Hoje
"Ontem, vivemos um tempo de muito amor, muita vergonha e pouca declaração.
Hoje, vivemos um tempo de pouco amor, pouca vergonha e muita declaração."
Haredita Angel
22.11.23
Falar verdades hoje em dia tornou-se
um ato revolucionário.
Deus me livre, tornar-me comercial de verdades!
"Hoje, o que importa é que você está aqui comigo.
Amanhã, não importa, pois você continuará aqui no meu coração!"
Haredita Angel
08.08.24
Jesus, não sei o que estou sentindo hoje, mas não é felicidade. Os dias parecem cada vez mais difíceis, fico pensando com tão pouca idade já passo pelo que passo, imagina quando estiver mais velho. Mas acho que sou um ingrato. Hoje tenho minha família com saúde, unida e mesmo assim continuo reclamando e sei que tenho um milhão de coisas para agradecer. Mas, Senhor, todas as noites eu converso com o Senhor. Nós sorrimos e eu te agradeço também, mas mesmo com isso tudo eu continuo sentindo aquele mesmo vazio de sempre. Eu ainda sou um tolo, mas cada dia que você me deixa acordar eu sei que é pra me dar mais uma chance para recomeçar, mas espero que um dia eu possa sentar na mesa da minha casa com meus filhos no futuro e ver que esse meu esforço não foi em vão. Espero mesmo de coração poder dar uma vida melhor para minha família, mas obrigado, senhor Jesus, por mais um dia de vida. Amém!
Um dia perfeito
Hoje é um dia perfeito.
As funerárias estão vazias, quase esquecidas. Não há velórios para organizar nem despedidas para ensaiar. Ninguém morreu hoje. Não houve acidentes fatais, nem tiros encontrando pais de família no caminho de casa. O bandido não matou. O marido não feriu, não agrediu, não matou a própria esposa. Hoje, nenhuma mulher precisou temer dentro do lugar que deveria ser abrigo.
Os hospitais, acostumados ao excesso de dor, estão estranhamente calmos. Leitos vazios, corredores silenciosos, plantões que não correm. Não há filas, não há sofrimento esperando prioridade. Médicos e enfermeiros, desacostumados da paz, redescobrem o peso leve de um sorriso.
Mas, nas maternidades, é diferente.
Ali, a vida faz barulho. Há choro que anuncia começo, não fim. Mulheres que um dia ouviram que não poderiam engravidar agora seguram nos braços a resposta mais bonita que o corpo pode dar. O dia chegou. O filho chegou. O sonho também.
Hoje, ninguém passa fome.
A comida chega a todas as mesas. Talvez não seja banquete aos olhos de quem sempre teve fartura, mas, para quem já teve nada, aquele prato simples vale mais que festa. É o almoço dos sonhos. É dignidade servida quente.
Hoje, não há pessoas em situação de rua.
Não há corpos esquecidos nas calçadas.
Todos têm um lar, um endereço, um lugar onde descansar o corpo e a alma. Todos têm trabalho, o que comer, o que vestir. Vivem, finalmente, com dignidade.
Hoje, o mundo decidiu não machucar ninguém.
E talvez isso seja o mais assustador: perceber que esse dia perfeito não exigiu milagres, apenas escolhas. Não precisou de tecnologia nova nem de discursos bonitos. Precisou apenas de humanidade em prática.
Mas então o despertador tocou.
Acordei.
As funerárias voltaram a funcionar.
Os hospitais encheram outra vez.
A violência retomou seu turno sem atraso.
Tudo aquilo não passou de um sonho breve, desses que parecem possíveis demais para serem verdade. Ao abrir os olhos, vi que o mundo seguia fiel a si mesmo: o que não era para ser normal continuava normal.
A morte voltou a trabalhar.
A fome voltou a rondar.
A injustiça não perdeu o endereço.
Ainda assim, algo do sonho ficou.
Porque talvez o dia perfeito não precise começar no mundo. Talvez ele comece dentro de você. Se o mundo insiste em ser duro, ser melhor já é um ato de rebeldia. E, se houver a chance de ser gentil, exagere. Exagere mesmo. Sem cálculo, sem economia.
