Hoje Ja Falei Qui Voce e Especial

Cerca de 352404 frases e pensamentos: Hoje Ja Falei Qui Voce e Especial

Quantas histórias já ouvimos durante nossas vidas, quantas histórias foram contadas a nós.

Já parou pra pensar que tudo no mundo tem uma história. veja os filmes. Os filmes precisam de histórias para serem feitos, os livros são histórias escritas e as nossas vidas são histórias jamais compreendida.

Contudo, qual será nossa história de hoje?

Estamos sempre contandosl falsas histórias com finais felizes para vê se podemos alegrar o mundo. Mas essa história vou logo avisando que não é assim.

Essa será aquelas história triste com um final mais triste ainda.

Qual o motivo da história?
Dor, sofrimento,amor talvez, depressão e solidão.

Vamos lá!

Agora imagine uma casa que não houvesse muitas coisas, contudo afeto e amor não faltava. Logo, imagine uma outra casa que havia de tudo, mas falta o principal, carinho...

Agora pense na familia o pai, a mãe, a filha e seu irmão. O pai estava sempre ocupado pensando em como deveria ficar mais rico, a mãe pensando sempre qual roupa vestir. Os filhos ? Estavam sempre com suas babás. Mas será que era isso que ele queriam ? Afinal eram apenas crianças eles não ligam

O tempo foi passando e as crianças crescendo.
O irmão que era o mais velho consegui a atenção que tanto desejava, a irmã continuava sozinha enfrentando seu problemas sem depender de ninguém, porém aí está o problema, crianças não devem resolver problemas.

Agora vamos enteder que com a solidão nós podemos tanto subir como cair, mais uma coisa é certa com a solidão nossos sentimentos são afetados.

As crianças saíram para o mundo, foram escrever suas próprias histórias.
O irmão seguiu o caminho do pai, e esqueceu todos os seus princípios.

A menina continuo só com grande dificuldade de socializar, mas com sorte talvez ela fez um amigo, amigo no qual jamais a deixaria sozinha.

Eles foram se conhecendo e uma amizade formou, ela confiou a ele todas as duas dores e mágoas. E ele como um bom amigo tentou a ajudar. Naquele momento se formou uma amizade eterna e linda.

Anos depois aconteceu algo. A menina teve que se mudar pra longe,mas mantiveram a promessa que fizeram um ao outro. Continuaram a se falar. Porém a menina voltou a se sentir só, sempre que olhava pro lado ela chorava pois não tinha a quem abraçar. Seus pais brigavam muito, uma certa madrugada, ela ligou para o seu melhor amigo, acordando preocupado por que ela nunca ligava aquela hora, atendeu e logo perguntou oque era.

Ela começou a chorar e a dizer que não aguentava mais, o menino enquanto ouvia oque ela falava ela preparou um café pois sabia que a noite séria longa.

Depois de conseguir acalma-lá eles conversaram, a conversar fluiu por toda aquela madrugada, perto do amanhecer a menina disse uma frase que marcou aquele momento da história . Então ela disse "o mundo é arrogante demais pra se importar com quem se foi e a vida curta demais pra deixar voltar atrás".

Então ela pediu ele pra prometer nunca esqueça-la não importava onde ela estivesse, o menino riu e prometeu. Logo ela falou que iria no banheiro naquele momento quando o menino se sentiu aliviado, coitado, não passava de um inocente, alguns segundos ou minutos depois ele ouviu uma barulho de uma cadeira caíndo, foi tudo tão rápido, ele chamou pelo nome dela e ela ja não podia mais responder.

Logo sua mãe entrou no quarto e só se ouvia gritos e lágrimas que caia. A mãe dela desesperada não sabia oque fazer e nem a quem culpar o menino já havia entendido e ficou em silêncio, e começou a chorar, a mãe dela pegando o celular e atendendo deu a notícia que ele já sabia, perguntando ela oque havia acontecido o menino tentava explicar mas estava nervoso demais e não conseguia falar apenas gaguejar pois chorava sem parar, a mãe dela o pediu desculpas e desligou o menino se sentiu culpado pelo resto de sua vida.

Entendeu a história?
Não né, vou lhe dizer!

Cuidado, cuidado com a história que você tá escrevendo, cuidado com o que fala, peça desculpas logo, converse com aquela pessoa que está sempre sozinha. Talvez ela esteja chorando e gritando por socorro e você não está ouvindo.



Esse texto devo agradecer a Ana Clara. Obrigado por me inspirar a escrever mais um texto, eu juro que nunca te esqueci.

