Ha como eu Queria q ela Soubesse

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Quem advoga em causa própria tem um idiota como cliente.

Desconhecido

Nota: O pensamento é erroneamente atribuído a Abraham Lincoln, mas sua verdadeira autoria é desconhecida.

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Carta a um amigo

Meu coração não está tranquilo, não sei, é como se você estivesse passando por uma fase complicada, meio conflitante, sob pressão, com alguns momentos de angústia, e o que a gente pode fazer por um amigo, por alguém que a gente tanta ama nessas horas? Rezar é uma boa, não é? Mas não basta que a gente espere que as coisas caiam do céu e tudo se resolva como num milagre, ou num passe de mágica. Deus disse: "faz que te ajudarei!".

É preciso fazer algo, e esse algo que queria fazer por você, segurar a mão, abraçar, dizer e mostrar o quanto é importante é também uma boa, não é? Deixam-nos leves quando acariciados por esse aconchego amigo. Mas depois de um momento o poder anestesiante de um abraço amigo passa e aí retorna aquela mesma situação que ainda não fora resolvida.

Então é isso, luz da minha vida, eu queria não só rezar por você, segurar sua mão, mas poder ajudá-lo em todas as suas conquistas, aliviar e alegrar o seu coração. Vê-lo feliz, eternamente feliz, pois, quando a gente gosta muito de alguém, não é isso que se deseja? O bem, somente o bem. Diga-me o que posso fazer? Afinal a união faz a força, ou em outras palavras uma andorinha só não faz verão. Bom, mas espero sinceramente que esteja tudo bem, que essa intranquilidade do meu coração, seja apenas saudades de quem se ama e quer bem.

Machados vikings são como seios. Até mesmo os menores são divertidos de se brincar.

O amor tem maior jeito covarde de partir
Vai embora como se estivesse indo ali

Você é como as rosas....são lindas...trás alegria...mais ao mesmo tempo tem espinhos....e me machucam!! Mas se fosse para ter VC não iria me importar de me machucar com os espinhos!!! Vou te amar pra sempre!! Sempre!!

Sentimentos vêm e vão como nuvens num céu ventoso. Respiração consciente é a minha âncora.

Esquecer os ancestrais é como ser um riacho sem nascente, uma árvore sem raízes.

...E a vida também é assim, sensível como as flores, pretende se renovar a cada dia, mas pode também, assim como as flores, perecer a qualquer momento... Então regue, cuide, ame! Para que valha a pena cada segundo.

Na relação com a mulher, como presa e servidora da luxúria coletiva, expressa-se a infinita degradação na qual o homem existe para si mesmo, pois o segredo desta relação tem sua expressão inequívoca, decisiva, manifesta, desvelada, na relação do homem com a mulher e no modo de conceber a relação imediata, natural e genérica.

É como se você tivesse tocando uma música no violão, você falha e as vezes toca as cordas erradas, mas você sabe o caminho e um dia você vai chegar no final.

Nossa vida é:
como uma viagem de trem, cheia de embarques e
desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de
surpresas agradáveis com alguns embarques e de
tristezas com os desembarques...

Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem,
encontramos duas pessoas que, acreditamos, farão
conosco a viagem até o fim:
Nossos pais. Não é verdade?

Infelizmente, em alguma estação eles
desembarcam, deixando-nos órfãos de seus carinhos,
proteção, amor e afeto.

Muitas pessoas tomam esse trem a passeio.
Outros fazem a viagem experimentando somente tristezas.
E no trem há, também, pessoas que passam de vagão a vagão,
prontas para ajudar a quem precisa. Muitos descem e
deixam saudades eternas.

Outros tantos viajam no trem de tal forma que, quando desocupam seus assentos,
ninguém sequer percebe.
Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros, acomodam-se em vagões diferentes do nosso.
Isso obriga a fazer essa viagem separados deles.
Mas claro que isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos
nosso vagão e chegarmos até eles.
O difícil é aceitarmos que não podemos nos assentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar.

Essa viagem é assim:
cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques.
Sabemos que esse trem jamais volta.
Façamos, então, essa viagem, da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos os passageiros, procurando em cada um deles o que tem de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto, poderão fraquejar e, provavelmente, precisaremos entender isso.

