Ha como eu Queria q ela Soubesse
Para tudo há uma ocasião, e um tempo para cada propósito debaixo do céu:
tempo de nascer e tempo de morrer, tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou,
tempo de matar e tempo de curar, tempo de derrubar e tempo de construir,
tempo de chorar e tempo de rir, tempo de prantear e tempo de dançar,
tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las, tempo de abraçar e tempo de se conter
Eclesiastes 3:1-5
Em cada momento luminoso há uma gota de escuridão e o conhecimento de que a dor voltará, então seja sincero com aqueles que ama e mostre sua dor. Sofrer é tão humano quanto respirar.
O IRREPETÍVEL
Há acontecimentos na vida que não admitem reedição.
Por mais que a memória tente rearrumar as peças, por mais que o coração procure réplicas, por mais que o desejo se vista de esperança, certos encontros pertencem a um único instante do universo, e jamais regressam com a mesma força.
Não porque falte coragem.
Não porque falte amor.
Mas porque o caos — esse dramaturgo secreto — escreveu um enredo que não se repete.
Há amores que não voltam porque não nasceram para durar: nasceram para revelar.
Há paixões que nos atravessam como relâmpagos — belas, breves, devastadoras — e deixam em nós uma claridade que nenhuma rotina suporta.
E, ainda assim, tentamos.
Tentamos reescrever a história.
Tentamos transplantar a emoção de um corpo para outro, como quem tenta acender uma fogueira com cinzas frias.
Tentamos encaixar um novo rosto no formato exato do antigo.
Tentamos repetir o gesto, o riso, o perfume, o tremor, como quem repete feitiços que perderam o encanto.
Mas o coração não aceita imitadores.
O que nos marcou não foi apenas a pessoa — foi o instante.
A circunstância.
O invisível.
Aquela interseção secreta entre tempo e alma, onde algo se abriu dentro de nós e nunca mais fechou no mesmo lugar.
É inútil reinventar o que foi único.
O universo emocional não admite plágio.
Há feridas que só aquele corpo sabia curar.
Há abismos que só aquela voz sabia atravessar.
Há silêncios que só com aquele olhar faziam sentido.
Há vertigens que só aquele toque despertava.
Transferir esse sentimento para outro contexto é como tentar mover uma constelação inteira para outro céu.
Nenhum encaixe funciona.
A geometria do amor é exata demais para ser manipulada.
Talvez seja essa a beleza brutal da experiência humana:
nem tudo é reaproveitável.
Nem todo amor é reciclável.
Nem toda paixão sobrevive à tentativa de repetição.
O que vivemos uma vez, vivemos uma vez apenas.
E é justamente essa precariedade que faz do instante um milagre.
Não caberá em outro corpo.
Não caberá em outra história.
Não caberá em outra tentativa.
O máximo que podemos fazer é honrar a verdade do que sentimos — e seguir.
Não como quem busca substituições, mas como quem reconhece que há acontecimentos que são portas: abrem-se uma vez e nunca mais se repetem no mesmo lugar.
E talvez seja assim que o caos nos ensina:
não para que reconstruamos o que acabou,
mas para que aceitemos que o irrepetível também é uma forma de eternidade.
O IRREPETÍVEL
Há coisas que não se repetem.
Não por falta de tentativa, mas porque o mundo não devolve o mesmo vento duas vezes.
Você até buscou a fresta que um dia se abriu — a mesma luz, o mesmo acaso, a mesma vertigem. Procurou outro corpo onde a memória coubesse, outra pele com o mesmo ritmo secreto, outro olhar capaz de fazer a respiração errar o passo.
Mas não havia réplica.
O que aconteceu — aconteceu numa combinação que não se fabrica:
um gesto que não estava previsto,
uma falha no tempo,
uma distração do destino.
Foi ali que algo passou por você e não voltou.
Depois disso, tentou reorganizar o enigma.
Mudou a cena, trocou os nomes, alterou o cenário — e o milagre permaneceu imóvel, como se dissesse: não me convoque.
Há eventos que não obedecem.
Você percebeu tarde que não buscava outra pessoa.
Buscava o ruído exato daquele instante — aquele som que só seu coração reconheceu e nunca mais ouviu.
