Hoje a Felicidade Bate em minha Porta

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"há música em você"

As melodias que eu escuto
São como um bálsamo
Para minha alma
Pois me fazem esquecer de
Você.
Amor há música em você,
Me diga o porquê...
Você foi embora e eu simplesmente
Não consigo dizer adeus.

Inserida por Cachinhosxs

Minha mãe me nomeou Matheus. Pela vida, muitas vezes, foi preciso me refazer. Dentre vários de mim se destaca um eu. Alguém que veio ao mundo nu e sabe que dele nada levará. Mas que em sua caminhada poderá criar ou imaginar mundos possíveis para aqueles que sentem-se desentendidos do eu, dos⁠ outros e talvez do mundo. Aqueles que não tem nada a perder e sabem disso dedico essas poesias.

dedico minhas poesias a quem na vida, nos cantos das paredes ou nas andanças do mundo sente-se as margens. dedico essas poesias a você a quem se sente, por vezes, um zer0 à esquerda.

Inserida por zer0esquerda

⁠Protagonista da minha própria vida;
De alguns outros também.

Inserida por tonioloneto

⁠14 de julho de 2025.

Ele se sentia incomodado com a minha presença, não me queria por perto, mas, ao mesmo tempo, me confundia com sinais de carinho e afeto.
Desde o início da relação, propus um diálogo aberto, expus minhas fragilidades e, muitas vezes, deixei-me levar pelas minhas inseguranças.
Inúmeras vezes convoquei conversas sobre isso, apontei a possibilidade de recuar, de darmos dois passos para trás na relação, entre outras alternativas.
O que mais me machuca é saber que fui subestimado. Quando mostrei minha vulnerabilidade, não foi para assustar, mas para alertar sobre minhas feridas emocionais.
Conheço muito bem os meus sentimentos e acredito que a sinceridade pode ser a chave para o diálogo — mas, nessa relação, não funcionou.
Várias mentiras foram empilhadas sobre a mesa. Falsos desejos foram compartilhados. Afetos e carinhos que nunca foram verdadeiros.
A verdade é que talvez não tenhamos sido permissivos. Talvez permitir-se fosse o caminho: permitir-se falar, conversar, dizer, explicar.
Mas não. Nunca houve a preocupação em me dizer que eu não era desejado na vida dele.
Posso parecer frágil, mas tudo o que quero é poder ser inteiro com alguém que partilhe a vida comigo.
Não é o amor no sentido idealizado da palavra, mas um amor real: a partir do desejo do outro, podemos florescer como na primavera, cair como as folhas no outono ou queimar com as geadas do inverno.
E, a partir do desejo, também podemos arder como fogo na pele alheia, sem que isso seja um ato de traição. Sou sincero e verdadeiro — a mentira me enoja como um regurgito.
Nos tempos em que vivemos, o amor é fragmentado. É preciso assumir isso para caminhar junto à verdade.
Assumir que, numa relação, o outro deseja o "nós", mas também deseja os "outros" — esse caminho parece ser mais justo, verdadeiro e coerente.
Não posso apagar o meu desejo, assim como você não pode apagar o seu. Então, por que não nos alinhamos para arder como chamas, enquanto nos espalhamos como brasas por aí?
As gerações se conflitam, os humanos gorjeiam, e as relações se enfraquecem. A hiperindividualização do eu dificulta o movimento do nós.
Na contemporaneidade, há uma necessidade de comportar os prazeres a partir das nossas liberdades — mas ser livre não significa estar sem o outro.
Como podemos compactuar com a verdade de forma equivalente aos nossos desejos?
Abdicar dos desejos é um caminho para o apagamento do eu?
Em que implica a ascensão do eu em uma relação que contraria o nós?
O que o fetiche pela mentira revela sobre o caráter de alguém?

Inserida por zer0esquerda

⁠Uma vez, um orientador riu da minha cara, quando aventei a possibilidade fazer mestrado ou doutorado direto. Ele disse: "Isso é só para quem tem notório saber, kkk" Aquilo me entristeceu e marcou profundamente. O nome dessa pessoa ninguém nunca saberá, mas o meu, vou construi-lo dia após dia, paciente e publicamente até provar que mereço.

Minhas palavras no papel tem ouvido o que
meus sentimentos tem tocado
A minha orquestra vive da música poética
e baila incansavelmente.

Inserida por WesleyNabuco

No ventre da minha mãe nasci palavra,
com toda certeza do mundo morrerei poesia.

