Ha como eu Queria q ela Soubesse

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⁠Há momentos em nossa vida que são únicos os mais simples gestos de amor se tornam eternos.

Inserida por jefferson_monteiro

Os cristãos se assemelham aos pássaros: Repousam onde há paz, cantam louvores a Deus, saem semeando a palavra de Deus e ainda assim não tem casa, porquê vossas casas é morada dos céus

Inserida por jefferson_monteiro

⁠O que quero não é o que preciso, se definir precisar;
Há urgência nisso, querer nem sempre é poder precisar;
Fazer o que precisa fazer, por que é necessário,
Tenha sempre em mente que, precisar não é querer.

Inserida por jefferson_monteiro

⁠Já está morta, não há o que fazer, não há justiça no mundo a menos que a façamos!

O desprezo da injustiça.

Inserida por jefferson_monteiro

⁠No inferno não há regras pra entrar, então deixe-me em paz, desejo cumprir os 10 mandamentos de Deus e os 2 do Nosso Senhor Jesus Cristo.

Inserida por jefferson_monteiro

Aonde há amor tem carinho e não existe espaço para grosserias

Inserida por Diogovianaloureiro

⁠⁠Aonde há ternura um dragão de metal se transforma em flor. Sabes o significado da palavra ternura?

Inserida por Diogovianaloureiro

⁠Você consegue perceber quando não há amor em uma fala?

Inserida por Diogovianaloureiro

⁠Quando pergunto se entendes o amor e se há amor na sua fala; É por que adianta falar a linguagem das flores e agir com ações de uma pedra?

Palavras se derretem no tempo, assim como gelo derrete no fim da estação.

Atitudes apaixonam gerações, como as batidas das asas dos pássaros, em revolta no céu, que inspiram em silêncio, medidas pelo tamanho das brasas que existem em seus olhos e em seu coração.

Inserida por Diogovianaloureiro

⁠DAS ALMAS DIVERGENTES SEM CRIATIVIDADE E EGOÍSTAS

Há quem pense e declare que criar é copiar com capricho.

Mas só o espelho
repete sem alma e identidade a imagem do egoísta.

O criador verdadeiro tem intimidade com as estrelas e inventa constelações no escuro.

Já o copiador pega o céu roubado e assina com letra bonita, achando que o brilho alheio se replica no vazio das aparências.

O autêntico perde a voz e se torna uma lenda póstuma em um mundo de mentirosos, que vendem espelhos quebrados para refletir mentiras para os que não conseguem fugir do falso reflexo.

Ah, os que copiam…
querem ser outros
sem sequer saber
quem são.

Das tristezas do mentiroso a maior é nunca saber o prazer de ser ponte do que deslembra o tempo e a materialidade.

Inserida por Diogovianaloureiro

Não existe professor que ensina mal nesse mundo, mas, há alunos que não sabem explorar os conhecimentos dos seus professores. Ninguém vem com o mal para buscar o bem, assim também como o inverso.

Inserida por Furucuto

Não fiquem admirados, estou perdendo capacidade de enfrentar cálculos. Sinto que daqui ha alguns anos, corro risco de não conseguir resolver qualquer exercicio da Matemática.

Inserida por Furucuto

Antes de amar alguém, saiba que há outra pessoa que te amou primeiro.

Inserida por Furucuto

⁠Há momento
que a gente deseja para que
o tempo não passe rápido,
e existe outro momento
que até dá vontade
de acelerar o tempo.
Isso revela o quão
o tempo é útil e não é, em diversas
situações.
Mas saber gerir todos esses
momentos é uma grande
obra de sapiência
Autor:Daniel Perato Furucuto

Inserida por Furucuto

⁠Sou um professor há quase 2, 3 ou 4 anos, mas a quem acha que não tenho experiências suficientes para enfrentar os desafios da minha carreira, isto porque, a escola onde trabalho não tem meios suficientes para demonstrar as minhas habilidades. O que você espera duma escola sem sala de informática, sem Wi-Fi, sem laboratório, sem sala dos professores e nem uma régua para esboçar os gráficos, onde os gestores matam as habilidades dos alunos.
Daniel Perato Furucuto

Inserida por Furucuto

Há mentiras que agradam ouvir, da mesma forma há verdades que doem a alma ao escutar. Furucuto 2023

Inserida por Furucuto

⁠Há pessoas que sabem muito bem interpretar o papel de vítimas , enquanto não existe nada de inocência nelas. São as ditas cobras venenosas. Furucuto, 2024.

Inserida por Furucuto

Desde que entrei na idade núbil, há sempre uma pergunta que me torna difícil de responder, Qual é o papel de uma mulher para a vida de um homem e qual é o papel de um homem para a vida de uma mulher? Furucuto,2024

Inserida por Furucuto

O INVENTÁRIO DE NÓS


Por Marco Arawak


Há períodos da vida em que parece que alguém entrou em nossa casa enquanto dormíamos e mudou algumas coisas de lugar. Tudo continua reconhecível, mas já não encontramos facilmente aquilo que procuramos. Uma lembrança surge onde não deveria estar. Uma ausência ocupa um espaço antes insignificante. Uma antiga certeza perde a posição que tinha dentro de nós.


Talvez o desencanto comece assim: não como uma ruptura, mas como a percepção de que aquilo que sustentava nossa maneira de compreender o mundo já não permanece intacto.


A casa continua de pé.


