Ha como eu Queria q ela Soubesse
Aos olhos da Divindade todos temos nossas particularidades que nos tornam únicos, Ela respeita nossa individualidade e quem somos. Então porque insistimos em querer moldá-La para que seja como queremos que seja?
Porque, em vez de querer exibir um Deus pessoal que subjuga outros pela fé, apenas não nos fixamos no amor?
Vi ela um dia antes do ocorrido, ela estava com um sorriso enorme no rosto e dizia que era impossível ficar melhor, aquele sorriso lindo sendo distribuído para todos os amigos que chegavam, era inspirador e nos trazia paz interior, mas a paz era só pra nós, todas aquelas palavras dizendo estar bem e aquele sorriso de orelha a orelha era só um disfarce para toda a dor que ela sentia, mas não queria compartilhar, guardou pra ela e transbordou uma tristeza que a matou afogada por dentro levando ela a se matar por fora e deixar saudades no peito de todos que não entenderam o que teria acontecido. Pensei naquele sorriso e naquelas palavras e percebi que as pessoas ao nosso redor estão mortas por dentro fingindo estar vivas e nós nem sequer percebemos, somos tão impotentes, tão fracos, tão frágeis e sensíveis, eu não pude evitar e isso é o que mais dói!
A vida...
A vida é boa, e depende de nós mesmos para saber vive-la. Para alguns ela se torna um inferno, para outros um paraíso. Cada qual com suas escolhas.
"Georges Bernanos já tinha dito: a democracia não é o contrário da ditadura; ela é a causa da ditadura. Basta ver como a noção de direitos humanos é hoje utilizada para impor às pessoas novas formas tirânicas de controle do comportamento, para perceber que Bernanos tinha razão. A democracia, para subsistir, tem de se apoiar sempre em alguma coisa totalmente diversa, num sistema de valores extrapolíticos ou suprapolíticos, como por exemplo o cristianismo. Mas a própria democracia tende a destruir esses valores e em seguida é deixada a si mesma e se transforma em tirania: tudo democratizar é tudo politizar, e quando não restam outros valores senão políticos, então é a ditadura, como a definia Carl Schmitt, a pura luta pelo poder, que não pode levar senão à vitória dos mais fortes. Hoje em dia, mesmo os debates ditos intelectuais se tornaram pura luta política, isto é, lobby, grupos de pressão, manipulação de verbas, intimidação dos inimigos, e assim por diante. É o resultado da democratização, e é indiscutivelmente ditadura. Para salvar a democracia seria preciso saber limitá-la, isto é, restringir os critérios democráticos ao território estritamente político e limitar o território da política, instituindo para além da política uma zona onde os debates não sejam decididos por meios políticos mas pela razão, pela sabedoria e pelo amor. Isto seria precisamente a função da cultura, mas a cultura já está quase completamente politizada e vamos a largos passos para a ditadura universal, sob o aplauso geral das massas."
É somente pelo amaciamento e disfarce da carne morta através do preparo culinário, que ela é tornada susceptível de mastigação ou digestão e que a visão de seus sucos sangrentos e horror puro não criam um desgosto e abominação intoleráveis.
Ele(ela) Admira tuas qualidade e aceita teus defeitos,brinca, briga,faz as pazes,diz “te amo”até mesmo com apenas um olhar,inventa apelidos carinhosos uns até estranhos,mas todos carinhosamente.Te faz fazer planos,ficar com cara de bobo,desperta em você uma pessoa melhor,te faz querer ser alguém melhor,te cuida,te guia,te quer bem,alegra teu coração.Causa ciúme até sem intenção,te faz ter medo de perdê-lo(la),te faz cada dia querê-lo(la) mais e mais, quando esta perto você o(a) quer mais perto ainda,esse alguém faz teus dias mais lindos e felizes,e pode existir milhões de sorrisos perfeitos por ai,mas o dele(dele) sem duvidas pra você é o mais lindo.Amar é saber que teu coração não pertence mais a ti,que a saudade bate forte mesmo que 2 minutos depois de vê-lo(la), é sentir que sua vida se tornou mais linda depois que ela(ele)entrou nela,e que o infinito ainda é pouco pra dizer o quanto é grande o seu amor por esse alguém
QUANDO A VIDA LHE PEDIR PARA DESISTIR, MOSTRE A ELA QUE A SUA VONTADE DE VENCER EH BEM MAIOR DO QUE A PROPRIA VONTADE.
De repente ela vem vindo, a tristeza vem a pessoas largos, o vazio a acompanha, seu grande companheiro,
o engraçado e que eu nunca a quis como amiga, quisera eu nem a ter conhecido, seu amigo imbecil idem,
mas mesmo não os querendo por perto, fui eu e apenas eu o causador de todos os fatores que novamente convocaram esses dois,
a tristeza com seu largo abraço, poderia se não fosse ela amaldiçoada apenas com esse dom, se e que se pode chamar assim,
trazer todo conforto de que eu careço, simplesmente enxergo de olhos fechados no momento, consigo ver uma luz,
mas estou com medo de perde-la, acho que e mais do que possível, acho na verdade, realmente provável de que isso aconteça,
a culpa não e mais minha, sempre foi e nunca deixara de se-la, mas ao mesmo tempo,
eu sou incapaz de ser de outra maneira, não consigo mais, o vazio vem vindo e com ele a fome, hora de me alimentar, saciar meus desejos,
e assim começar novamente esse ciclo, a vida continua e o que dizem, continua sim, mas as marcas não somem com o vento.
