História Verdadeira

Cerca de 30045 frases e pensamentos: História Verdadeira

Preservar o patrimônio imaterial é de fundamental importância para sociedade, por preservar sua identidade cultural e histórica.

Inserida por yhuldsbueno

Eramos 4.
E nós 3 o enterramos.
Eramos 3.
E nós 2 o enterramos.
Eramos 2.
E eu a enterrei 💔.

Inserida por teu_padrasto

Brincando, as pessoas tem uma desculpa para dizer coisas que normalmente nunca diriam. Por isso, brincalhões tendem a serem mais verdadeiros.

Inserida por Currs

⁠Já paguei minhas contas,meus pecados.
Não devo nada a ninguém.
Não quero ser julgado, avaliado, colocado a prova.
Não tenho curriculum, tenho história.
E é minha, mas escrita a muitas mãos.

Se quer me entender, me conhecer
Terá que refazer meus passos, um a um
Observar as bifurcações, escolher o caminho
Tropeçar nas mesmas pedras, querer desistir a cada curva, mas persistir.

Não vou me explicar, me justificar, me apresentar.
Não me obrigado a isso. Não sou candidato a nada.

Olhe nos meus olhos e, se quiser, ande ao meu lado.
Senão siga o seu, seja feliz, tenha sucesso, mas não olhe pra trás.
Não estarei lá.

Inserida por ulisses_formiga

⁠O JORNAL NO CENÁRIO CONTEMPORÂNEO: UM AGENTE HISTÓRICO
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“Os jornais têm constituído até hoje parte obrigatória do mundo moderno, desde a modernidade industrial, e também nos nossos tempos contemporâneos, já sob o contexto da sociedade digital. Podemos tê-los na sua forma mais tradicional – o periódico impresso – ou nos formatos e suportes eletrônicos que se tornaram possíveis com as tecnologias de informação e comunicação. Sob a forma de cadernos impressos de papel que são vendidos em bancas de jornal nas vias públicas, de modo a oferecer aos seus leitores conteúdos os mais diversificados, ou nas suas formas de áudio ou de imagem-movimento dirigidas aos espectadores de rádio e televisão – e ainda nos mais variados formatos digitais apresentados sob a forma de blogs, lives e mídias alternativas – os jornais seguem nos dias de hoje como importantes meios de informação, de comunicação e de produção de discursos, interferindo na história de muitas maneiras, ao mesmo tempo em que, eles mesmos, também são produtos da história.
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Muitas são as complexas relações dos jornais com a história – seja a história entendida como campo de processos e acontecimentos no qual estamos todos mergulhados, seja a História produzida pelos historiadores que buscam retratar, representar e analisar estes processos e acontecimentos através de um meticuloso trabalho sobre fontes históricas de todos os tipos.
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Podemos entender os jornais, já de saída, como poderosos instrumentos que são utilizados por forças diversas para agir sobre a história, e aqui podemos relevar o papel dos editores e profissionais que produzem os jornais, mas também reconhecer a importância de mesmo nível dos leitores, que não deixam de exercer suas pressões sobre os conteúdos que adentram as páginas dos jornais de todos os tipos. Compreender o jornal não como um veículo passivo e neutro de informação, mas também como um sistema capaz de produzir e difundir discursos e instaurar um processo de comunicação que nada tem de neutro, é fundamental para termos a devida consciência da função dos jornais como agentes e instrumentos capazes de interferir na história.
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Se o jornal transmite informações, ele também produz opiniões, discursos, análises da realidade que são geradas na sociedade envolvente e que a ela retornam. São capazes, os jornais, de revelar verdades e aspectos da realidade que certos interesses políticos e econômicos prefeririam conservar ocultos; mas também é dos jornais a possibilidade de construir meias-verdades, de silenciar sobre certos fatos e não outros, de selecionar e redefinir a informação a ser transmitida. A um só tempo, os jornais retratam e elaboram representações da realidade, e já modificam e interagem sobre esta mesma realidade.
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A função de agente histórico – situando os textos jornalísticos como sujeitos e instrumentos capazes de intervir no mundo – é, portanto, a primeira relação que os jornais estabelecem com a história, neste momento compreendida em seu sentido de ‘campo de acontecimentos’”.
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[trecho extraído de BARROS, José D’Assunção. ‘O Jornal como Fonte Histórica’. Petrópolis: Editora Vozes, 2023]