Nós mesmos fraquejamos algumas vezes.
E, certamente, alguém nos entenderá.
O grande mistério, afinal, é que não sabemos em qual parada desceremos.

E fico pensando:
quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim. Deixar meu filho viajando nele sozinho será muito triste.
Separar-me de alguns amigos que nele fiz, do amor da minha vida,
será para mim dolorido. Mas me agarro na esperança de que, em
algum momento, estarei na estação principal, e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando desembarcaram.

E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, posso ter colaborado
para que ela tenha crescido e se tornado valiosa.
Agora, nesse momento, o trem diminui sua velocidade para que embarquem e desembarquem pessoas. Minha expectativa aumenta, à medida que o trem vai
diminuindo sua velocidade... Quem entrará? Quem saíra?

Eu gostaria que você pensasse no desembarque do trem, não só como a representação da morte, mas, também, como o término de uma história, de algo que duas ou mais pessoas construíram e que, por um motivo íntimo,
deixaram desmoronar.

Fico feliz em perceber que certas pessoas, como nós, têm a capacidade de reconstruir para recomeçar. Isso é sinal de garra e de luta, é saber viver, é tirar o
melhor de "todos os passageiros". Agradeço a Deus por você fazer parte da minha viagem, e por mais que nossos assentos não estejam lado a lado, com certeza,
o vagão é o mesmo.

Como dizia o Filósofo Piton, que teve como discípulo nada mais, nada menos que Karl Marx. Tudo na vida depende do quanto você quer comer alguém você trabalha, para comer alguém, você estuda, para comer alguém...

Amor De Outras Vidas

Como te reconhecer quando de novo te encontrar
Se nem mesmo vou saber como quando em que lugar?
O mundo guarda muitas voltas
Em outro tempo eu vou parar
Sem perguntas nem respostas eu te encontro num olhar
Em outro corpo outro universo
Outro poema em outro verso
Em outro sol em outra lua
Nos braços de outra pessoa
Vou abrir as portas do meu desejo
Reviver nosso último beijo
Embriagar de loucura a lucidez
Só pra poder te tocar e te amar outra vez
Se eu pudesse congelar pelo menos um momento
Depois imortalizar um sonho o nosso sentimento
Esse amor de outras vidas transende as leis do coração
Não aceita despedidas e a vida eterna essa paixão...

Escrever é como prostituição. Primeiro você faz por amor, depois para alguns amigos próximos e depois por dinheiro.

Ferenc Molnár
NATHAN, George Jean. The Intimate Notebooks of George Jean Nathan. Nova York: Alfred A. Knopf, 1932.

Nota: A citação costuma ser atribuída a Virginia Woolf e Molière. Porém, acredita-se que a origem da frase tenha se dado durante uma conversa entre o escritor húngaro Ferenc Molnár e o crítico estadunidense George Jean Nathan, tendo sido posteriormente publicada no livro publicado por este último, em 1932.

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Como uma lâmpada pode iluminar o mais deprimente dos quartos, a ideia certa pode esclarecer uma situação deprimente.

⁠Como a mente é fraca quando quer esquecer. Talvez você não tenha esquecido. Talvez esteja mentindo. É uma mentira que você conta para todo mundo ou talvez uma mentira que conta para si mesmo?

Não conto como vida o tempo que existo,
uma vida sem desafios, sem erros e acertos
não passa de mera existência.

Existir não basta,
não abro mão de viver!

" O mundo bate como ninguém e ele quer te ver prostrado no chão, mas o que faz alguém ser um CAMPEÃO, UM VENCEDOR é a quantidade de socos que ela recebe e mesmo assim continua de pé"

Aos dezoito anos, o homem não sabe nem como se diz bom-dia a uma mulher. O homem devia nascer com trinta anos feitos.

Nelson Rodrigues
Flor de obsessão: as 1000 melhores frases de Nelson Rodrigues. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
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Viver para os outros é não somente a lei do dever como da felicidade.

Auguste Comte
COMTE, A., Pensées et Precepts