Ha como eu Queria q ela Soubesse

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Ela nunca sabe se esse medo de realmente saber quem é, é medo do que vai encontrar ou de não ter mais o que procurar.

Inserida por LiAzevedo

E se por acaso perguntarem onde ela gostaria de chegar, não tenham dúvidas quanto à resposta:
Ela ama mesmo é o que encontra pelo caminho, sempre!
E basta.

Inserida por LiAzevedo

A vida é um eterno "dá e toma".
Ou você aproveita enquanto ela realmente está disposta a lhe presentear, ou vai gastar todo o seu precioso tempo a "dar birra " feito criança mimada em supermercado.

Inserida por LiAzevedo

Ela escreve só pra acreditar em tudo que vive...

Inserida por LiAzevedo

Nossa, ela repete roupas nas fotos!!
Pois é, né?
Talvez isso explique o fato de você não ter onde ir com a sua calça de R$ 1000,00 parcelada em 24 vezes, e eu passando férias na Europa.

Inserida por LiAzevedo

Por que ela demora mais um pouco a perdoar?
Porque a porta de saída da mágoa tem que ser suficiente para ambos: a mágoa e você.

Inserida por LiAzevedo

Uma mulher ignorada, independente do motivo, não estará contigo quando você quiser que ela esteja, independente do motivo.

Inserida por LiAzevedo

Os Dez Encontros

Ele, ávido pela procura
Ela, sôfrega pelo encontro
Ele, comprometido com livros
Ela, amante das palavras
Ele, desejos insaciáveis
Ela, segredos inconfessáveis
Ele, passageiro
Ela, partida
Talvez imperfeitos um para o outro,
Ou perfeitos apenas assim
Talvez ele a queira enquanto ela dorme,
Talvez ela não durma apenas para sentir o seu querer
E entre o sono e o sonho de um oceano de dúvidas
Ele acorda e desafia demônios
Enquanto ela luta para adormecer os dela
Talvez imperfeitos um para o outro,
Ou perfeitos apenas assim
Se bem que no fundo,
Bem lá no fundo do líquido escuro de duas canecas de chopp,
Tenha ficado claro,
Que além da terra, além do céu,
E de tudo que porventura exista entre os dois,
Há também medo
Ele, medo dos olhos verdes dela
E ela, medo do medo estampado nos olhos castanhos dele.

Inserida por LiAzevedo

Felicidade é a prima rica da tristeza. Você sabe que ela existe, mas só a encontra praticamente nas férias! ☺️

Inserida por LiAzevedo

⁠Minuit

Onze e meia. Melhor, vinte três horas e trinta minutos. Ela ainda não estava pronta. Sempre fora assim. Não se dava bem com o tique-taque do relógio. Se fosse necessário estar pronta às vinte horas, marcava as dezenove. Ainda assim, os cinco minutos a mais eram sagrados. Vivia em descompasso, mas era assim que vivia. Bem, estava quase pronta. Apenas faltava-lhe alguma coisa. Só não sabia o que era.
Cabelos soltos, macios. Corpo desenhado por um vestido que lhe deixava os seios livres, ligeiramente excitados com o toque e a leveza do tecido. Salto alto. Olhos marcantes. Boca desenhada. Um anel apenas. Era assim que gostava. Um anel, uma pulseira. Brincos, sim. Os brincos eram maiores. Perfume. Claro, perfume.
Volta e meia ao espelho, e ela se depara com a imagem dele logo atrás. Toda a cena tinha sido minuciosamente acompanhada por ele. Desde o início, há muito tempo ele a observava.
Carinhosa, ela o abraça. Sente um misto de saudade, tristeza, não entende bem o que é. Não diz nada. Só o abraça. Impossível não recordar.
As cartas ainda estavam sobre a cama, as fotos também. Por pouco não se desfizera de tudo que viveram. Por pouco não queimara todas as lembranças, os bilhetinhos, as juras, as promessas! Não fosse aquele olhar, não fosse aquele abraço...
Muitas vezes pensara nisso. Em devolver tudo. Em queimar tudo. Em doar tudo. Nunca tivera coragem para tanto. Não eram as fotos que incomodavam, não eram as cartas que machucavam. Era o que não saía da memória que feria, apertava, sufocava. Não adiantava se desfazer do que o coração ainda sentia.
E o relógio continuava a trabalhar.
Então, devagarzinho ela o deixa. Afasta-se um pouco, se recompõe, e ele fica ali, com o mesmo olhar de sempre.
Anda mais alguns passos, e à saída de casa ainda sente que lhe falta alguma coisa.
Volta ao quarto, olha-se ao espelho pela última vez, dirige-se até onde ele continua, dá-lhe um beijo de boa noite, e abaixa o porta-retrato.
Pronto. Agora não faltava mais nada.
Meia-noite. Já era um novo dia. Era hora de sair...

Inserida por LiAzevedo

⁠Meu acordo com a vida:

sempre que ela não me permite fazer o que me dizem ser o "certo", eu faço o que eu quero.

Tem funcionado.

