Ha como eu Queria q ela Soubesse

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E não há mal algum que vença, aquele que faz do AMOR, a luz do seu VIVER.

Há tanta beleza em teu sorriso, há tanta paz em teus abraços, que fiz do teu coração o espaço que preciso, para me abrigar, me libertar, ser feliz.

Onde há amor, a doçura habita.

O que encanta nessa vida é a reciprocidade de afetos. As demais coisas, se não há amor, são acessórios totalmente dispensáveis.

Começo o meu dia leve, em paz, cheia de fé e gratidão, e não há vento contrário que desfaça o MEU MELHOR SORRISO, pois entre prantos e cânticos, venci, me superei, cheguei até aqui, e suavemente, tatuei o Amor de Deus em meu coração.

Deixa assim: sem palavras, sem alarde, sem divulgação.
Deixa assim, o meu sorriso há de falar por mim, e verás a felicidade estampada em meu olhar, em meu agir, em meu sentir, e aqui, bem dentro do meu coração.

Bora felicidade! Anda aqui do meu lado, pois companhia melhor não há.

Há paz em aceitar o que não depende mais da gente.

Há momentos que o mundo nos educa pelo silêncio.


Não te chamaram? — isso já fala por si.
Não te contaram? — o silêncio, às vezes, é mais eloquente que qualquer discurso.
Mentiram para você? — toda mentira revela muito mais sobre o mentiroso do que sobre quem a escuta.
Não te incluíram? — há portas que, por sua própria miséria, não merecem ser abertas.
Não te responderam? — insistir pode ser um desperdício da tua energia vital.


Segue, então, ao lado daqueles que reconhecem teu valor e se alegram com a tua ascensão.
E, se faltarem tais companhias, escolhe a presença rara de ti mesmo:
a solidão instrui; a inveja corrói.

O ânimo renasce quando a alma percebe que ainda há caminhos por descobrir.

⁠Entre a suspeita e a certeza, há um abismo enorme.

⁠⁠A memória é incrível: se esquece do que ocorreu há dois dias mas se lembra de algo que aconteceu há dez anos atrás.

⁠Não há limites para a maldade humana, exceto a morte.

⁠Depois de tanto lutar, decidi abraçar o caos que há dentro de mim...A tempestade pode ser bela, se não tivermos medo dela.

Estou no escuro, mas há luz, há esperança, mas o palhaço cansou de sorrir e fazer os outros rirem. Pois o choro de quem me fez chorar será as lágrimas do meu sorriso.

Há talentos escondidos em cada pessoa que encontro.


@ManualDoInvestidor

No transbordar de emoções onde há entrega;
Perdemos o controle e afundamos em um mar de inovações;
E a cada passo desta entrega, nós vemos o quão loucos nos tornamos;
Estranhamente nos identificamos.

Há coisas caras que não tocam o coração, enquanto uma simples lágrima pode valer uma vida inteira de aprendizado.

UM LIVRO!

Nas páginas da minha vida há todo tipo de semente.
Aprendi a regar aquelas que brotam ideias, permitindo que colham a minha humanidade
não para tomá-la, mas para acessá-la, num gesto de partilha e presença.

Carrego em mim as estações,
o tempo que ensina, o silêncio que amadurece.
Nem toda semente floresce,
mas toda tentativa me ensina a permanecer com raiz e propósito.

Sou feita de histórias que se cruzam,
de memórias que dançam no vento e me lembram de onde vim.
Regar é também lembrar:
lembrar que a terra só devolve o que nela é colocado com amor.

E assim sigo, sem pressa,
acolhendo cada broto como um recomeço,
deixando que a vida escreva, em mim,
o livro da partilha e da ancestralidade.

E quando o sol repousa sobre o que plantei,
vejo que nenhuma caminhada foi em vão.
Cada passo, cada dor e cada flor
me ensinaram a transformar o tempo em sabedoria.

Sigo acreditando nas sementes que ainda não brotaram,
porque sei que há sonhos germinando no escuro,
esperando o momento certo para nascer.

E é isso, sou parte da terra e do céu,
da memória e do agora
uma ponte entre o que fui e o que ainda serei.
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Entre Mentes
Há algum tempo anseio o saber —
não o que dorme nos livros empoeirados,
mas o que se aprende com o corpo cansado,
com o tropeço, o erro, o fardo.
Como vampira, sugo teu intelecto,
saboreio tua razão, teu susto, teu afeto,
digiro o que entendo, excreto o que sobra —
e o resto, ah, o resto, me dobra.
Uma parte de ti em mim se instala,
como lembrança que nunca se cala,
e sigo, voraz, faminta, errante,
à caça do próximo semblante,
buscando no outro o que me falta,
eco antigo, alma farta.
Procuro o que não sei nomear —
mas saberei, quando encontrar,
eterna metamorfose do pensar,
esperança cansada de esperar.
Mas a verdade — ah, a verdade —
não tem alma, nem saudade,
é fria, nua, imortal,
e eu — humana — sigo,
buscando o que é real.