Inserida por joseassun

⁠A PESQUISA CIENTÍFICA É UMA VIAGEM
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“Iniciar uma Pesquisa, em qualquer campo do conhecimento humano, é partir para uma viagem instigante e desafiadora. Mas trata-se decerto de uma viagem diferente, onde já não se pode contar com um caminho preexistente que bastará ser percorrido após a decisão de partir.
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Se qualquer viagem traz consigo uma sensação de novidade e de confronto com o desconhecido, a viagem do conhecimento depara-se adicionalmente com a inédita realidade de que o caminho da Pesquisa deve ser construído a cada momento pelo próprio pesquisador. Até mesmo a escolha do lugar a ser alcançado ou visitado não é mera questão de apontar o dedo para um ponto do mapa, pois este lugar deve ser também ele construído a partir da imaginação e da criatividade do investigador.
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Delimitado o tema, o problema a ser investigado, ou os objetivos a serem atingidos, o pesquisador deverá em seguida produzir ou constituir os seus próprios materiais – pois não os encontrará prontos em uma agência de viagens ou em uma loja de artigos apropriados para a ocasião – e isto inclui desde os instrumentos necessários à empreitada até os modos de utilizá-los.
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É assim que, se qualquer viagem necessita de um cuidadoso planejamento – de um roteiro que estabeleça as etapas a serem cumpridas e que administre os recursos e o tempo disponível – mais ainda a viagem da Pesquisa Científica necessitará deste instrumento de planejamento, que neste caso também será um instrumento de elaboração dos próprios materiais de que se servirá o viajante na sua aventura em busca da construção do conhecimento. Este é o papel do Projeto na Pesquisa Científica”
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[BARROS, José D'Assunção. ‘O Projeto de Pesquisa em História”. Petrópolis: Editora Vozes, 2004]

Inserida por joseassun

⁠Viva em paz

A paz não tem preço
Somente apreço
Busque sempre
Rabisque sempre
Qualquer projetinho que seja
Para realizar a paz verdadeira
Encontre esse mapa
Ele é o seu tesouro
Fará você caminhar
Com paz no coração

Inserida por PeregrinoCorrea

⁠Entender a essência das pessoas vai além das palavras. É sentir suas emoções, compreender seus sonhos e respeitar suas dores. Cada indivíduo carrega uma história única, feita de experiências e aprendizados. Quando olhamos com empatia e escutamos de coração aberto, conseguimos enxergar a verdadeira essência que nos conecta.

Inserida por MarceloViana

Uma reflexão profunda sobre o poder da ilusão nos leva a questionar: não seria o maior triunfo do maligno não a falsa crença de sua inexistência, mas sim o fato de ter enredado Deus nas amarras da religião, fazendo com que muitos vejam o divino como refém das instituições, quando, na verdade, o ser humano deveria compreender que sua dependência de Deus transcende qualquer sistema religioso?
Deus está além de qualquer sistema, e a verdadeira dependência deveria ser do ser humano para com Deus, independente de doutrinas ou crenças.⁠

Inserida por danielmachadotalk

⁠Saudades

É uma energia magnética que nos contagia para ficarmos juntinhos, Coladinhos: lado a lado...
Amizades verdadeiras são assim,por isso é maravilhoso estar aqui com você, porque faz bem para a auto estima, fortalece a caminhada e assim, somos gratos por existirmos... Ter você comigo!...
Felicidades, viu!... Você é especial para mim!
Paz no coração

Inserida por PeregrinoCorrea

⁠Erva-Mate: Alma e Tradição

No coração da terra guarani,
Nasceu a erva-mate, presente divino,
Histórias de lutas, glórias e dor,
Enraizadas no solo, no amor.

No passado distante este fato ocorreu, conta a lenda que um velho guerreiro,
Cansado, sem forças, sem paradeiro,
Foi abençoado por uma divindade Guarani com uma muda de erva-mate, símbolo de união força e amizade

Na roda de Tereré, a sede se desfaz,
Entre amigos e desconhecidos, a paz, erva-mate.

Patrimônio imaterial da humanidade,Unindo povos, criando irmandade.

