Hipopotamo com Alma de Anjo

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Silenciar
são voos com asas livres que permitimos
a nossa alma .

Eu sempre acordo confusão
Mas adormeço com minh'alma
em Paz e meus Pés no chão!

Às vezes a dor é tanta que a alma quer sair correndo do corpo... Fugir para um lugar, não necessariamente o Paraíso, mas qualquer lugar que sejam teus abraços....

Acalentava vontades, desejos e sonhos pintados na tela da alma, mas tudo gira no compasso do universo, a roda do tempo não parou. E assim, entre voltas e distâncias, a vida tratou de me levar para longe de você.

A força que habita em mim rejeita tua ausência,
que assola minha alma mesmo em seu melhor momento.
A falta que você faz é imensa
nenhum vazio se preenche com silêncio na tua presença.

A renúncia é ponte sutil entre a indulgência e a clemência, conduzindo a alma humana aos novos tempos, onde o aprendizado floresce em caminhos ainda não trilhados.

O corpo está cansado, quebrado, machucado por tantos motivos e razões. Até a alma, desbravada e devastada, já não encontra forças nem no orgulho para lutar. Neste estágio, o mais sensato é renuncia, e começar tudo outra vez.

Encontrar o amor de quem sabe onde está não é simples. É mais sábio contemplar a alma livre e permitir-se explorar novos horizontes.

Minha alma é vintage, mas meu fone é moderno.

A paixão do homem não é razão nem lógica para amar; é o instinto, o impulso da alma livre que trabalha em prol de encontrar um amor despedaçado e restaurar nele uma nova esfera de vida e amor.

A alma não tem certeza do que virá, nem traça planos para o amanhã; a morte não a abala, nem antes, nem depois.

Nem um passo além da alma em fúria acalmará o oceano.
Ir à praia e ver a lua prateada, molhada na areia,
é sentir que a distância entre o mar e a praia
é a mesma que me separa de te encontrar.

Quem ama as cicatrizes da alma aprendeu que a vida não é difícil; são apenas caminhos transformados para curar e edificar o amanhã. Afinal, todo aprendizado é importante quando existe amor.

Espírito, alma e corpo lutam, forjados na mesma carne, e dizem que a carne é fraca. Mas como pode ser fraca, o espirito alma corpo é o templo do Criador deste o começo de tudo.

Fui cinzas antes de ti,
corpo exausto, alma em ruínas,
tu, tempestade de desejo,
queimaste-me com ternura feroz.Teus lábios, abismos de prazer,
afogaram minha antiga carência,
e em teus braços — cárcere e abrigo —
renasci em nova pele, novo ser.És feitiço e salvação,
bruxa de luz, amante sem freios,
selaste em mim tua marca viva:
felicidade, vertigem, emoção.No limiar do meu fim,
quando a esperança já era pó,
teu amor me ressuscitou
sou agora teu, eterno amor.

O amor retalhado na alma, fruto do pouco tempo dedicado a quem não o acolheu,
é um amor menino — livre para descobrir horizontes,
mas ainda inocente e inexperiente,
por não conhecer os tropeços que o tempo ensina a suportar.

A alma segue sem corpo, distante do espírito,
para que a morte não alcance o corpo cansado,
em lenta decomposição.Um corpo sem vida perambula
nas fronteiras do vazio,
ouvindo apenas a voz muda do silêncio.Por misericórdia — ou compaixão —
a alma abraça o corpo inerte,
fugindo dos olhos da morte.O espírito observa, impassível,
a luta da alma pelo corpo sem vida.No fim, a alma não deseja a morte do corpo,
pois compreende:
sem a alma, o corpo não morre —
apenas permanece esquecido,
à margem da eternidade...

Desperto das profundezas da minha alma, onde por tanto tempo repousaram sentimentos silenciados — sufocados pelo peso do arrependimento e pela ausência de compreensão. São emoções que, até hoje, permanecem invisíveis aos olhos daqueles que jamais tocaram a felicidade intensa e verdadeira que um dia me habitou. Essa felicidade, tão vívida em mim, tornou-se um segredo mal interpretado, uma memória que pulsa em silêncio, esperando ser reconhecida..

Linda, és como um livro raro – minha visão alcança a capa, mas tua alma é o enredo de felicidade.

Na escuridão abissal da alma, o silêncio ecoa como um lamento antigo, implorando por misericórdia e compaixão.
Um grito, nascido do assombro e do medo, ergue-se suplicante, rasgando o vazio:
— Tenha piedade! Estou à deriva neste oceano sem margens,
cercado de presenças espectrais, mas condenado à solidão absoluta e só,
como quem caminha entre sombras e jamais encontra repouso no devastado vazio..