Mas não se captura o eco de algo que só existiu no momento em que rompeu o silêncio.
O resto é tentativa.
E tentativa tem outro brilho.
O que ficou não é lembrança, é marca:
um leve desvio na alma, um lugar onde o mundo tocou e retirou a mão antes que você entendesse o gesto.
Não há como refazer isso.
O universo não trabalha com versões revisadas.
Há histórias que não querem continuação.
Querem apenas ser o que foram:
um rasgo preciso,
um acontecimento sem repetição,
um idioma que você só escutou uma vez
e nunca mais soube pronunciar.
Você é jovem, a vida é longa
E há tempo para desperdiçar
Até que um dia você descobre
Que dez anos ficaram para trás
O convite para a existência é ter a certeza de que, se há vida, é porque alguém garante que vale a pena viver, existência não me tire esse direito.
Há momentos em que seria bom poder apertar aquele botãozinho de "turn off" e deixar a vida naquela luzinha do "stand by" até o motor esfriar.
Háptica e proxêmica: Há quem fuja do abraço, do simples toque ou aproximação. Contudo, nada é mais poderoso do que proxêmica, sem ser invasivo e hapticar, sem ser indelicado. Em bom português, aproxime-se, toque, divida o lado de dentro da sua cerca emocional com a outra pessoa...
Há coisas que ninguém pode tirar de mim, porque foram construídas na alma — nas quedas que vivi, nas vitórias silenciosas, nos dias em que precisei me levantar mesmo sem forças.
Muitos não possuem o que carrego, não por falta de oportunidade, mas por não cultivarem a determinação que molda o espírito, a vontade de viver que ilumina o caminho mesmo quando tudo parece escuro.
A felicidade que encontro é fruto da minha coragem.
A paz que carrego é resultado das batalhas que travei comigo mesmo.
O amor que ofereço ao próximo é escolha, não obrigação.
E o respeito — esse sim — é parte essencial da vida, raiz que sustenta qualquer gesto humano verdadeiro.
Eu sou feito de exemplos vividos, e cada um deles me ensinou que a grandeza não está no que se possui, mas no que se é.
Um dia você descobre
que a vida não foi à toa
e que, apesar de não ser tão boa
não há dor que não se cure
não há dor que pra sempre dure
e que, infelizmente
não existe dor que não doa
o que existe realmente
é dor que se sente à toa
tem a dor que te consome
e a dor que sem pena te rói
mas a dor menos amena
é a dor que apesar de ser dor
você nunca sabe onde dói.
A certeza de que há sempre um sol nascendo renova as nossas esperanças e nos sintoniza com Deus, essa força poderosa que abre caminhos e nos mostra que assim como o sol é sempre possível começar mais uma vez.
"O que há de mais fascinante na fotografia, é o fato desta não retratar apenas o objeto fotografado. Dentro de uma imagem, cabem paisagens, pessoas, personalidades, expressões, valores, arte, cultura. Enfim, tudo que os olhos forem capazes de perceber, e a mente assimilar."
Te sinto há algum tempo.
Me machuca me faz não querer pertencer.
De onde você veio? Quando você vai partir?
Não aceitei e sofri por sua existência na minha vida.
Dia após dia comecei a te entender, com amargor.
Poderia me deixar?
Poderia me deixar ficar?
Eu não queria te arrancar de mim, pois sem você eu deixaria de existir.
Eu não queria mais sentir.
Boa tarde!
Para a tarde:
Que você sinta a leveza da vida.
Que leve tudo com mais equilíbrio e harmonia.
Permita que o amor faça moradia.
E que a fé seja a sua maior fortaleza.
Abençoada seja a sua tarde.
Uma tarde linda e feliz!
Embora a vida não seja um trevo de 4 folhas
Em todo o mundo há trevos de 3 folhas
Para nos lembrarque mesmo incompleta, a vida é linda
- Relacionados
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Frases para namorada que mostram o quanto ela é especial para você
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas Quem Sou Eu
- Poemas sobre a família mostrando que ela é o nosso alicerce
- Quem sou eu: textos prontos para refletir sobre a sua essência
- Eu sou assim: frases que definem a minha essência
