Hoje a Felicidade Bate em minha Porta
Como eu queria tomar vergonha nessa minha cara e te mandar embora da minha vida, mas quanto mais eu penso em fazer isso, mais eu te desejo.
– Alguma coisa importante está sempre prestes a acontecer, minha querida menina. E, se não estiver, é uma boa ideia agir como se estivesse. Dessa forma, você aproveitará melhor a vida.
É incrível a forma que você entrou na minha vida, como tudo, exatamente tudo mudou depois disso… mas eu fico me perguntando como é que eu vivia sem você.
Permite minha ousadia
Se tua boca me desses
E teus lábios me beijassem,
Quem sabe, amor, não fizesses
Que nossos corpos se amassem.
Se a tua pele se entregasse,
Desinibida ao meu tacto,
Quem sabe não te levasse
A uma união de facto.
Se ao menos te permitisses
A aceitar o que proponho….
Talvez a porta me abrisses
E eu entrasse no teu sonho.
Te entregasses ao desejo
Me aceitasses com ternura,
E depois dum longo beijo
O arrepio da loucura.
Depois queimar-te na chama,
No fogo que tenho em mim…
Salta a fogueira, me ama,
Abre-te e diz-me que sim.
Entrega-te à fantasia
Na maior intimidade,
Permite minha ousadia
Deixa que te ame, à vontade.
" Que eu envelheça...
Que na minha pele possam surgir todas as possíveis rugas.
Mas, que meu coração, jamais fique indiferente ao amor.
Que eu nunca perca o poder de demonstrar um simples gesto de ternura."
Eu estou tentando salvar o mundo e, para que fique registrado, será a minha quarta vez, porque eu sou muito bom nisso.
Entre Luzes e Sombras: Minha Jornada Fotográfica
Desde o primeiro clique, aprendi que fotografar vai além de registrar imagens – é eternizar sentimentos e momentos que me definem. Cada fotografia guarda uma memória, uma emoção, um capítulo da minha história. Em meio a desafios e pausas forçadas, encontrei na arte de capturar o mundo um refúgio e um caminho para me reencontrar.
Minha trajetória se desenrola em contrastes intensos: as luzes que iluminam os instantes de beleza e as sombras que, mesmo dolorosas, me ensinaram a valorizar cada recomeço. Em cada rua, cada rosto, e sobretudo em cada canto de Indiaroba, vejo a riqueza de uma cultura que me inspira e me molda. Essa conexão com minhas raízes transforma o ato de fotografar em uma celebração da vida – uma homenagem às tradições, à memória e à identidade que carrego.
Mesmo quando a exaustão e a insegurança ameaçaram silenciar minha voz, eu me recusei a deixar o sonho morrer. Em meio ao silêncio e à luta interna, minhas palavras e imagens se tornaram a prova viva de que, mesmo na solidão, há uma força que me impulsiona a continuar. Cada página deste portfólio é um testemunho do meu esforço, da minha resiliência e da vontade de deixar minha marca no tempo.
Aqui, reúno não apenas fotografias, mas a essência de cada momento vivido – um registro que, espero, fale por mim mesmo quando eu não estiver mais aqui. Este é o meu legado, a narrativa de uma jornada feita de luzes, sombras e, sobretudo, de autenticidade.
A Fragilidade da Confiança: Quando Ser Ouvida Se Torna Uma Nova Dor
Quebrar minha confiança depois que me abri, depois que confiei a você minhas dores mais profundas, é mais do que uma decepção — é me fazer reviver tudo o que lutei para superar. Quando falei dos meus medos, das minhas cicatrizes, quando me permiti ser vulnerável, eu estava entregando uma parte frágil de mim, acreditando que seria acolhida, não exposta.
Trair essa confiança não é só uma falha, é uma ferida reaberta. É me fazer sentir, mais uma vez, que segurança é apenas uma ilusão, que o cuidado que esperei encontrar era apenas um reflexo distorcido. Quando alguém rompe essa confiança, não é só no outro que deixo de acreditar — começo a duvidar de mim mesma, da minha capacidade de confiar, de me entregar sem medo.
Reconstruir essa confiança parece impossível. Não porque não queira, mas porque o medo grita mais alto. Porque uma vez que sou ferida por quem prometeu me proteger, tudo o que resta é a sensação de estar, mais uma vez, desprotegida no mundo.
A Solidão da Minha Solitude
Há um vazio que me visita sem pedir,
mesmo quando tudo parece estar em paz.
É a ausência que mora no peito
quando escolho estar só,
mas não deixo de desejar companhia.
Minha solitude tem nome,
tem gosto de café frio e cama arrumada demais.
É minha, mas às vezes pesa.
Não grita, mas se impõe com um silêncio
que fala de mim mais do que mil palavras.
É escolha… mas também falta.
É liberdade… mas também espera.
Porque há dias em que o silêncio me acolhe,
e outros em que ele me abandona.
Queria às vezes dividir o pôr do sol,
contar as estrelas com alguém que ficasse.
Alguém que entendesse
que até quem gosta do próprio espaço
anseia, vez ou outra, por um colo.
E nessa dança entre o querer e o suportar,
vou existindo: inteira, mas com vazios.
Solta, mas sonhando com um laço.
Sozinha, mas querendo ser achada.
Talvez esteja triste e cansado de deixar as pessoas entrarem e saírem da minha vida, fazendo assim com que eu me decepcione com elas, assim como nada é eterno e acaba, o amor quando não é sincero, é mal correspondido, se acaba.
Minha dor e todos os problemas causados,
Não importa o quanto durem,
Eu acredito que há esperança,
Enterrada por debaixo de tudo...
Tá falando mal de mim pelas costas? Mas disposição para falar na minha cara, você não tem! Acho isso incrível, cara.
Se você quiser me esquecer, não quiser falar comigo, não quiser minha presença, não quiser minha amizade, NÃO ME QUISER. É só ir embora. Mais eu não vou te esquecer, nem vou correr atrás, vai ficar assim, eu cá e tu lá, mas não vou te esquecer, só vou meio que “sofrer em silêncio” ninguém vai precisar saber, que tu foi, voltou, e foi de novo. Apenas eu preciso saber disso, mais ninguém. Mas, novamente não vou te esquecer não. Desculpa mais não.
Descobri que "eu amo" gente fofoqueira, descubro com eles coisas da minha vida que nem eu sabia! HAHAHAHAHAHAHAHA'
Ri é sempre o melhor remédio!
"Entre Hâna e Mâna, lá se foi minha barba..."
Significado: Um muçulmano tinha duas esposas, Hâna e Mâna, uma jovem, outra velha; a ambas demonstrava igual afeto. No entanto, por ciúmes, a velha arrancava-lhe, carinhosamente, os fios pretos da barba, e a jovem os fios brancos, até que por fim o pobre homem ficou sem barba...
À minha volta, reprovava-se a mentira, mas fugia-se cuidadosamente da verdade.
Oh! Meu Deus! É indescritível a dor que sinto! Como posso eu viver sem a minha vida? Como posso eu viver sem a minha alma?!
(O Morro Dos Ventos Uivantes)
