Ha como eu Queria q ela Soubesse
Batom Vermelho - (Composição Hélène Françoise)
Batom vermelho é para garotas como eu,
Garotas que riem e que choram,
Se alegram ao ver o sair do sol,
Entrelaçado nas montanhas.
Batom Vermelho é para garotas,
Garotas essas que não ligam para opinião alheia.
Batom Vermelho é para garotas,
Garotas que se descobrem mulheres...
Ainda assim, guardam em si, o olhar singelo de uma menina,
Pronta para viver e descobrir o mundo que as esperam ao sair da porta de casa, usando em sua boca a cor da vida,
do prazer, do desejo de viver.
Batom Vermelho sim!
Para quem ainda assim existe em nada entender,
Deixe sem saber, diga e dai? estamos no auge do viver!
Vermelho é a cor da vida, do sangue que pulsa dentro de nós.
Com cachorros, eu não aprendi apenas como é ter um animal de estimação, e sim a ter um amigo de verdade.
Eu me pergunto como as feministas radicais lidam com o fato de que foram homens que criaram a regra ‘mulheres e crianças primeiro’ quando é necessário resgatar pessoas de emergências que envolvem risco de morte.
Ressurreição Silenciosa
Eu tenho vivido como quem caminha entre escombros — tentando juntar os pedaços do que sobrou de mim, tentando entender onde foi que o brilho se perdeu. Às vezes, sinto o cheiro do fim antes mesmo de acordar, como se o dia viesse com um aviso: hoje vai ser pesado de novo. E é.
É como viver dentro de um corpo que não responde, uma alma que não sente, um coração que cansou de pedir socorro.
Já tentei gritar.
Aos céus, ao travesseiro, ao silêncio.
Já segurei a própria garganta, tentando expulsar a dor por onde pudesse sair.
Mas meu grito nunca teve som — só ecoava dentro de mim, como um trem desgovernado, como a música que eu sempre escolho porque fala a língua da exaustão que carrego.
E mesmo assim… Deus ouviu.
Eu pedi anjos, Ele me enviou pessoas.
Gente que consegue me alcançar quando ninguém mais vê, que percebe minha ausência mesmo quando estou presente, que insiste em me segurar quando tudo em mim está escorregando.
Eu não sei agradecer, não sei sorrir do jeito que gostaria.
Quimicamente, emocionalmente, fisicamente, estou esgotada.
Mas por dentro, há gratidão — quieta, mas viva.
No meio desse caos organizado que sou — dessas ideias que nascem de sentimentos embolados, dessas certezas plantadas num chão de dúvidas — eu tento existir.
Mas confesso: às vezes, viver dói.
Respirar dói.
Levantar dói.
Ser forte por quem precisa de mim dói ainda mais.
É um dilema cruel: enquanto luto para não desistir de mim, preciso ser força para quem enfrenta batalhas visíveis, enquanto as minhas são todas internas.
E, mesmo assim, algo em mim insiste.
Uma faísca minúscula, quase apagada, mas ainda ali.
Talvez seja fé.
Talvez seja o amor pelo meu filho, meu potinho de mel, que um dia segurou meu dedo como quem segurava meu futuro inteiro.
Talvez seja o desejo de deixar algo meu — um conselho, um afeto, uma verdade — que permaneça quando eu não conseguir mais permanecer.
Eu não quero romantizar nada.
O que eu vivo é bruto, cru, real.
É depressão, ansiedade, burnout, dor física, dor emocional, dor espiritual.
É anedonia.
É o vazio que engole até o que era mais bonito em mim.
Mas ainda assim… há algo aqui dentro que se recusa a morrer.
Talvez eu seja mesmo uma fênix cansada.
As asas queimadas, o peito em cinzas, a voz quase sem som.
Mas ainda assim… cinzas não são fim.
São começo.
Então, Deus, se por acaso ainda houver em mim qualquer sopro de recomeço, qualquer possibilidade de renascer, eu te peço:
seja bálsamo para as minhas dores, sustento para a minha alma.
Me ajude a ressurgir.
A encontrar no silêncio um pouco de paz.
A reconstruir o sorriso que perdi pelo caminho.
A reencontrar a luz que um dia brilhou nos meus olhos.
Porque, mesmo que eu não me sinta viva todos os dias,
mesmo que eu caminhe tropeçando entre sombras,
eu ainda acredito — lá no fundo —
que a fênix que existe em mim ainda pode se levantar.
Nem que seja devagar.
Nem que seja quase sem forças.
Nem que ninguém veja.
Mas eu…
eu ainda quero renascer.
10 de Dezembro 2024
Cógito
eu sou como eu sou
pronome
pessoal intransferível
do homem que iniciei
na medida do impossível
eu sou como eu sou
agora
sem grandes segredos dantes
sem novos secretos dentes
nesta hora
eu sou como eu sou
presente
desferrolhado indecente
feito um pedaço de mim
eu sou como eu sou
vidente
e vivo tranqüilamente
todas as horas do fim.
