Ha como eu Queria q ela Soubesse

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⁠Há um silêncio que não cala — entre o sopro do mundo e a carne da dúvida, é lá que o ser se inventa.

Notas Sobre o Que Permanece


por Neno Marques


Há escritores que não precisam de grandes artifícios para mostrar a que vieram. Basta observar o modo como organizam uma ideia, como escolhem um termo em vez de outro, como evitam o excesso para chegar ao essencial. Esse tipo de escrita não exige decorações; exige atenção.


O que me interessa, nesses casos, não é o tema em si, mas a postura de quem escreve. Há autores que tratam a palavra como instrumento de trabalho, não como ornamento. Preferem a clareza ao espetáculo. Trabalham com precisão, mesmo quando o assunto é difícil ou desconfortável.


Também noto que alguns textos ganham força não pelo que afirmam, mas pelo que recusam. Recusar fórmulas prontas, recusar expectativas externas, recusar aquilo que transformaria a obra em produto fácil. Essa recusa, quando coerente, se torna parte da identidade do autor.


Outro ponto importante é o compromisso com a própria voz. Não me refiro a originalidade forçada, mas a algo simples: escrever sem pedir permissão. Quem mantém esse compromisso costuma produzir obras mais consistentes, mesmo que passem despercebidas num primeiro momento.


Por fim, acredito que a relevância de um texto não depende de alcance, e sim de honestidade. Quando o autor sabe o que está fazendo — e por que está fazendo — o leitor percebe. Não precisa concordar, mas reconhece que ali há uma intenção sólida, não um improviso disfarçado.


É isso que, para mim, permanece.

Há um ruído constante no mundo.
Um zumbido de notificações, luzes piscando, vozes comprimidas em telas.
Chamamos isso de conexão.
Mas, quando o silêncio chega, percebemos — há algo que se perdeu entre um toque e outro.


Vivemos cercados de redes: sociais, neurais, digitais, afetivas.
Somos fios, dados, pulsos elétricos viajando por cabos invisíveis.
E, ainda assim, sentimos falta de algo que o Wi-Fi não alcança: o olhar demorado, o riso inteiro, o abraço que não depende de senha.


O perigo, talvez, não esteja nas redes — mas na mente que, sem perceber, se desconecta de si mesma enquanto acredita estar on-line.
Desaprendemos a estar sozinhos, e confundimos presença com visibilidade.
Somos uma multidão em silêncio, cada um falando com seu reflexo.
E, nesse espelho luminoso, o humano se desfoca.


Mas há quem perceba as rachaduras — professores, artistas, pensadores, sonhadores —
que ainda acreditam que pensar é um ato de resistência. Eles caminham entre as redes e tentam tecer novamente o fio do sentido. A reflexão é sobre eles — e sobre nós.
Sobre a mente que precisa se reconectar com aquilo que não se mede em bytes:
a empatia, a escuta, o amor, a presença.


Não é uma revolta contra a tecnologia, nem um lamento nostálgico.
É um convite à consciência.
A lembrar que a rede mais importante ainda é a que se forma entre mentes e corações vivos.


E, talvez, o primeiro passo para isso seja simplesmente pausar.
Respirar.
E se perguntar:
“Em que momento eu me desconectei de mim mesmo?”

FILHOS REVOLTADOS.

Há filhos que crescem sentindo um desconforto constante dentro da própria casa. Não é briga declarada, nem ódio explícito. É um incômodo silencioso que se transforma em distância. Eles culpam os pais pelo que não foram, pelo que não tiveram ou pelo que acreditam que mereciam ter sido. Carregam uma insatisfação permanente, como se algo essencial lhes tivesse sido roubado na infância.
Esses filhos raramente percebem o peso dessa postura. Tornam-se ásperos no trato, impacientes, mal-educados nas pequenas coisas. Respondem com ironia, com silêncio agressivo ou com desprezo disfarçado. Preferem a rua à casa, o sofá do amigo ao próprio quarto, a madrugada fora ao convívio familiar. E quando estão em casa, fecham-se. Trancam-se no quarto como quem ergue um muro para não ser alcançado.
Segundo Floyd, esse tipo de comportamento nasce quando o filho transforma os pais em culpados eternos. Ao fazer isso, ele entrega a própria vida emocional nas mãos do passado. Floyd afirma que, quando o adulto continua exigindo dos pais aquilo que já não pode mais ser dado, ele permanece preso a uma infância não resolvida. A revolta, nesses casos, funciona como uma defesa: é mais fácil acusar do que assumir a própria responsabilidade pela própria história.
O problema é que essa fuga constante cobra seu preço. A casa deixa de ser abrigo. Os pais envelhecem à distância. O diálogo se perde. E o filho, mesmo cercado de pessoas, continua carregando um vazio que nenhuma casa de amigo consegue preencher.
A minha dica, ou sugestão, é dura, mas necessária: esse tipo de filho precisa crescer emocionalmente. Precisa olhar para os pais como humanos falhos, não como deuses que falharam. Precisa parar de cobrar o que já passou e começar a construir o que ainda é possível. Conversar, estabelecer limites, buscar terapia, assumir escolhas. Enquanto a culpa estiver sempre no outro, a vida nunca estará, de fato, nas próprias mãos.

Há muitos fingidos no mundo, inclusive o nosso Inimigo; ele pode estar se disfarçando que é o Cara da Felicidade por preço de banana.

Engana-se quem acha que pregadores de igrejas não falam de políticos de sua preferência, pois há muitos que estão nelas para defenderem seus próprios interesses.

Há gente falsa, hipócrita e mentirosa: suas ações descrevem os frutos infrutíferos ao longo do tempo.

Se há religião fora das Escrituras, inventada pelos homens de pouca fé e conhecimento, haverá então perdição, rejeição e condenação de seus praticantes. segundo a Verdade dentro das Escrituras.

Apascente corações com santos conselhos nas angústias e nas tribulações da vida, pois há sempre uma luz que ilumina suas almas na direção da paz e da providência divina.

Há mais sons e vozes agradáveis aos ouvidos do coração do que os ruídos estridentes do progresso do mundo.

Seja determinado, fazendo o que entende, domina e se firma, porque na perseverança há perfeição, progresso e recompensas.

Há almas contraditórias em suas falas púbicas, uma vez que as suas práticas negam o mérito de suas atitudes pessoais.

Ninguém consegue distorcer a verdade quando estiver diante do seu Autor,
pois Ele há de expor todos os desígnios dos corações.

A avó fala do passado e as netas falam do presente; mas, quando há escuta e discernimento, esse diálogo pode gerar benefícios espirituais e tornar os conselhos mais sábios e proveitosos.

Aja com sabedoria, porque há muitos desafios para retirar ou aumentar a sua alegria.

⁠Há mais shows da fé do que o apelo para o espetáculo da pregação da sabedoria de Deus.

Apaixone-se por alguém que quando te abrace, você sinta que não há lugar melhor para se estar.

O que ninguém sabe?

Ninguém sabe que há anos penso em me matar.

Quem sabe assim eles parem de me julgar?

Se não fosse a minha fé, talvez já estaria lá.

Só de pensar que sem mim talvez finalmente felizes eles poderiam estar, não posso lutar. Muitas das vezes meus sentimentos vêm como facas afiadas.

Que tentam me parar, mas sei que meu Deus morreu para me salvar e esses pensamentos deixo para lá.

Se há muito o que fazer, prefiro cumprir a vontade de Deus!

Há aqueles que dão gargalhadas pelo prazer de fazer o mal e há aqueles que dão sorrisos pela paz, trazendo felicidade aos corações do próximo.