Ponta Porã e Pedro Juan, cidades gêmeas, Na fronteira, histórias que o tempo semeia. De um passado cheio de lutas e glória,

A erva-mate, se torna a guardiã da amizade e da memória.

Seu poder de curar a alma e o coração,
Transforma a dor em união.

Na roda de Tereré, surge a boa conversa,
Erva-mate, tradição que nunca cessa.

Prof. Me. Yhulds Bueno

Inserida por yhuldsbueno

⁠A ESCOLHA DO TEMA DE PESQUISA
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“A escolha de um tema para pesquisa mostra-se diretamente interferida por alguns fatores combinados: o interesse do pesquisador, a relevância atribuída pelo próprio autor ao tema cogitado, a viabilidade da investigação, a originalidade envolvida. Mas é preciso reconhecer que, por outro lado, a estes fatores mais evidentes vêm se acrescentar inevitavelmente outros dos quais o próprio pesquisador nem sempre se apercebe. Existe por exemplo uma pressão indelével que se exerce sobre o autor a partir da sua sociedade, da sua época, dos paradigmas vigentes na disciplina em que se insere a pesquisa, da Instituição em que se escreve o pesquisador, ou do conjunto dos seus pares virtuais e concretos.
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Tudo isto incide de maneira irresistível e silenciosa sobre o autor, mesmo que disto ele nem sempre se dê conta. Tornar-se consciente dos limites e desdobramentos sociais e epistemológicos de uma temática é uma questão estratégica importante para aquele que se empenha em viabilizar uma proposta de pesquisa, sendo forçoso reconhecer que o sucesso na boa aceitação de um projeto depende em parte da capacidade do seu proponente em conciliar os seus interesses pessoais com os interesses sociais mais amplos. Começaremos então por aqui.
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Já se disse que um tema de pesquisa histórica (ou de qualquer outra modalidade de pesquisa) deve ser relevante não apenas para o próprio pesquisador, como também para os homens de seu tempo – estes que em última instância serão potencialmente os leitores ou beneficiários do trabalho realizado. Daí a célebre frase, cunhada por Benedetto Croce e reapropriada por Lucien Febvre, de que “toda história é contemporânea”. Sempre escrevemos a partir dos olhares possíveis em nossa época, e necessariamente escreveremos não só sobre aquilo que de nossa parte consideramos ser relevante, mas também sobre aquilo que tem relevância para nossos próprios contemporâneos. Tirando eventuais arroubos visionários e prenunciadores de interesses futuros, todo historiador tem pelo menos um de seus pés apoiado no seu tempo. Por trás de sua escrita, é a um leitor que ele busca (conscientemente ou não).”
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[trecho extraído do livro ‘O Projeto de Pesquisa em História”. José D’Assunção Barros. Petrópolis: Editora Vozes, 2024. 20ª reimpressão]

Inserida por joseassun

O meu desejo é estar perto de você, não apenas fisicamente, mas também emocionalmente. Quero ser um porto seguro, um lugar onde você possa se sentir acolhida, compreendida e amada. Quero ser a sua companhia, o seu apoio, e juntos construirmos uma história linda.

Inserida por eraldocosta13

Conversar com você é como respirar, me preenche e me faz sentir vivo. Adoro ouvir sua voz, suas ideias, suas histórias.

Inserida por eraldocosta13

⁠A essência da Arte é a sinceridade! O artista que perde a genuinidade da arte, o artista que se rende ao mercado e faz arte, antes, para lucrar, perde a conexão com público, e, portanto, a arte se perde dele. Dinheiro é importante sim, mas este nunca deve ser o objetivo inicial. O autêntico - real, puro e verdadeiro - é que chega nos corações e faz a arte existir.

Inserida por thaisfalleiros

⁠A educação com excelência é aquela que além de intruir, educa para a vida, portanto, a sua eficiência não está em resultados aferidos em avaliações externas, mas nas ações de seus discípulos na escola e fora dela.

Inserida por joseni_caminha

⁠O professor não pode olhar para a falta de interesse de um aluno aos assuntos da escola, sem ver a realidade a qual esse aluno está inserido e, muito menos, a sua história de vida.