Talvez eu não consiga salvar o dia inteiro.
Mas posso salvar um gesto.
Uma palavra.
Um instante.
O mundo não mudou quando acordei.
Mas eu posso mudar antes de dormir.
Hoje eu lembrei de você enquanto me maquiava.
Não por saudade anunciada,
mas por um gesto pequeno,
desses que moram no cotidiano e doem depois.
O delineado seguia firme,
parava no meio do olho,
como sempre parou.
E foi aí que você apareceu —
na memória, não no espelho.
Lembrei daquele dia em que você percebeu
o detalhe que quase ninguém nota.
Metade do traço,
metade do olhar,
inteiro na atenção.
Fiquei encantada não pelo elogio,
mas pela forma como você me via.
Como quem enxerga
o que não grita,
o que não pede,
o que só existe.
É estranho como o tempo faz isso.
Meses passam,
o nome silencia,
o sentimento dorme.
Mas basta um traço torto,
uma manhã qualquer,
e o passado volta sem pedir licença.
Você não voltou.
Foi só a lembrança.
Mas ela ficou ali,
sentada no canto do meu reflexo,
me olhando terminar aquilo
que nunca chegou ao fim.
Talvez algumas pessoas
não foram feitas pra ficar.
Foram feitas pra aparecer de repente,
num espelho,
num detalhe,
numa memória que insiste
em não desaparecer.
Se algo vos aborrecer hoje, lembrem-se de encarar com um sorriso! O SORRISO É LUZ e o que for obscuro se tornará claro.
Hoje voltou a saudade
Do sonho que vive em mim
É uma presença sentida do desconhecido,
Dum sentido amor tão cúmplice
Que não sei explicar, apenas sentir!
Por vezes adormece e eu fico confusa
E penso... o sonho morreu!
Se é saudade dum amor sonhado
porque, o sinto tão intenso e belo?!
Eu sei, a minha alma pressente-te
Sinto-me sorrir, de sonhar o teu sorriso terno.
Não sei se te idealizo, mas gosto...
Não há incoerência.
Sinto-me prisioneira do meu sonho
O meu corpo desconhece-te, eu sei
Embora te sinta!
Mas na intimidade da minha alma
Serás eternamente reconhecido
Eu sinto e gosto...
Tu és a estrela, a única que brilha ao luar.
Encontro-te nas ondas do mar
Imagino-te no topo da montanha
Sinto o teu perfume numa singela flor
Dá-me um sinal da tua presença!
Deixa o meu amor percorrer-te de mansinho
Quero ouvir a tua voz sussurrando "amo-te"
Entrelaçados para sempre meu amor.
Ao amanhecer vou esperar por ti
Quem sabe desembarcas no porto
Onde aguardo serena a tua chegada.
O mar conhece os meus desabafos
Divido com ele o meu sonho
As ondas beijam meus pés
Enquanto caminho sobre a areia
E o sal alimenta a minha esperança
Dizendo, não desistas, volta amanhã.
Marília Masgalos
Para meu leitor
Na menina que fui, está a mulher, mãe, amiga, esposa que hoje
sou e vou continuar me tornando a ser até o fim. Lá nasceram meus
amores, meus medos, minha inesgotável busca de entendimento
para algumas coisas da vida, amizades, coragem, meus valores e
segredos. Relatos e lembranças que perto ou longe estão ao meu
redor, dentro de mim, porque somos marcados sim, pela realidade
do nosso meio familiar, escolar e cultural. Não temos como fugir
disso, somos muito de nossos pais e do meio em que vivemos. Até
podemos mudar no decorrer da vida, mas é em função disso que
atuaremos em toda a nossa história, no nosso jeito de ser, de falar,
na criação e educação de nossos filhos; no nosso silêncio, no que
realmente toca nosso coração.