Somos nós que já não sabemos exatamente como habitá-la.


Carregamos conversas, escolhas, desilusões, expectativas frustradas e vínculos que mudaram de forma. Nem sempre sabemos imediatamente o que fazer com tudo isso. Algumas lembranças permanecem próximas; outras tentamos esconder. Mas aquilo que não nomeamos continua participando de nós, às vezes de maneiras que só percebemos muito tempo depois.


A memória também tem seus quartos sem luz.


Por isso, chega um momento em que precisamos examinar o que carregamos. Não para transformar cada experiência em ensinamento, nem para encontrar uma explicação para tudo, mas para distinguir o que ainda nos pertence daquilo que mantemos apenas porque nunca paramos para escolher.


Há coisas que permanecem conosco sem jamais terem sido escolhidas.


Aceitar que certas relações se afastaram, que alguns projetos terminaram e que nem tudo pode ser corrigido pela nossa vontade não significa considerar justo o que aconteceu. Significa reconhecer os limites do nosso controle e começar a fazer as pazes com aquilo que não podemos modificar.


Nem toda ausência pede preenchimento.


Algumas pedem apenas reconhecimento.


Talvez escrever seja uma maneira de realizar esse inventário. A palavra aproxima o que estava confuso, dá contorno ao que permanecia sem nome e nos permite olhar para uma experiência sem aumentá-la nem diminuí-la. Escrever não muda o que aconteceu. Muda, às vezes, o lugar de onde conseguimos olhar para o que aconteceu.


E há coisas que só se tornam compreensíveis quando encontram linguagem.


Reorganizar não é apagar. É escolher o que merece permanecer perto, o que pode ser guardado mais longe e o que já não precisa ocupar nossa atenção.


Algumas lembranças permanecem.


Outras perdem a centralidade.


Não porque tenham deixado de existir, mas porque deixaram de governar.


Há sentimentos que precisam ser compreendidos antes de serem deixados para trás. Há vínculos que encontram outra forma de existir. Há portas que, depois de algum tempo, já não precisamos manter abertas.


Nem tudo o que se fecha precisa ser lamentado como perda.


Às vezes, fechar também é uma forma de cuidado.


Maturidade talvez tenha menos relação com esquecer do que com aprender a distribuir o peso do que vivemos. O desencanto pode permanecer na história sem determinar quem somos. Uma ausência pode ser reconhecida sem transformar-se em vazio permanente. O passado pode continuar verdadeiro sem ocupar sozinho o presente.


O que aconteceu não precisa desaparecer para deixar de ocupar o centro.


Também precisamos, às vezes, do silêncio. Não necessariamente para encontrar respostas, mas para escutar aquilo que o ruído costuma encobrir. Quando diminuímos a pressa de corresponder às expectativas alheias, algumas perguntas começam a aparecer.


É curioso como, quando tudo silencia, certas verdades fazem menos barulho e dizem mais.


O que ainda faz sentido?


O que mantenho apenas por receio de perder?


O que realmente pertence à minha história?


Nem sempre encontramos respostas. Algumas perguntas permanecem conosco durante anos, mudando de significado à medida que nós também mudamos. Mas perguntar já altera alguma coisa. Devolve à consciência aquilo que o hábito havia decidido por nós.


Há perguntas que não querem uma resposta imediata.


Querem tempo.


Talvez coragem seja justamente isso: não viver sem receio, mas não permitir que ele escolha sozinho o que permanece.


O receio pode bater à porta.


Não precisa receber as chaves.


Não somos obrigados a transformar toda despedida em explicação, nem todo encerramento em começo. Algumas coisas simplesmente terminam. E talvez precisemos apenas reconhecer que existiram.


Nem todo fim precisa de uma última palavra.


Às vezes, o silêncio é a única forma honesta de encerrá-lo.


No fim, continuar não significa reconstruir quem éramos antes. Há experiências que mudam nossa maneira de olhar, de escolher, de permanecer e de partir. Depois delas, a antiga disposição das coisas já não volta exatamente ao lugar.


Então aprendemos a viver de outra maneira.


Não necessariamente mais fácil.


Apenas mais nossa.


Talvez seja essa a parte mais silenciosa do amadurecimento: compreender que também somos feitos das escolhas que fazemos diante do que nos aconteceu.


O passado nos oferece matéria.


Mas não deveria escrever sozinho o que somos.


Esse é o verdadeiro inventário de nós: o que recebemos, o que nos atravessou, o que deixamos partir e o que, conscientemente, decidimos conservar.


Nem tudo merece permanecer.


Nem tudo precisa ser esquecido.


Há uma diferença entre carregar uma lembrança e continuar vivendo dentro dela.


No fim, não somos apenas o conjunto do que nos aconteceu. Somos também a maneira como damos destino ao que aconteceu.


E talvez seja justamente aí que alguma coisa se abre.


Não uma resposta.


Não uma promessa.


Apenas a possibilidade de continuar, levando conosco aquilo que ainda reconhecemos como nosso e deixando para trás, sem culpa, aquilo que já cumpriu o seu tempo.


Porque, às vezes, amadurecer não é acrescentar mais alguma coisa àquilo que somos.


É finalmente saber o que podemos deixar de carregar.

Inserida por marco_antonio_arawak

⁠Sempre há uma solução para os seus desafios, você só precisa encontrá-la ou criá-la.

Inserida por henriquevalongo