Hoje a Felicidade Bate em minha Porta

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Ontem eu dormi nos braços de minha avó, tal qual como antigamente. 27/10/2025

Eu me afoguei no ar
Do vácuo
Que você me deu
Você chegou na minha vida
Me oferecendo
Um oceano de amor
Eu mergulhei de cabeça
Me machuquei
Tentei, tentei nadar
Me aprofundar
Só que esse mar
Era de mentira
Secou
E eu morri
Largada
Em uma vida artificial

Mel do meu amor

Você é o mel que adoça minha boca
e amarga meu paladar quando não está comigo.
Sentimento que corrói, se quer ir embora me faço de dodói, e você fica um pouco mais.

É infantil, eu sei, agir dessa maneira, mas
quando se ama demais, dá minutos de bobeira

Seu amor me leva ao céu, à glória.Não quero ser só mais um na história, que você brinca, quando se cansa joga fora.

Brinque comigo, mas também me leve à sério, meu destino ao seu está traçado, por isso faço manha para ficar sempre ao seu lado.

És para mim como o néctar é para o beija-flor
você é o mel que adoça meu amor!
Já nasci destinado pra você.

Foi Deus que quis assim, peço a Ele que faça você gostar de mim, ao menos a metade do quanto gosto de você e, juntos, o amor se multiplica em cada amanhecer...

A verdade que me veste

Quero ser lembrada pela autoridade da minha essência e pela elegância do meu respeito.
Meu legado é ser, inteiramente, eu mesma, sem ter comparações, vestindo-me sempre da minha verdade.

Na morte, desejo me desprender de mim — partir, enfim, para reencontrar minha mãe

No meu silêncio é onde escondo a minha dor.

A tua respiração reclama-me,
o teu sedento beijo,
suplica a minha porosidade .


O mundo evapora-se, resta o pulso, a dança cega do querer. Há luz nas sombras do impulso, há vida em tudo o que é desejo .
Toco-te — e o tempo desmaia,
em curvas de seda e marfim.
A tua pele é onde a alma ensaia o que o corpo quer sem fim. E quando o fogo se faz calma, encontro-te em mim, inteira e nua
não de roupa, mas de alma,
ardendo na mesma lua.


O teu corpo chama o meu em febre, num convite sem palavra, sem pudor.
A pele fala — vibra, pede,
respira o vício do calor.


O teu cheiro cerca-me , domina-me, ferve o ar, faz-me perder a razão; o toque, brasa que ilumina cada sombra em combustão.


As nossas bocas
procuram-se, descobrem-se,
num ritmo que o mundo esqueceu , é fome antiga, sede desértica,
o amor carnal que nasceu.


E no instante em que nos fundimos, carne e alma, suor e luz, é como se a lua ferida, ardesse inteira dentro de nós dois.

“Entre idas e vindas, aqui permaneço — porque preservar minha essência, mesmo sob o fardo de processos árduos, é virtude que não abdico.”

Poema: "Minha cama"


Se minha cama pudesse sentir, sentiria em seus lençóis cada lágrima que deixei cair.


Se minha cama pudesse ouvir, ouviria cada palavra quebrada e medos que guardo só pra mim.


Se minha cama pudesse me consolar, me consolaria com seus travesseiros que não julgam, abafando o som da minha dor.


Se minha cama pudesse falar, talvez não dissesse nada. Ficaria ali comigo, quieta e imóvel mas presente, única testemunha do meu sofrer.

Maus laços de amizade.


Apaguei da minha vida, os maus laços de amizade.
Agora vivo com Cristo, o amigo de verdade.
Nunca me deixa só, sempre está ao meu lado.
Depois que o conheci, tudo para mim mudou.
Ele é melhor amigo, que um homem pode ter, ele muda o caráter e nos dá: Um novo viver.
Está na solidão?
A depressão está lhe correndo?
Diz agora pra Jesus, o que está acontecendo.
Ele não faz acepção, é um Deus de compaixão pronto para ouvir a sua voz e mudar o seu viver.
Basta você o chamar, e Ele virá te socorrer.
Venha para Cristo ainda hoje e não sofra mais.

Teu corpo em minha memória

(Eliza Yaman)

Teu corpo vive em mim como um segredo,
guardado entre os espaços do que sou.
É sombra que me veste sem ter medo,
é luz que me desnuda e me tocou.

Não há distância que te desfaça inteiro,
nem tempo que dissolva o que deixaste.
És tatuagem viva no meu peito,
és o perfume que jamais se afaste.

Minha poesia é livre, sem amarras ideológicas ou partidárias.


Benê Morais

Deus em tudo

(Eliza Yaman)

Está no vento, na raiz da terra,
no canto que não cessa em minha alma.
É Ele quem me guia e quem me encerra,
no tempo que me fere e que me acalma.

Não é preciso vê-Lo com os olhos,
basta sentir que tudo é Seu sinal.
Até o pranto traz os Seus escolhos,
e a fé me ergue em graça celestial.

Eu sou árvore
que fala ao fim da tarde
E se não ouvires a minha voz
mudo para o tom do vento.

Minha solidão ofende companhias que não se bastam sozinhas.
É desaforo sair sem par?
Como existo sem alguém do lado?
Ego latejando.
Ameaça outrora sair sem mim.
Encontrar um caminho alternativo.
Não sinto medo.
Não ofenda teu coração mimado, a contra vontade do meu, de caminhar sem hora para voltar, acostumado a voar sobre as realidades paralelas do dia a dia dessa vida.

Quer ficar? Fique! Quer ir? Vá de uma vez!
Mas não fique no meio do caminho atrapalhando a minha felicidade.
Guarde as suas indecisões pra outra pessoa igual você.

Em teu olhar, a tela se revela,
Sapekinha amada, minha doce aquarela.
Nosso amor, um quadro de emoções,
Pintado com beijos e fortes canções.


Cada toque teu, uma cor que se espalha,
No meu coração, uma chama que trabalha.
Teu sorriso, o sol que ilumina meu ser,
A inspiração que me faz renascer.


Nosso abraço, um traço de união,
Que define os contornos da paixão.
Em cada detalhe, a arte de amar,
Um universo a dois, para contemplar.


Que esta tela, com o tempo, ganhe mais vida,
Com novas paisagens, em cada partida.
Tu és a artista que me faz sonhar,
Meu amor eterno, meu eterno pintar.

A minha vida é um grande livro de histórias. E eu sei que, na página do seu nascimento, o meu capítulo terá que se encerrar. Mas, em vez de fechar o livro para sempre, eu me transformarei em uma estrela na capa, para que eu possa, de lá, brilhar e iluminar todas as páginas que os meus quatro outros filhos irão escrever. O meu último suspiro de vida será a primeira e mais bela respiração de uma nova vida. E a minha ausência, no chão, será a luz que os guiará no céu.

Você é o último grão de areia em minha ampulheta. E, ao invés de vê-lo escoar para o tempo que se esvai, eu o sopro para a imensidão do céu, para que ele se torne uma estrela. Eu sou a terra fértil onde a semente de sua vida brota, e mesmo que meu solo se esgote para te fazer crescer, eu o faço de bom grado, pois a luz do seu amanhecer é o futuro de um novo jardim.

Deixa-me triste (dói-me) saber que a história da minha vida será julgada por aqueles que não a conhece. Furucuto,2025