Gato nunca usou bota
E foi-se o tempo do relógio de corda.
Assim como foi o tempo do orelhão
E das fichas de telefone
De crença em Coelho da Páscoa
E medo de Lobisomem.
E quase sempre o tempo
Acaba sendo a cura de tudo.
E quase sempre a cura de tudo
Acaba vindo com o tempo.
Contagem Regressiva
Eu que pensei ter todo tempo do mundo
Quanto sonho adiei, vivendo num poço sem fundo
Viagens que não passaram de planos
Deixados pra lá no decorrer dos anos
Livros empoeirados na estante
Que jurei que leria depois
De tão ansioso perdi o instante
E pus a carroça na frente dos bois
Quantos dias chuvosos em que eu não dancei
Momentos ociosos que eu não aproveitei
E o pôr-do-sol, o maior dos espetáculos
Distraído perdi, inventando obstáculos
Conformado em ver filme dublado
No Idioma que eu nunca aprendi
Pra o teatro estou sempre ocupado
No piano jamais insisti
Montanhas de neve nas quais não esquiei
Museus repletos de acervos que não visitei
Quantas conversas fiadas entre bons amigos
Dar boas gargalhadas, rir até dos perigos
Rios de águas tão cristalinas
repletos de peixes de toda cor
Perdido estava entre tantas piscinas
E dei meu mergulho na própria dor
Sabores que não provei, odores que não inalei
Beijos apaixonados que não roubei
Abraços apertados que afrouxei
Noites de lua cheia em que não namorei
Noites insones foram preenchidas
pela solidão que veio me assombrar
Juras de amor que já foram esquecidas
E o meu coração sempre a me sabotar
Sinto muito dizer, mas um único dia
Não dá para viver o que se pretender
Quem sabe este será o primeiro dia
Do resto de vida que ainda vou viver
Disposto a gastar até tudo que tenho
pra comprar memórias que venham render
melhores histórias, o resto eu desdenho
sem desperdiçar chances que eu venha ter
O tempo é precioso,
a vida passa depressa.
Não faz sentido fazer corpo mole,
viver mais ou menos,
segurar o riso ou engolir o choro;
não dá para amar pouco.
"O que existe (ou se mantem) fora do tempo, é infinito. Mas isso não é imortalidade. O que se mantem dentro do tempo, é finito. Logo, nossa vida é finita, somos meros mortais."
A amizade verdadeira
A amizade verdadeira é aquela que, mesmo você não merecendo, fazendo burradas, o amigo está lá. A amizade verdadeira é aquela de muitas historias, de muitas risadas e confusões, que só com ele(a) acontece, aqueles conversas que só vocês 2 têm, aqueles momentos únicos. A amizade verdadeira é aquela com a qual você sempre pode contar, aquela pessoa que você vai levar pela vida toda, aquela pessoa da qual você nunca quer ficar longe. Vocês não nasceram juntos, mas são como irmãos: brigam por tudo, mas não se separam por nada. São para sempre e um pelo outro. Mas, com o tempo, só restará lembranças épicas de uma das melhores fases da sua vida que você passou com seu amigo, aquelas fotos que servirão para você responder a pergunta de seus filhos: quem é ele(a)? Filho, essa pessoa foi umas da melhores que conheci em minha vida, aquela com quem passei os melhores momentos e histórias!
Paciência - Aprender que tudo tem seu tempo necessário para crescer, para brotar, florescer. Aceitar o ciclo da vida. Esperar o tempo certo para plantar, colher, agir, pra seguir, pra aprender...
Refletir que aquilo que me fere é também o que me cura.
A vida tem sido muito dura comigo, mas ao mesmo tempo tem me ensinado muita coisa.
Meu propósito é alcançar a compreensão e aprender a viver o MEU tempo.
No dia que eu já não tiver pelo que lutar, minha vida já não fará sentido!!!
Desistir? Eu já pensei seriamente nisso, mas nunca me levei a sério!
Basta tempo quando é preciso juntar os pedaços, se refazer e então continuar a trilhar.
Tudo me parecia verdadeiro, parecia que o tempo não havia passado, parecia que nada havia sido apagado e toda amizade me parecia intacta. Mas então percebes que as palavras eram apenas ditas de maneira solta.
LX 14/07/16 00:05
Desaponta-me perceber quantos brasileiros deixaram-se levar pelo ódio desmedido e pela cegueira, cavando as próprias sepulturas. O tempo provará!
Ah o tempo... Esse muda caminhos; historias; pessoas. Nos transforma no melhor que podemos nos tornar ou no pior que podemos ser, No mais sábio; talvez no mais tolo dos tolos, ele leva e traz paixões, o que ele não leva e nunca levará é o amor verdadeiro, esse tempo do qual falo ele parece ingrato, cruel, irônico... Nesse mesmo tempo em que escrevo está passando milhões de pensamentos em minha cabeça, os quais ele acaba levando noventa e nove por cento deixando apenas aquele um por cento. Ah esse um por cento conhecido por vagabundo, Mas que em meus pensamentos ele é mesmo um cruel amor que se foi e deixou apenas as lembranças para que com elas eu pudesse começar a escrever e alcançar o sucesso ao lançar um livro, sim lançar um livro porque não? A única coisa boa que esse amor me deixou foi as lembranças de quem eu tanto amei e tanto ainda pelos séculos dos séculos irei amar, e a tristeza, sim, a tristeza foi uma coisa boa que esse amor me deixou, parece irônico mas não é, é ela que me faz escrever grandes frases, que me fez começar um livro cujo qual tem trinta ou cem páginas escritas, Mas que quando lançar terá toda uma vida resumida em todo um amor que por si, iniciou-se naquela pracinha, sentados naquele banco, em baixo daquela árvores, o lugar que se passou essa história? Minas Gerais, por onde anda os personagens? Bom... Ela foi viver em São Paulo ( Piracicaba), Eu mudei-me para o Rio de Janeiro (Barra da Tijuca) entre nossos caminhos 496 KM me separa do grande amor da minha vida. Repararam que comecei falando do tempo? E termino falando do amor que esse tempo não levou
"Eu escrevo sem papel nem tinta.
Escrevo nas linhas do tempo.
Sem margens que é pra não delimitar meu pensamento..."
Estão todos buscando uma finalidade, mas nem sequer desfrutam dos meios. Estão todos correndo contra o tempo, buscando futuros, mas perdem os presentes. Estão todos buscando um sentindo em sua vida, mas perdem a vida sem encontrar o próprio sentido.
O que mais sinto falta nos livros é o passar do tempo.
A pausa entre as vírgulas, e o espaço de acontecimentos que existe entre o ponto final e o próximo parágrafo.
O tempo é o lugar onde cabem todos os fatos, onde o passado é guardado, onde o presente é contado e o futuro, a oportunidade de podermos transformar a ânsia da vida, para assim então chamá-la de história.