Inserida por WesleyNabuco

Estive sozinho comigo mesmo a tanto tempo
que surge a incerteza se sou a minha
melhor companhia.
(Christopher- As lágrimas secam)

Inserida por WesleyNabuco

Minha paz, meu asilo, meu momento.
Tudo uma questão do velho amigo tempo
A emoção, a intensidade.
Uma verdade absoluta: Quem tem fé no que busca, chega até a voar.
Em minha esperança carrego o peso das mudanças
Quase desisto de chorar, como uma criança ganhando um doce.
E se toda choradeira fosse simbolo, do quanto custa cada lágrima?
Á lágrima é rica nela valoriza-se sua dor.
O travesseiro com sua absorvência se enriquece toda noite.
E meu papel se rasga todos os dias.


Valorize suas lágrimas, aos que reclamam que choram muito. A lágrima lava por um momento, depois voltamos a sujar os olhos com a tristeza. A felicidade dura por um momento, também caem lágrimas por não caber aos olhos tanta alegria. Os que não choram? Bem, na escrita toda tinta que cai no papel e vira palavra, é lágrima.

Inserida por WesleyNabuco

Antes que o Sol pudesse iluminar o dia, pude ver seus olhos iluminando a minha vida.

Inserida por WesleyNabuco

O cansaço é relativo, mais o valor de cada gota que cai de minha testa é absoluto para que chegue os sonhos ao meu alcance.

Inserida por WesleyNabuco

Amor da leitura que agarra os miolos da cuca.
Amor da verdade que salga e adoça a minha
alma em pura vaidade.
Nas vadiagens da rua onde me jogaram,
ainda como gente sou conhecimento.
Vasta humilhação, meus pés sangraram, enquanto
escorrem pelas mãos a riqueza dos homens,
mas sustenta meu espirito o amor que nasceu
nos livros, tornando-se real.

Inserida por WesleyNabuco

Indio/ escravo/ escravo e indio.

Nordestino (Nordeste de minha lembrança,)
Negro (Lembraça da escravidão.)
Nordestino (No aperreio do memorar a seca veio de morar, meus olhos vieram a alagar por Cariri e Aduke.)
Indio e Negro (Lembro e cuido da minha amada lembrança, bumba e seus barulhos a passar.)
Negro e Indio (A união do pensamento e do olhar.)
Nordestino ( Uma mistura que lambuza a pele.)
Indio ( Grito do meu povo refletido nos olhos de uma pálida pele portuguesa.)
Negro ( Xicotes e gemidos de minha mãe, na dança, no batuque, escuto a voz de Oxalá.)
Nordestino ( Passa boi, passa boi-bumba, dançam os chamados de mulambos, gritam os pardos em cima dos galhos.)
Negro e Índio (

Inserida por WesleyNabuco

Nordestino (Nordeste de minha lembrança,)
Negro (Lembraça da escravidão.)
Nordestino (No aperreio do memorar a seca veio de morar, meus olhos vieram a alagar por Cariri e Aduke.)
Índio
( Minhas flechas.) Negro (minhas correntes.)

Negro e Indio (Quebrando as cadeias do passado, trago a união do pensamento e do olhar.)

Nordestino ( Uma mistura que lambuza a pele. Lembro e cuido da minha amada lembrança, bumba e seus barulhos a passar.)

Indio ( Grito do meu povo refletido nos olhos de uma pálida pele portuguesa.)

Negro ( Xicotes e gemidos de minha mãe, na dança, no batuque, peço à paz pra meu pai Oxalá.)

Nordestino ( Passa boi, passa boi-bumba, dançam os chamados de mulambos, gritam do alto dos galhos os pardos armados)

Índio:-

Negro e Índio (

Inserida por WesleyNabuco

Mistura Versão 3 - Completa.


Nordestino
(Nordeste de minha lembrança, o tempo leva a chuva, a união sustenta o tempo com a mistura das peles.
Saboreio a eternidade cultural, prestígio a saudosa tribo!
União...união, lembranças da escravidão, índios e seus espelhos refletindo os medos.
No aperreio do memorar a seca veio de morar, meus olhos vieram a alagar por Kariris e irmão Aduke.
Lembro e cuido da minha amada lembrança, bumba e seus barulhos a passar.)
Negro e Índio
(A união do pensamento e do olhar, minha pele, meus cabelos, minha liberdade, nessa luta nos unimos, em cultura viramos mis-tu-ra! Brasileiros...Brasileiros em espirito... guerreiros que foram trazidos, exportados, destruídos!.)
Nordestino
( É, ainda posso ouvir-los minutos antes de se erguerem para entrar na história.)
Índio
( Grito do meu povo refletido nos olhos de uma pálida pele portuguesa.)
Negro
( Chicotes e gemidos de minha mãe! Na dança, no batuque, escuto a voz de meu pai
:- Resistance .
Oxalá traga à paz. )