Hoje, não durmo nem acordo ancorada nas ordens e cuidados
de meus pais. Atravesso meu mundo sem o pé de seriguela no
quintal de casa para subir, sem a cama de mamãe para me esconder
nas noites de trovões e tempestades. Sem o barulho e alegria de
papai chegando. Eu me superei sem o colo de meus avós e tias por
perto. Sem os banhos de chuva que tomávamos na rua de roupa e
tudo, agradecendo a Deus pela água que caía. A melhor sensação de
tantas que já vivi! Cedo aprendi no meu nordeste a agradecer pela
água que caía, que corria, e tornava verde meu sertão, a ser grata
pela vida dos bichos, pela vida de todo rico e pobre.
Hoje, quero também agradecer por você estar aqui e tocar meu
coração com suas mãos, por este livro, por este ano um grande
influenciador de minha vida com suas metas e propósitos, por todo que acolhi e colhi, pelo novo olhar que busquei, e mais livre estou.
Agradeço a Deus pela vida recebida e pela família que ele me deu.
Por meus filhos, pela infância e bagunça gostosa de todos os dias,
por meu marido, por todos vocês que fazem parte de tudo isso, de
toda história que continua aqui nas próximas páginas que virão.
Obrigada!
Que sejamos felizes!
TEXTO FINAL DA OBRA Um de meus olhares por Lina Veira
Exercícios de Pensar
Texto I: Pensar
Pensar, hoje, é um ato raro. Por isso, poucas almas se dispõem a levá-lo avante.
Não porque a inteligência tenha desaparecido, mas porque a pressa domina muitos.
Pensar exige repouso, e o repouso é visto como luxo. Exige dúvida, e a dúvida incomoda quem vive sob cuidados intensivos de certezas prontas demais. Por isso, pensar tornou-se uma resistência silenciosa.
Como todos os textos, este não pretende convencer ninguém. Quer apenas lembrar que, o pensamento à deriva, a vida transforma-se em repetição.
#ExercíciosDePensar
Hoje eu escolho ter fé em Deus!
Hoje eu escolho acreditar que tudo vai dar certo,
mesmo que os olhos da razão digam o contrário.
Hoje eu escolho a paz...
Hoje eu escolho a beleza
Hoje eu escolho o fácil e o leve...
Hoje eu escolho a alegria e o amor!
Hoje eu escolho aceitar o outro como o outro é.
Hoje eu escolho o perdão...
O deixar pra lá,
o distanciamento,
o silêncio e até a solidão...
Hoje eu escolho ser feliz,
sendo grato pelas pequenas coisas do dia a dia.
Hoje eu escolho você que me escolheu!
Bill Oliveira William
Procura.
Hoje estou a me procurar, me perdi de mim. Não me encontro em lugar algum. Será que estou na noite fria ou no dia ensolarado?
Onde posso me encontrar? No seu caminho incerto, na estrada que não tem parada. Me perder de mim é encontrar a liberdade que não sou capaz de encontrar. Ser o que não sou ou de não ser o que sou.
Na incerteza do caminho, encontro a minha verdade, que não está no destino, mas na jornada da minha história.
Maria Bueno 💜
Hoje, continuo sendo uma boa pessoa e cada dia melhor, mas, vibrando alto, no topo da consciência, não para controlar, mas para me controlar, para ver o mundo real, como ele é, sem as máscaras, enxergo cada movimento que fazem, cada manipulação traiçoeira e cada manipulação do amor, sei onde me querem e onde não me querem, sei onde ir e onde não ir, estar com a vibração alta é estar sempre no paraíso, pois você se torna um guia de si mesmo consciente, sua mente não te sabota mais, você sabe o que quer e pra onde quer ir e simplesmente vai, sem medo, sem tristeza, sem sabotagem, e eu quero ir apenas onde o amor Estiver.
O amor me escolheu 1997
Paulo Ricardo album
Eros e psyque
Os que partiram antes de nós, hoje dançam o baile da eternidade. E nós que aqui ficamos entoamos o hino da saudade.
O coveiro desempenha o trabalho mais recíproco do mundo, pois a mão que hoje
enterra, amanhã estará entrelaçada à espera de outra mão que o enterre.
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