Não vivo uma boa fase da vida.
E talvez esse seja o maior problema:
já não sei mais quando foi a última vez
em que a vida realmente me habitou.
Os dias passam,
mas não deixam marcas boas.
Só acumulam cansaço.
Um cansaço antigo, profundo,
que não some com descanso
porque não vem do corpo —
vem da alma.
Estou brigado com quase toda a minha família.
Não por ódio,
mas por desgaste.
Por palavras ditas tarde demais
e silêncios longos demais.
O presente cobra explicações,
o passado cobra perdão,
e eu não tenho forças para pagar nenhum dos dois.
Perdi o trabalho.
E junto com ele,
perdi a sensação de utilidade,
de pertencimento,
de dignidade.
Quando não se tem mais um lugar claro no mundo,
qualquer lugar vira fuga.
Passei a sair de casa como quem foge de um incêndio invisível.
Coloco a mochila nas costas
— às vezes vazia, às vezes pesada —
e pego um ônibus qualquer.
Não importa o número,
não importa o destino.
O movimento engana a dor por alguns minutos.
Enquanto o ônibus anda,
parece que a vida também anda.
Mas quando desço,
tudo continua exatamente igual.
Tento me enganar.
Tento enganar os outros.
Finjo que estou resolvendo coisas,
que estou sendo útil,
que estou indo atrás de algo.
Mas, no fundo,
só estou tentando adiar o momento
de encarar o que me dói.
As pessoas dizem que eu sou louco.
Talvez porque eu suma.
Talvez porque eu não saiba explicar
o que acontece dentro de mim.
Às vezes, eu mesmo começo a duvidar da minha sanidade.
Porque não é normal se sentir tão deslocado
mesmo estando rodeado de gente.
Não é normal carregar tanta tristeza
sem saber exatamente onde ela começou.
Eu não quero morrer.
Mas também não sei mais como viver assim.
Existe um espaço estranho entre essas duas coisas
— um lugar onde a pessoa apenas aguenta.
E é lá que eu moro hoje.
O que eu queria
não era luxo,
nem reconhecimento,
nem vitória.
Eu só queria um lugar tranquilo.
Um lugar onde eu pudesse descansar em paz
sem precisar fugir,
sem precisar provar,
sem precisar ser forte.
Queria um lugar
onde o passado não gritasse,
onde o presente não cobrasse,
onde o futuro não assustasse.
Queria silêncio.
Queria pausa.
Queria alívio.
Porque viver assim,
carregando tudo sozinho,
se sentindo errado,
cansado,
perdido…
isso também machuca.
Só não deixa cicatriz visível.

Quando a saudade já não se faz mais presente , o sentimento findou.

Recordando: Só a expectativa de ir ao baile já era uma emoção - e maior ainda quando, no baile, um belo rosto correspondia ao olhar. Imperava a emoção. Requisitava a coragem, ao encontro partia, as mãos se tocavam, perfume suave, dois corpos em um, no compasso da musica romântica, até o ápice com um beijo apaixonado disparando o coração. Bons tempos que dificilmente voltarão.

Para psiquiatras, psicólogos, pais de santo, benzedeiras e afins: quando o sentido já não faz sentido, quando o amanhecer é apenas mais um dia, e quando o nada se torna o seu tudo, sorria como uma hiena e torça para encontrar o leão faminto logo na próxima esquina.

Quando um veterano descobre que já tem mais passado do que futuro, deve sorrir: venceu o tempo e foi privilegiado pela vida. Agora, resta-lhe transformar cada novo dia em conquista, para que o futuro se converta em páginas dignas de enriquecer o seu passado.

⁠Ninguém muda, a gente deixa fluir o que já existia.

Mudar pode ser dolorido, mas não mudar aumenta a ferida que já lateja.

Já nem acho tão pungente

Um Cristo morto na cruz,

Quando morre tanta gente

Nas longas filas do SUS.

LEVEZA

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Agora sou de algodão;
já fui de aço,
mas o peso do passo
me afundava
no próprio chão.

RENDIÇÃO

Demétrio Sena, Magé - RJ.

És bem-vinda, não posso mais fugir,
já me achei nos conflitos do meu ser,
quero ser teu menino bem mimado
e morar no teu colo; tua entranha...
Podes vir, o meu corpo me agasalha
pra que tenhas calor na minha essência,
minha malha estendida se oferece
numa pesca de sonhos em comum...
Sempre quis esse afeto, esse aconchego,
teu apego, essa chama persistente
que venceu a frieza exposta em mim...
Tive medo de amar, mas podes vir,
há um sim sobre todos os meus nãos,
tenho vãos que te vestem desde já...