Inserida por LiAzevedo

⁠Natal en Rose


Era véspera de Natal. Ela tinha apenas sete anos, mas já sabia que Papai Noel não descia pela chaminé. Sempre muito curiosa, já conhecia a identidade do bom velhinho que todo o ano visitava-lhe durante a noite, enquanto ela dormia o sono dos anjinhos.

Ainda assim, aquele seria um Natal diferente! Havia uma promessa a ser cumprida!

As horas iam e vinham-se, e o sol teimava em não abandonar aquelas pessoas ávidas por compras, presentes, abraços, carinhos, ceias! E ela continuava a aguardar a noite.

A madrugada de Natal!

Enfim, a lua ofusca o sol, e a noite ostenta o auge da sua beleza, ao vestir-se das luzes natalinas já à sua chegada!

De repente, silêncio.

A ansiedade continuava estampada em seu rosto infantil, mas ela precisava dormir. Dormir para que o Papai Noel chegasse! Só não conseguia...Com seus olhinhos desobedientes, rolava de um lado e outro da cama, contava carneirinhos, e nada adiantava. Estava feliz, todavia não conseguia dormir!
Lentamente, a maçaneta da porta do quarto gira. Era o Papai Noel!

Ela fecha os olhos para não decepcioná-lo, e o vulto de duas pessoas adentra o quarto, balbuciando coisas que não conseguia ouvir. Cochichavam. Ela, ainda com os olhinhos fechados, sente quando lhe beijam a face e ouve quando a porta é cuidadosamente encostada pelo lado de fora.

Rapidamente abre os olhos!

No meio do quarto estava ela, a promessa! Suntuosa, rainha, elegante, majestosa!

Sorrateiramente, desce da cama, contorna o tão esperado presente de todo o ano, admira-o, volta a contorná-lo, acaricia-o. Não podia acender a luz. Descobririam que ela não dormia! Mesmo assim, radiante de felicidade, volta a abraçá-lo, pois mesmo sem o ver, podia senti-lo, conseguia tocá-lo...

No horizonte, os primeiros raios de sol despontam-se.

Papai Noel adentra novamente o quarto para despertá-la, e quem sabe participar da surpresa em seus olhinhos brilhantes! Mas dessa vez, o velhinho apenas sorri da cena que acabara de presenciar: sua pequena estava ali, deitada ao chão, profundamente adormecida, agarrada aos aros de seu presente de Natal.

Carinhosamente despertada, vê que seu presente é cor de rosa, exatamente como ela sonhara! Uma bicicleta rosa! E mesmo sem sair de seu quarto, ela já sentia o vento a despentear-lhe os cabelos, a tocar-lhe a face! A partir dali, desbravaria as pacatas ruas de sua cidade, a equilibrar-se pelas avenidas do lugar que a vira nascer, e agora a pedalar sua bicicleta, inclusive, bem maior que ela!

A vida agora seria rosa, cor de rosa!

- Tão simples...- sonhava seu olhar pueril...
- Pena que não será sempre assim! – lamentou seu Papai Noel, silenciosamente.

E ele tinha toda razão! Mas ainda hoje, sempre que a vida insiste em mudar de cor, as lembranças e sensações desse Natal a retiram do cinza e escombros que por vezes a vida adulta impõe-lhe, e ela sai por aí, pelo mundo, a pedalar mais uma vez sua bicicleta cor de rosa, como se em Mara Rosa estivesse, completamente livre...

Inserida por LiAzevedo

⁠Sabe aquela pessoa que tanto você critica? Quando ela acertar, não se esqueça de elogiá-la.

Inserida por RobsonFortunato970

⁠Encontrei uma pedra preciosa, solitária e pouco compreendida, porém de grande valor. Ela possui a capacidade de colorir corações, com o azul da cura emocional, a rosa que transforma tudo em amor e o branco da pureza. Somente alguém com sensibilidade e compreensão será capaz de perceber o encanto que ela transmite. Ágata, tu és preciosa, obra-prima do criador.

Inserida por RobsonFortunato970

⁠A dor me mata, ou ela me transforma.

Inserida por RobsonFortunato970

⁠⁠Não manipule quem te ama, não a desdenhe, nem a machuque. Um dia, ela descobre que consegue ser feliz sem você.

Inserida por RobsonFortunato970

Quem diz ter fé, mas negligencia a própria alma, permite que ela vague na ilusão, tornando-se cúmplice da sua própria queda.

Inserida por Marceloassis

Quem diz ter fé, mas se esquece de zelar por sua alma, permite que ela vague na ilusão — tornando-se cúmplice da sua própria queda.

Inserida por Marceloassis

⁠A verdadeira beleza é sutil, é delicada.
Na verdadeira beleza, não se força ser vista pois ela própria é espontânea.
Há quem acredita ser, a beleza, o fruto de nossos esforços e intervenções para "amoldar-nos" em certos padrões vislumbrado pela sociedade. Para isso, tenho uma definição: beleza artificial e mecânica.
Para mim, a verdade beleza, todavia, é tão somente, a expressão da essência do ser, daquilo que você realmente reflete e exala naturalmente...

Inserida por vilsondealmeida

Quem diz ter fé, mas se esquece de zelar por sua alma, ela acaba vagando à deriva, negando a sua própria essência.

Inserida por Marceloassis