Hipocrisia William Shakespeare Amor
Eu quero ser o sol que toca sua pele
Apenas para aumentar e irradiar o seu brilho.
Quero me perder em seus olhos
Apenas para me encontrar no seu singelo sorriso.
Eu quero sentir seus lábios e provar que o ar que se evapora do seu peito é feito do mesmo fogo que consome todo o meu sentido.
Quem me dera a imaginação navegar uma quimera flamejante sobre o turbilhão do céu de ouro. Das iscas, as redes gravitacionais, pélago céu bem-aventurado aos sopros das velas aformoseia o rosto ouro e nuvens alegres que entorna do céu à terra.
Não preciso de um livro para escrever algo, basta-me um espaço em branco para descrever uma história inteira.
Somente o olhar pode sustentar toda a direção e inversão de sentido pela percepção sensorial no universo.
Que sejam apenas pensamentos de escapar da realidade e não retornar ao seu estado natural, derretendo como mingau no meio de uma jornada fractal, jogando fora a chave do hospício e fugindo em uma viagem astral.
Não adianta pensar em preservar a natureza no futuro, quando toda a vida que vivemos está no agora.
Dizem que quando partimos, uma nova estrela ilumina o céu ao som de um silêncio profundo em todo o universo.
Então sorria e enfrente tudo com alegria, pois o mundo nunca vai parar de girar por causa de nossos temores ou tristezas.