MODA E MODO

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Muitos já entenderam que a última moda nunca é a última. E que sempre virou moda não estar na moda. Mais ainda: tudo é cafona quando vira moda, porque uniformiza. Deixa todo o mundo ridiculamente semelhante... vira farda nacional.
Só fica mesmo na moda, e mesmo assim por instantes, quem a põe no mercado. Quem inventa ou usa primeiro, quando ninguém imagina que algo às vezes tão ali, tão aos olhos e à mão faria tanto sucesso. E quem inventa ou usa primeiro, deixa de usar assim que aquilo se massifica, e vai lançar outra novidade. Outra moda.
Moda, mesmo, é o modo individual de ser, estar, vestir e se propor. O resto é cópia. É querer ser o outro, numa constante mutação agoniada e vertiginosa em busca da opinião alheia. Inventar moda é grande. Segui-la, por sua vez, é ficar visivelmente invisível.

EM CIMA DO MURO


Demétrio Sena - Magé


Já me canso dessa gente
"nem esquerda nem direita";
"nem Lula nem camarão";
que não é gente nem bicho...
Não é sussurro nem grito;
a verdade nem o mito...
Também nem luxo nem lixo,
não está nem lá nem cá,
e não está "nem aí",
pois não prossegue nem fica...
não é lenta nem afoita...
não caga nem sai da moita;
tanto faz ou tanto fez;
não quer a voz nem a vez.
Tô com asco dessa gente
que não é fria nem quente,
sequer pretende ser morna...
Já não estudo esse povo
que nem quer ou sai de cima",
porque nem tem para onde.
Não é galinha nem ovo,
nem verso livre nem rima;
terror nem conto de fada...
Eu me canso disso tudo.
Dispenso espada ou escudo...
essa gente não é nada.
... ... ...


Respeite autorias. É lei

⁠A insatisfação sempre está em busca daquilo que já se tem

O orgulho nos impede de ver e ouvir aquilo que é mais importante para nosso crescimento.
Já a humildade nos dá o dom de percebemos a vida ao nosso redor, mesmo sem os sentidos básicos como visão e audição.

Chega um momento em que a distância já não dói, ela esclarece. Olhamos para trás e entendemos que nem tudo o que não aconteceu foi perda. Houve planos interrompidos, conversas que não avançaram e histórias que não seguiram adiante não por falta de amor, mas por falta de sentido. Com o tempo, aprendemos algo difícil de aceitar: algumas relações não acabam para nos ferir, acabam para nos preservar. E quando a maturidade finalmente chega, conseguimos chamar de livramento aquilo que um dia chamamos de destino.

Aquele que já percorreu a estrada até o primeiro milhão, nunca mais esquecerá o caminho.

Se existisse o vazio, este seria uma obra imperfeita, já que sem uma finalidade específica, a imensidão do universo seria algo completamente abstrato...Se paramos para contar exclusivamente números inteiros,
obviamente, jamais facultaremos os fracionários...O todo compõe-se de partes elementares, no entanto, nem todas as partes que conhecemos representam tudo...Partículas da água, das plantas, das flores e dos animais estão no todo, entretanto, o Hidrogênio, o Oxigênio, o potássio, o ferro, o sódio, o cálcio, etc, apresentam ilimitadas combinações, que diversificam as formas, variam as texturas, transformam as densidades, divergem as cores, e modificam as matérias...

Anaxágoras, antes mesmo da era cristã, dizia que “Tudo caminha para o Caos”, e é inteligente refletirmos sobre o que essas palavras definem. Não que caminhamos para um fim inevitável, mas sim que galgamos para infinitas transformações, de novos começos, pois a vida é um amplo complexo de reformulação...A doutrina socrática ensina que devemos viajar para dentro de nós mesmos, para sabermos quem realmente somos, a fim de vivermos aquilo que intimamente pretendemos...E a alma humana almeja sempre uma meta superior, que é a sua própria realidade transcendental...Portanto, o Caos é a “porta” e nunca o “vago absoluto”,
Mesmo que desconcertante, endereça-nos para o movimento incansável de tudo...

Levantar-se cansado ainda é levantar-se. E isso já é coragem.

Não suporto mais esse papo de Lula x Bolsonaro, isso já virou fanatismo. Eu, hein.


Benê Morais⁠