Ha como eu Queria q ela Soubesse
Pensando em você...
Estou aqui parado!
Pensando...
Ha! Agora você poderia
Estar do meu lado.
Você está longe,
Mas eu quero te ver.
Não se por que?
Mais me deu uma vontade
Louca de lhe ter.
E dizer eu te Quero
Porque você é a única
Mulher que eu quero,
Pois você é única razão
Para eu escrever.
Se a todo o momento
Só da você
Em meu pensamento.
Não há nenhuma garantia neste mundo ou em outro qualquer, de se adquirir o que é bom, apenas negando o que se é ruim. Talvez esse seja um dos maiores problemas da humanidade...
Dentro da realidade desse mundo, há uma inquietude no silêncio das pessoas; se somos loucos, geniais, ou simplesmente estúpidos. Ao abrirmos a boca chamamos à atenção, mas é em nosso agir que eliminamos todas a dúvidas.
Pouco importa se a vida é dura, os sonhos são muitos e o tempo é pouco. Depois da curva, há um rio.
DEPOIS DA CURVA, HÁ UM RIO
Pouco importa o sol ardente,
O rosto molhado e a garganta seca;
Pouco importa a poeira da estrada,
Os pés descalços e as pedras no caminho;
Pouco importa o andamento sem fim,
As pernas cansadas e o quase parar;
Pouco importa as quedas sofridas,
Os laços desfeitos e o tempo perdido;
Pouco importa o pensamento distante,
A saudade no peito e a incerteza constante;
Pouco importa se a vida é dura,
Os sonhos são muitos e o tempo é pouco;
Depois da curva, há um rio.
Melhor do que todos os presentes do mundo
é a certeza de que há um Deus que vela por
nossas vidas a cada milésimo de segundo!!!
Marta Gouvêa
A vida faz com que tudo dê vira-voltas entre nosso destino e o nosso futuro.
Há pouco tempo, os meus objetivos e planos eram totalmente diferentes...
Hoje eu me vejo como uma guerreira, que está lutando pelo seu amor e ser feliz!
Marta Gouvêa
Não há espaços vazios dentro de mim, porque desde o primeiro dia que nos vimos, você me
completou e nos rendemos à oportunidade que Deus nos deu; a de sermos felizes, juntos!
Marta Gouvêa
O berço da existência
Não é a pedra que se ergue,
nem o sangue que flui no ser.
Há um sopro que emerge,
um antes que nos faz ver.
Se a matéria é um corpo sem alma,
um vaso sem o que há de conter,
quem desenha a linha da palma?
Que inteligência faz o ser?
Não é o acaso, a vã corrente,
nem o pó que se aglomera.
Há um desígnio, uma mente,
que a forma invisível gera.
Como o vento que move o moinho,
sem peso, sem mão, sem cor,
assim essa essência, esse caminho,
é a razão do nosso fulgor.
Ela tece o fio do invisível,
na urdidura que a vida teima.
Do Nada que se faz indizível,
nasce o cosmos, o corpo, o poema.
E em cada pulso, em cada fibra,
no menor inseto, no mais vasto céu,
ecoou a primeira vibra,
da Luz que antecede o véu.
Assim sou eu, reflexo e certeza,
dessa Consciência que me sustém.
Não sou a forma, mas a beleza
do que na essência me contém.
Danyyel Elan
Dentro de nós há duas correntes conflitantes, uma é o colossal Homo Sapiens, majestoso por sobreviver na terra em meio a espécies maiores e mais fortes, descobridor de diversas engenhosidades e químicas, gosta do conforto e do prazer, mas fraco de espírito e fé. Por outro lado temos o ser Humano, que entra na frente do perigo para salvar sua cria, apaixonado pela paz e um eterno carente, sempre benevólo e crédulo. Nunca se posicione sem equilibrar os dois lados.
Há abraços que são asas
e nos fazem voar,
quando perdemos o chão.
Há abraços que são abrigos
nos acolhendo
das tempestades da vida.
Há abraços que são caminho
nos dando direção,
quando estamos num beco sem saída.
Há abraços que são espelhos
e faz refletir o outro em nós.
O que o outro sente, eu sinto.
Há abraços que não precisam
de braços para sentir,
mas de coração para se ouvir.
Há abraços que não precisam
de palavras, só o silêncio basta.