Inserida por joseni_caminha

Havia um cachorro no quintal. Toda vez que eu me aproximava para alimentá-lo, ele vinha e me mordia. Eu levava petiscos, tentava ganhar sua confiança, mas a reação era sempre a mesma: um olhar desconfiado seguido de uma mordida. No começo, eu não entendia. Por que ele reagia assim? Eu só queria cuidar dele, mas parecia que ele via em mim um inimigo.

Com o tempo, fui descobrindo o motivo. Esse cachorro, antes de estar comigo, tinha um dono que o maltratava. Alguém que não o alimentava direito, não lhe dava carinho, e talvez só se aproximava para punir ou ignorar suas necessidades. Esse passado de dor e desconfiança se refletia em cada mordida que ele me dava, em cada vez que ele se retraía ao menor gesto de aproximação.

Mesmo assim, eu insistia. Dia após dia, voltava ao quintal, levando comida e esperando pacientemente que ele me visse como alguém diferente. Mas nada mudava. Ele continuava me mordendo, como se eu fosse a sombra do antigo dono.

Então, um dia, decidi não ir mais até ele. Resolvi deixá-lo sentir minha ausência, para que ele percebesse a diferença entre o que tinha sido e o que poderia ser. Por alguns dias, mantive distância. E foi só então que ele começou a entender. Senti sua falta e percebi que ele também sentia a minha. Ele finalmente compreendeu que eu não era aquele que o machucava, mas o que tentava lhe dar uma nova chance.

Mas, quando ele se deu conta, já era tarde. O tempo que passei tentando ganhar sua confiança foi também o tempo em que, pouco a pouco, fui me cansando de ser mordido. Agora, que ele parecia querer minha presença, já não sentia o mesmo. Eu não queria mais correr o risco, não queria mais me machucar.

Às vezes, mesmo com boas intenções, não conseguimos consertar as feridas que outros deixaram. A desconfiança, quando alimentada por muito tempo, pode ser mais forte que a vontade de recomeçar. E, assim, cada um seguiu seu caminho: eu, ainda com a lembrança das mordidas, e ele, talvez com o arrependimento de quem demorou demais para confiar.

Inserida por EvansAraujo1

***Mais Um Dia**

Rami , acordou com o toque do despertador e sentiu, como sempre, o vazio ao seu lado. O travesseiro onde Adam, costumava dormir ainda tinha o leve perfume dele, mesmo meses depois que ele havia partido. Ela puxou o cobertor um pouco mais, como se pudesse esconder o vazio dentro dela, mas o dia precisava começar.

"É só mais um dia", pensou.

Enquanto caminhava até a cozinha, as memórias insistiam em se misturar aos passos. Lembrava-se de como eles costumavam preparar o café juntos, a risada de Adam ecoando pelas paredes da casa enquanto ele fazia piadas sobre suas manhãs preguiçosas. Rami abriu o armário, pegou a caneca favorita dele e, por um instante, hesitou. Aquele ritual parecia sem sentido agora, mas algo a fazia repetir os passos, talvez na tentativa de se sentir próxima dele outra vez.

Ela saiu para o trabalho e, a cada esquina da cidade, alguma lembrança surgia – um restaurante onde almoçaram, a praça onde sentaram para conversar até o anoitecer, o café onde planejavam os sonhos que jamais aconteceriam.

Ao longo do dia, as pessoas ao redor de Rami não percebiam o que se passava por dentro dela. Para eles, era apenas mais um dia normal. Mas para Rami , era mais um dia sem ele. Um dia de dor silenciosa, de um desejo calado de que, de alguma forma, ele pudesse entender a falta que fazia.

Naquele fim de tarde, sentada no parque onde sempre passeavam, ela olhou o pôr do sol e tentou se convencer de que o tempo iria curar tudo, que a saudade um dia se tornaria apenas uma lembrança. Ela sabia, porém, que algumas marcas ficam mais profundas, e que o coração demora para aprender a andar sozinho.

Mesmo que ninguém percebesse, Rami sabia que cada dia era uma batalha. Ela apenas respirava fundo, murmurava para si mesma que tudo ficaria bem... e, então, seguia em frente.

Evangehlista Araujjo O criador de histórias

Inserida por EvansAraujo1

Pra que buscar várias se uma que te apoia já vale por todas?

Inserida por zL1p3z