Ha como eu Queria q ela Soubesse

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"Há pessoas que me conhecem muito bem, mas me imitam muito mal. A isso chamo felicidade transbordante com incompetência irreparável, HeHeHe!"
Frase Minha 0278, Criada no Ano 2008

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
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"Anunciar que pode trazer a pessoa amada em 24 horas é fácil. Difícil é ouvir que há humano que acredita nisso!"
Frase Minha 0289, Criada no Ano 2008


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"Há momentos em que a concorrência entre Céu e Inferno parece tão grande: são as Tentações!"
Frase Minha 0326, Criada no Ano 2009

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"Custa a crer que Gil Vicente tenha vivido há mais de 500 anos e até mesmo que tenha morrido. O 'Auto da Barca do Inferno', criado por ele, continua atualizado e 'vigente'!"
Frase Minha 0327, Criada no Ano 2009

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"Há quem defenda Touradas sob o argumento da 'tradição'. Ora bolas, a Inquisição e a Escravidão também já foram consideradas "tradições". Alguém quer essas porcarias de volta?"
Frase Minha 0344, Criada no Ano 2009


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ENTREGACIONISMO × CONTROLE


O confronto entre a entrega e a dominação do existir


Há duas forças que atravessam silenciosamente a experiência humana: o impulso de se entregar e a necessidade de controlar. Nenhuma delas é neutra. Nenhuma é inocente. Ambas disputam o centro da existência.


O Entregacionismo nasce como reação. O controle nasce como medo. Entre esses dois polos, o sujeito tenta sobreviver.






I — O CONTROLE: A PROMESSA DE SEGURANÇA


O controle surge como resposta ao caos. Ele organiza, delimita, estrutura. É o esforço humano de transformar o imprevisível em algo administrável. Através dele surgem normas, sistemas, crenças, rotinas, morais.


Controlar é tentar garantir continuidade.


O problema não está em sua origem, mas em sua ambição.
Quando o controle deixa de ser ferramenta e passa a ser finalidade, ele se torna tirânico.


O controle promete:


* segurança
* estabilidade
* previsibilidade
* proteção contra o erro


Mas cobra um preço alto:
a renúncia à experiência viva.


Sob o domínio do controle, o sujeito passa a existir como projeto. Mede-se, compara-se, vigia-se. O erro vira falha moral. O desejo vira ameaça. A dúvida vira pecado.


O controle não suporta o imprevisível — e a vida é, por natureza, imprevisível.






II — O ENTREGACIONISMO: A RECUSA DA DOMINAÇÃO


O Entregacionismo nasce quando o sujeito percebe que o controle não o salvou.


Não é um grito de revolta, mas uma lucidez tardia. A constatação de que nenhuma estrutura conseguiu conter o caos interno, nenhuma promessa garantiu sentido, nenhuma disciplina impediu a perda.


Entregar-se, aqui, não é desistir.
É abandonar a ilusão de domínio.


O entregacionista não rejeita a responsabilidade, mas recusa a tirania do planejamento absoluto. Ele entende que a vida não se deixa capturar por esquemas.


A entrega é um ato de coragem porque exige aceitar:


• a incerteza
• a impermanência
• a fragilidade
• a ausência de garantias


Enquanto o controle tenta congelar o mundo, o Entregacionismo aceita o fluxo.

Monólogo do Caráter


Agora, neste exato momento, percebo que me perdi há muito tempo. Carrego o vazio que eu mesmo construí ao desistir de sustentar o progresso. Culpo-me por abandonar o que me fazia bem em nome do que parecia correto aos olhos de outros. Como retornar ao instante em que me anestesiei com a pílula da mesmice?


Será mesmo falta de tempo? Não. Falta-me foco, falta-me organização — coisas que nunca aprendi a cultivar. Devo continuar idealizando futuros belos ou despertar para transformar a realidade? A responsabilidade por não ter e por não ser recai apenas sobre mim.


Caminho sempre contra a multidão, mas quem garante que não são eles que avançam, apressados, na direção errada? Quem, afinal, está certo?


Não me reconheço como produto do meio; sou o meio que produz. Produzo, sobretudo, perguntas. Os animais sabem que são animais? Também eles existem moldados pelo ambiente. Reproduzir não é consciência — é apenas persistir. Eu não quero ser apenas mais um. Quero ser mais dois.


A ânsia de mudar o mundo sucumbe à minha própria inconstância. Sei que posso, sei que possuo os meios para ser o que é necessário, mas o medo do fracasso me visita diariamente. Cada vez que escolho a comodidade, recuso a humanidade. Inclino-me, esqueço-me, escondo-me.


Perdoa-me, mundo —
disse o caráter.

Pode ser que nos roubem as riquezas externas.Mas o que há de mais valioso em nosso coração, a riqueza de sentimentos e dons, estas ninguém leva.
___________FranXimenes
12*08*2013

⁠Amigos de verdade não te mostra o caminho há seguir, segue o caminho com você.

⁠Há um Deus para todos.

Há muitas gentes ungidas, mas não aprovadas.

Sem trabalho, sem luta, sem desejo, não há vitória.

Nos homens sábios não há lugar para o ódio.

Sempre há lobos onde há ovelhas.

Há silêncios brilhantes.

Há corações que são só generosidade.

Esta vida não é tudo o que há. Esta vida é uma preparação para a próxima.

Há brinquedos para todas as idades.

Se Lula existe, há esperança para o Brasil!

Há pensamento que condensam mil verdades.