Há amor em segurar e há amor em deixar ir. O primeiro é amor ao outro, o segundo é amor a si mesmo.
Escrevo o que há em mim... leituras de mundo... leituras de outras leituras... sentimentos de meus sentimentos... ou seria tudo travessura? Brincadeira maluca de uma mente que estuda?
A vida passa em um piscar de olhos,
não há despedisse em coisas ruins,
porque a vida é um dom, faça dela
cada dia valer a pena.
"Os que me tocam de longe"
por Luiza_Grochvicz.
Há pensadores que me abraçam.
E há outros que apenas me roçam os ombros — e mesmo esse toque breve é suficiente pra deixar marcas.
Com Sartre, danço na mesma praça da liberdade.
Ele me ensinou que somos condenados a ser livres — e isso dói.
Mas ele escreve com bisturi, eu escrevo com flor.
Ele exige do mundo um sentido; eu só pergunto se há beleza mesmo sem ele.
Nietzsche me sopra no ouvido: “viva intensamente.”
E eu ouço.
Mas ele é raio, trovão, fúria.
Eu sou mais vento, silêncio, brisa que corta devagar.
Ainda assim, seu amor fati ressoa em mim como um eco antigo.
Levinas me lembra do outro.
Do rosto que me olha e me exige responsabilidade.
Eu também carrego a dor alheia no peito — talvez por isso minha escrita seja tão cheia de pele.
Mas ele fala do infinito; eu falo da finitude que nos salva.
Com Arendt, compartilho o espanto.
O pensar como gesto político, o cotidiano como campo de batalha.
Mas ela fala de regimes; eu falo de ruínas interiores.
Ela escreve história; eu escrevo feridas.
E Pascal, ah…
Ele fala do coração com lógica, e eu falo da lógica com o coração.
Ele apostou em Deus — eu aposto no instante.
Mas ambos sabemos: há coisas que só se entendem com o que pulsa.
Esses são os que passam por mim como vento em tarde quente: não ficam, mas refrescam.
Me pareço com eles às vezes — mas apenas em lampejos.
O resto é meu.
Identificando o Ser mulher
Há muito não nos miramos no exemplo daquelas mulheres de Atenas.
Superamos a condição fustigante sob a qual nos ajoelhá- vamos, pedindo e implorando a compreensão do Ser mulher.
No século XIX, Freud, o pai da Psicanálise quase que es- tabeleceu um paradigma com a frase: "O que quer a mulher"?
E quando pensamos que isso ocorreu quando ele já tinha se
dedicado a mais de trinta anos à análise da alma humana, o fato torna-se mais sério e assaz preocupante: Por que nos julgam seres tão enigmáticos como se inumanos fôsse-
mos?
No entanto não deve causar o menor espanto, se ainda per- siste a dúvida sobre o que deseja a mulher. Mas,um orgu- lho filosófico é inegável à mulher do século XXI: Ela sabe claramente o que não quer, pois isso é o que há de mais importante.
E o que não queremos mais?
Não mais queremos ter que mendigarmos a expressão inte-gral dos valores femininos, seja em casa, no trabalho ou na sociedade!
Não queremos ser uma mera platéia perante uma sociedade falocrática representando sua vontade, força e potência enquanto esperam que de pé manifestemos nossos efusivos aplausos coniventes à sua misoginia.
Não queremos o temor da ruptura deste paradigma machista que condiciona a mulher à uma posição obrigatória e quase escravista de extrema passividade e servilismo, quando na verdade somos as responsáveis pela perpetuação de nossa raça; fenômeno este, que se constitui motivo de nosso maior orgulho e que implanta em nossos corações o cerne de todo nosso amor pelo que somos e pelo que é toda a humanidade da qual somos filhas e mães.
Se já nos perceberam como seres tão sentintes, que nos percebam tanto quanto pensantes.
Além de filhas e mães da vida - somos a perpetuação do Ser.
Jhsouza
Há uma luz no coração de todos os seres humanos. Alguns deixam essa luz brilhar bem alto, bem forte. Outros a escondem e uns, a apagam. As melhores pessoas são aquelas que brilham mesmo quando o coração está quebrado, quando a dor ataca sem piedade. Quando as pessoas brilham, apesar da escuridão, é que vemos o quão valiosas elas são, e quão maravilhoso é poder estar junto a elas!
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