Nordestino
( Passa boi, passa boi-bumba, enquanto dançam os chamados mulambos, gritam os pardos em cima dos galhos.)
Negro e Índio
( Cante em meu peito liberdade! Cante nos rios e nos mares! Cante em meu peito cultura, me sustento em teu seio enquanto prematuro!)
Nordestino
( Meus pés gritam para Deus, porque tirou de um filho seu a água que banha a vida? Minha luta, minha labuta, o pensamento embebeda, os olhos escorrem meus molhados pingos.)
Negro
( Mãe! Deixe passar o boi! Deixe o boi passar! Festeje essa dor, alegre-se pelo que a de mudar.)
Índio
( Anauê Arebo. Salve a cada dia. )
Negro
(Ṣaaju ki ọjọ to pa ọ. Antes que o dia te mate.)
Nordestino.
( Antes que o tempo lhe leve, sem te tornar PARTE.)

Inserida por WesleyNabuco

Riscaram minha pele com brasa, assassinaram minha mãe, roubaram de mim o meu filho, chicotearam meus irmãos. Acredite, ainda diziam se sujar no roçar com nossas peles... cafés e cafés com leite por ai; O pobre branco de espirito não sabia, mas, meus olhos sorriam mesmo sem nada a ter graça, a pele que carregava as marcas da chibata se rasgavam, minha vida já caminhava e do outro lado da calçada encontrei eu a paz, sem cor de pele para entrada.

Inserida por WesleyNabuco

A verdade destruiu a minha vida
A mentira iludiu as minha ferida
O razo inundou meus pensamentos
Um vento levou as cortinas que tapavam meu brilho
No final vi sorrindo tudo aquilo que eu havia partido
Enfim, percebi que nunca quis entender o que não teria que ser dito.

Inserida por WesleyNabuco

Nem defendendo e nem atacando, minha espada é minha caneta e cada verso é minha defesa.

Inserida por WesleyNabuco

Abrindo as comportas da minha mente, me esvazio
Libero os trancados e deles se desencadeiam adjetivos

Em um sub-mundo de ego tenho meu reinado, sem leis e ditadores

Sem louvores, sem amores, apenas nos picos altos e baixos de consciência

Tendo ali uma pequena doze do que é existir para si mesmo e não pros outros

Faço furos no meu próprio peito e não sinto, absolutamente nada… Fato da falta de existência de sentimentos

Algo surgi no meu auto ego, não me encontro mais no centro de mim mesmo

Me encontro nos lados, girando em torno de algo que coincidentemente tem a mesma noção de existência, que os sufoca, como um travesseiro nas mãos de um assassino

Tento atingi-la com o foco em outra coisa, das coisas que tento nenhuma me distrai

Me perco no cansaço, que é a tentativa de pensar em outra coisa a não ser você

Tornei-me uma flor, desabrochando e mostrando a minha beleza

Não perdi os meus espinhos…Não seria frágil a esse ponto!

Mostrei a você o que tinha de melhor em mim, fui arrancado do meu nascimento solitário

E fui cortado e moldado ao seu gosto, logo apos todos os cortes, murchei e morri

Devo-lhe falar neste pequeno desvanecer, que se tivesse cuidado melhor de mim, dado mais da tua água, tivesse reparado mais em minhas pétalas e não em meus espinhos, germinaria o que não tinha antes de te conhecer

Amor, você foi como os açoites que marcaram Jesus, destruindo as defesas de uma mente cercada de proteção e deixando ruínas

Sei que como rosa, não poderia me abraçar, se machucaria com meus espinhos

Sei que foi necessário os cortes, para que meus espinhos não te machucassem, mas me corta o belo que te mostrei, apenas descartando os meus esforços

Foi algo determinante a crescer a minha dor, foi algo especial que se gerou em minha memoria, mesmo gerado em grande sofrimento, gerou momentos.

Inserida por WesleyNabuco

A bailarina se mantei na ponta dos pés
A bailarina gira na ponta dos pés
A minha vida se mantém equilibrada
Dão cabriolas o pulsante do peito, cabe aos olhos um sorriso bem feito
Deita as vistas, encosto nos seus montinhos
Sinto calor emanando dos começos

Inserida por WesleyNabuco