Frases de Hermann Hesse

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Hermann Hesse (1877 - 1962) foi um poeta, romancista e ensaísta alemão. Em 1949, recebeu o Prêmio Nobel de Literatura e o Prêmio Goethe.

Se podemos fazer um homem feliz e sereno, então devemos fazê-lo em todo caso, quer ele nos peça ou não.
(O jogo das contas de vidro)

Todo homem é uno quanto ao corpo, mas não quanto à alma.


(O Lobo da Estepe)

O dia de hoje nunca voltará, e a quem se negar a comer, beber, tocar e cheirar, isso não voltará a ser oferecido por toda a eternidade.

"Só é capaz de se comportar com delicadeza quem tem necessidade dessa delicadeza."

Sempre é bom termos consciência de que dentro de nós há alguém que tudo sabe... (Demian)

A felicidade é um como, não um quê. É um talento, não um objeto.

Solidão é como independência; eu a havia desejado e conquistado no decorrer de longos anos. Ficava fria, ah, sim, mas também quieta, maravilhosamente quieta e grande como o espaço frio e silencioso no qual giram as estrelas.” (O Lobo da Estepe)

A maioria das pessoas vive também em sonhos, mas não nos próprios, e aí é que está a diferença.
(Demian)

Solidão é o modo que o destino encontra para levar o homem a si mesmo.

A pessoa se esquece de julgar e criticar os outros quando está cheia de dúvidas sobre si mesma.

Não creio ser um homem que saiba. Tenho sido sempre um homem que busca.

Uma vida fácil, um amor fácil, uma morte fácil – tais coisas não eram para mim.

Hermann Hesse
O lobo da estepe. Rio de Janeiro: Record, 2020.

Com a transformação do exterior no interior, do mundo no eu, começa o amanhecer.

Quando tememos alguém, concedemos a esse alguém poder sobre nós.

Não creio que se possam considerar homens todos esses bípedes que caminham pelas ruas, simplesmente porque andam eretos ou levem nove meses para vir à luz. Sabes muito bem que muitos deles não passam de peixes ou de ovelhas, vermes ou sanguessugas, formigas ou vespas.
(Demian)

Nada faz tão bem nos momentos difíceis quanto se entregar à natureza, não de forma passiva, mas de forma criativa.

Todo livro que lemos faz oscilar nossa bússola interior; todo espírito alheio nos mostra de que pontos diferentes podemos contemplar o mundo.

A escola não ensina as destrezas e habilidades que são imprescindíveis para a vida.

Nós somos Sol e Lua, querido amigo, nós somos o mar e a terra. Não é o nosso propósito o de nos tornarmos um ao outro, mas sim o de reconhecer um ao outro, aprender a ver o outro e homenageá-lo pelo que ele é: cada um é o oposto e o complemento.

Devemos manter nosso amor livre para que possamos brindá-lo a qualquer momento. Costumamos supervalorizar os objetos aos quais nos entregamos, e isso gera muito sofrimento.