Hipocrisia William Shakespeare Amor
Minha vontade e meu desejo se transformaram pelo amor, o amor que move o sol e todas as outras estrelas.
Tempo De Amor
Ah, bem melhor seria
Poder viver em paz
Sem ter que sofrer
Sem ter que chorar
Sem ter que querer
Sem ter que se dar
Ah, bem melhor seria
Poder viver em paz
Sem ter que sofrer
Sem ter que chorar
Sem ter que querer
Sem ter que se dar
Mas tem que sofrer
Mas tem que chorar
Mas tem que querer
Pra poder amar
Ah, mundo enganador
Paz não quer mais dizer amor
Ah, não existe coisa mais triste que ter paz
E se arrepender, e se conformar
E se proteger de um amor a mais
O tempo de amor
É tempo de dor
O tempo de paz
Não faz nem desfaz
Ah, que não seja meu
O mundo onde o amor morreu
Ah, não existe coisa mais triste que ter paz
E se arrepender, e se conformar
E se proteger de um amor a mais
E se arrepender, e se conformar
E se proteger de um amor a mais
O AMOR é substancia criadora e mantenedora do Universo, constituído por essênia divina.
É um tesouro que, quanto mais se divide, mais se multiplica, e se enriquece à medida que se reparte.
Mais se agiganta, na razão que mais se doa. Fixa-se com mais poder, quanto mais se irradia.
Nunca perece, porque não entibia nem se enfraquece, desde que sua força reside no ato mesmo de doar-se, de tornar-se vida.
Assim como o ar é indispensável para a existênia orgânica, o AMOR é o oxigênio para a alma, sem o qual a mesma se enfraquece e perde o sentido de viver.
É imbatível, porque sempre triunfa sobre todas as vicissitudes e ciladas.
Quando aparente - de caráter sensualista, que busca apenas o prazer imediato - se debilita e se envenena, ou se entorpece, dando lugar à frustação.
Quando real, estruturado e maduro - que espera, estimula, renova - não se satura, é sempre novo, ideal, hamrônio, sem altibaixos emocionais. Une as pessoas, porque reune as almas, identifica-as no prazer geral da fraternidade, alimentando o corpo e dulcificando o eu profundo.
O prazer legítimo decorre do AMOR pleno, gerador da felicidade, enquanto o comum é devorador de energias e de formação angustiante.
O estado de prazer difere daquele de plenitude, em razão de o primeiro ser fulgaz, enquanto o segundo é permanente, mesmo que sob a injunção de relativas aflições e problemas-desafios que podem e dever ser vencidos.
Somente o AMOR real consegue distingui-los e os pode unir quando se apresenem esporádicos.
A ambição, a posse, a inquietação geradora de insegurança - ciúme, incerteza, ansiedade afetiva, cobrança de carinhos e atenções - a necessidade de ser amado, caracterizam o estagio do amor infantil, obsessivo, dominador, que pensa exclusivamente em si antes que no ser amado.
A confiança, suave-doce e tranquila, a alegria natural e sem alarde, a exteriorização do bem que se pode e se deve executar, a compaixão dinâmica, a não posse, a não dependência, não exigênia, são benesses do AMOR pleno, pacificador, imorredouro.
Mesmo que se modifiquem os quadros existenciais, se alterem as manifestações da afetitividade do ser amado, o AMOR permanece libertador, confiante, indestrutivel.
Nunca se impõe porque é espontaneo como a própria vida e irradia-se mimetizando, contagiando de jubilos e paz.
Expande-se como um perfume que impregna, agradavel, suavemente, porque não é agressivo nem embriagador ou apaixonado...
O AMOR não se apega, não sofre a falta, mas frui sempre porque vive no intimo do ser e não das gratificações que o amado oferece.
O AMOR DEVE SER SEMPRE O PONTO DE PARTIDA DE TODAS AS ASPIRAÇÕES E A ETAPA FINAL DE TODOS OS ANELOS HUMANOS
No amor desesperado é sempre assim, não é? No amor desesperado, nós sempre inventamos os personagens dos nossos parceiros, exigindo que eles sejam o que precisamos que sejam, e depois ficando arrasados quando eles se recusam a desempenhar o papel que nós mesmos criamos.
O amor é um acidente esperando pra acontecer... O desejo é um estranho que você pensa conhecer... A intimidade é uma mentira que contamos à nós mesmos... A verdade é um jogo que jogamos para vencer... Se você acredita em amor à primeira vista você nunca para de procurá-lo...
O Amor
Delicado e suave como o vento,
Devastador como um furacão.
Resumido em um belo momento,
Povoado de grande emoção.
Pode durar um infinito segundo,
Ser breve por um ano inteiro.
Parecer o melhor do mundo
E entre todos ser o verdadeiro.
Pode vir carregado de dúvida,
Ser dúvida enquanto durar.
E que dure pela eternidade...
Que fale por toda uma vida,
Vida que se dá para amar.
Um amor que deixou saudade!
Nosso amor é aquele sentimento forte, único e verdadeiro, que, mesmo com o passar do tempo e com a distância que existe entre nós, jamais se desgastará, pois pertencemos um ao outro, juntos em um só coração. Te amo.
“Abençoados são aqueles que permitem a si mesmos serem contagiados com a festividade, com o amor, com a paz,
com o silêncio e a celebração”.
Pra mim, as pessoas passam tempo demais procurando alguém para completá-las. Quantos acham o amor perfeito? E, dos que acham, quantos fazem durar?
Amor, escrevo esta carta e me abro
espero que leia e entenda o meu lado!
É que venho sofrendo há tanto tempo que nem
sei por onde começa a explicar, oh meu bem.
Quando meu olhar tente entender,
não tenha pena de mim pelo que venha a saber,
não posso mais suportar, por isso devo dizer.
Garoto, eu amo você!
Você é como a luz que desnuda as trevas
É a paz que habita no momento da guerra.
E não há nesse mundo beleza maior.
Sem você, meu amor, para sempre estarei só
a poesia se confunde com a realidade
pois tudo que te escrevo é a pura verdade,
é o modo que tenho para poder te dizer.
Garoto, eu amo você.
'Sou fogo, terra, água e ar... Na intensidade dos sentidos, sou o Amor... Apenas me ame, e deixa eu te amar"!
Quer saber? Eu te amo. Amo mesmo, cansei de dizer que gosto muito de você ou coisa do tipo, é amor mesmo, pra que esconder? Eu te amo.
Você pode pesquisar no universo inteiro por alguém que seja mais merecedor do seu amor e carinho do que você mesmo. Outra pessoa não será encontrada em lugar algum. Você, você mesmo, tanto quanto qualquer um no universo inteiro, merece o seu amor e carinho.
Nota: O pensamento costuma ser atribuído a Buda, mas parece ser a junção de uma frase de autoria desconhecida (a primeira) e outra frase que adapta um pensamento de Buda.
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