Hipopotamo com Alma de Anjo

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No Pleroma, não há reis nem escravos, apenas consciência pura em movimento. — Pleroma supremo | Guilherme Abner, Amazon

Quem toca o Pleroma percebe que o tempo e a forma são meras ilusões. — Pleroma supremo | Guilherme Abner, Amazon

Pleroma é o vazio que tudo preenche, a força invisível que sustenta a realidade. — Pleroma supremo | Guilherme Abner, Amazon

A pausa no tempo não é ausência, é o poder de tudo se tornar visível. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon

O Pleroma guarda a luz que os Arcontes tentam esconder. — Pleroma supremo | Guilherme Abner, Amazon

Na pausa do tempo, cada instante revela a eternidade que ignoramos. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon

A sabedoria do Pleroma não se ensina; se desperta. — Pleroma supremo | Guilherme Abner, Amazon

O ressentimento é o cimento do pertencimento político.

Gente livre não se curva, não se captura; ressentidos se deixam domesticar.

Quem lidera pelo ressentimento não liberta: aprisiona, alinha, captura.

Há quem não queira libertar; usa ressentidos para formar partidos.

Alimentam ressentimentos, fabricam pertencimentos, governam sentimentos.

Liberdade produz sujeitos; ressentimento produz rebanhos.

“A hora é agora. O excesso de futuro também paralisa.”

Boa escrita nasce quando o pensamento aprende a respirar no presente. O amanhã agradece, mas quem decide é sempre o agora.

“ há 2 tipos de pessoas as q enfrentam as adversidades e as q fogem. Fugir eh melhor”

“Muitas vezes, entre amigos e colegas, me obrigo a sorrir para que ninguém perceba. Aceno, convenço — e desempenho bem o papel de um bom ator.”

“Que a vida não me encontre distraído quando o eterno vier me buscar; quero partir com os olhos cheios de mundo e a alma transbordando de consciência.”

No vazio da pausa, o poder se revela sem palavras, sem movimento, sem limites. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon

“Responsabilidade não é um conceito abstrato que se aprende observando a vida à distância; ela se constrói no peso das escolhas e no risco real de caminhar com as próprias pernas. Crescer exige enfrentar as próprias limitações, sustentar o próprio caminho e assumir as consequências do que se decide — inclusive o caos que isso provoca. Quem nunca atravessou esse território costuma enxergar o erro alheio com facilidade, não por lucidez, mas porque jamais se permitiu a vulnerabilidade de tentar por si mesmo. É simples parecer centrado quando não se administra a instabilidade da independência. Difícil, e raro, é sustentar a própria vida sem terceirizar decisões e ainda assim seguir adiante com consciência.”