Fotografar é Ver Com a Alma
Eu vejo o mundo de uma maneira única, como se houvesse sempre uma nova perspectiva sobre a mesma coisa. Para mim, a fotografia não é apenas capturar uma imagem; é sobre enxergar o que os outros não conseguem ver. Acredito que o olhar de um fotógrafo tem a capacidade de transformar algo simples em algo valioso, essencial, e é isso que tento passar em cada clique.
Minha sensibilidade me permite ver além do óbvio, e é essa percepção que tento compartilhar com o mundo. Quando vejo uma cena, busco encontrar a alma daquele momento, algo que muitas vezes passa despercebido, mas que, para mim, é o que dá significado à imagem. É como se eu estivesse dando voz àquilo que só eu consigo enxergar, tentando transmitir um pouco da minha alma através do meu olhar.
Eu quero que as pessoas, ao olharem minhas fotos, consigam enxergar aquilo que elas mesmas não conseguem ver, que sintam a essência do momento. Acredito que a verdadeira beleza está na percepção, e é isso que tento capturar – uma nova maneira de olhar para o mundo.
Mas nesta época eles dançavam pelas ruas como piões frenéticos e eu me arrastava na mesma direção como tenho feito toda minha vida, sempre rastejando atrás de pessoas que me interessam, porque, para mim, pessoas mesmo são os loucos, os que estão loucos para viver, loucos para falar, loucos para serem salvos, que querem tudo ao mesmo tempo, aqueles que nunca bocejam e jamais falam chavões, mas queimam, queimam, queimam, como fabulosos fogos de artifício explodindo como constelações em cujo centro fervilhante pop pode-se ver um brilho azul intenso até que todos caiam no "aaaaaaaaaaaaaah!" Como é mesmo que eles chamavam esses garotos na Alemanha de Goethe?
Reflexão "Amadurecer"
Algumas pessoas assim como eu, podem se sentir assustadas com o fato de terem que amadurecer.
Assustadas por tantas vezes cometerem o mesmo erro, fazendo com que pensemos muitas vezes: “Não tenho jeito!”.
Chega um tempo na vida que percebemos o quanto precisamos urgentemente tomar atitudes firmes e maduras, o quanto precisamos crescer.
As experiências de vida, a forma como nossos pais nos criam, são fatores importantes e decisivos na hora de amadurecer.
A maturidade chega cedo para alguns, para outros chega no tempo certo, mas para alguns como eu ela vem a passos lentos, bem lentos...
Mas será que existe um tempo certo para ela chegar? Que tempo seria esse?
Só sei que quando ela bate na porta, precisamos abrir para que ela entre como se fosse uma visita que esperamos ansiosos para receber.
A maturidade é a nossa maior aliada em nosso crescimento pessoal.
Ela nos ensina o tempo certo de tomarmos as principais decisões da vida.
Ela nos ajuda a termos firmeza em relação a muitas atitudes que às vezes não condiz com o que desejamos ser e viver.
Não podemos viver como meros espectadores da nossa própria vida.
Deixando com que nossos caprichos e vontades nos guiem, eles só nos levariam ao precipício.
Nunca pensei que amadurecer fosse tão difícil, nem que doesse tanto, mas pior seria sofrer a dor de ver minha própria vida sendo guiada por impulsos incontroláveis.
Sendo assim, decido hoje a tentar amadurecer, a crescer.
Com certeza cairei muitas vezes, talvez nos mesmos erros. Mas terei sempre a certeza que sou eu o único responsável por limpar as feridas, levantar e tentar de novo!
Como na lenda da águia, que arranca suas penas e bico pra renascer como uma fênix das cinzas, eu gostaria de perder a memória, me desfazer dos paradigmas, das inseguranças e medos, me perder em mim mesmo e começar do zero! Já que não é possível voltar no tempo, que Deus me dê a dádiva do esquecimento.
Quando criança conclui : se Deus, como todo mundo me dizia, era bom, por que eu não era o cara mais fofo do mundo ? Decidi que Deus não existia. Ou não era bom. O ateísmo é uma conclusão óbvia, não há nenhuma grande inteligência nisso. Qualquer golfinho consegue ser ateu.
Eu sei que eu nunca vou amar ngm como eu amo você, mais eu não posso ficar vivendo na esperança de um dia ter você de volta. E sendo assim a Minha vida segue!
Ele não é como os outros caras, eu não posso me desculpar pelo que meu corpo quer e o que meu coração decide.
Quero que você faça me sentir como se eu fosse a única garota do mundo
Como se eu fosse a única que você amará
Como se eu fosse a única que conhece o seu coração
Única garota do mundo
É como quando você termina um livro e não queria. Mesmo os personagens estando felizes, você ainda está triste com o fim.
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