AH!
Que graça teria o desvendar dos mistérios da mulher?
Tão misteriosa graça que nem mesmo ela sabe o que é!
Prefiro o universo feminino incompreendido.
Tamanho o fascínio sobre mim exerce o mundo perdido.
Ele: parou de falar comigo é?
-Ela: ué, você não estava conversando com a sua amiguinha?
-Ele (rindo): tá com ciumes é?
-Ela: ciumes? Eu? Claro que não.
-Ele: tá sim. Por que?
-Ela: ela tem um sorriso lindo, não é?
-Ele: talvez, mais sabe o que você tem que ela não?
-Ela: o que?
-Ele: o meu coração.
''Sabe aquela menina que se corta?Ela faz aquilo pra se aliviar das dores,sabe aquela menina que chora a noite toda?Ela pensa nos erros que ja fez e ja foi sofrida,todos somos iguais!''
Sua mente é o seu guia, no escuro da noite ou no claro do dia, quanto mais forte ela for, mais fácil superarás as barreiras que a vida nos propor. Pense sempre que a sorte não existe, existem destinos e oportunidades. Que cada passo que você der, seja com a certeza e a convicção, de que a sua superação de todas as dificuldades, foram traduzidas em oportunidades, que toda luta, que toda entrega e dedicação valeram a pena
Às vezes me flagro imaginando um homem hipotético que descreva assim a mulher dos seus sonhos:
“Ela tem que trabalhar e estudar muito, ter uma caixa de e-mails sempre lotada. Os pés devem ter calos e bolhas porque ela anda muito com sapatos de salto, pra lá e pra cá.
Ela deve ser independente e fazer o que ela bem entende com o próprio salário: comprar uma bolsa cara, doar para um projeto social, fazer uma viagem sozinha pelo leste europeu. Precisa dirigir bem e entender de imposto de renda.
Cozinhar? Não precisa! Tem um certo charme em errar até no arroz. Não precisa ser sarada, porque não dá tempo de fazer tudo o que ela faz e malhar.
Mas acima de tudo: ela tem que ser segura de si e não querer depender de mim, nem de ninguém.”
Pois é. Ainda não ouvi esse discurso de nenhum homem. Nem mesmo parte dele. Vai ver que é por isso que estou solteira aqui, na luta.
O fato é que eu venho pensando nisso. Na incrível dissonância entre a criação que nós, meninas e jovens mulheres, recebemos e a expectativa da maioria dos meninos, jovens homens, homens e velhos homens.
O que nossos pais esperam de nós? O que nós esperamos de nós? E o que eles esperam de nós?
Somos a geração que foi criada para ganhar o mundo. Incentivadas a estudar, trabalhar, viajar e, acima de tudo, construir a nossa independência. Os poucos bolos que fiz na vida nunca fizeram os olhos da minha mãe brilhar como as provas com notas 10. Os dias em que me arrumei de forma impecável para sair nunca estamparam no rosto do meu pai um sorriso orgulhoso como o que ele deu quando entrei no mestrado. Quando resolvi fazer um breve curso de noções de gastronomia meus pais acharam bacana. Mas quando resolvi fazer um breve curso de língua e civilização francesa na Sorbonne eles inflaram o peito como pombos.
Não tivemos aula de corte e costura. Não aprendemos a rechear um lagarto. Não nos chamaram pra trocar fralda de um priminho. Não nos explicaram a diferença entre alvejante e água sanitária. Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.
Mas nos ensinaram esportes. Nos fizeram aprender inglês. Aprender a dirigir. Aprender a construir um bom currículo. A trabalhar sem medo e a investir nosso dinheiro. Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.
Mas, escuta, alguém lembrou de avisar os tais meninos que nós seríamos assim? Que nós disputaríamos as vagas de emprego com eles? Que nós iríamos querer jantar fora, ao invés de preparar o jantar? Que nós iríamos gostar de cerveja, whisky, futebol e UFC? Que a gente não ia ter saco pra ficar dando muita satisfação? Que nós seríamos criadas para encontrar a felicidade na liberdade e o pavor na submissão?
Aí, a gente, com nossa camisa social que amassou no fim do dia, nossa bolsa pesada, celular apitando os 26 novos e-mails, amigas nos esperando para jantar, carro sem lavar, 4 reuniões marcadas para amanhã, se pergunta “que raio de cara vai me querer?”.
“Talvez se eu fosse mais delicada… Não falasse palavrão. Não tivesse subordinados. Não dirigisse sozinha à noite sem medo. Talvez se eu aparentasse fragilidade. Talvez se dissesse que não me importo em lavar cuecas. Talvez…”
Mas não. Essas não somos nós. Nós queremos um companheiro, lado a lado, de igual pra igual. Muitas de nós sonham com filhos. Mas não só com eles. Nós queremos fazer um risoto. Mas vamos querer morrer se ganharmos um liquidificador de aniversário. Nós queremos contar como foi nosso dia. Mas não vamos admitir que alguém questione nossa rotina.
O fato é: quem foi educado para nos querer? Quem é seguro o bastante para amar uma mulher que voa? Quem está disposto a nos fazer querer pousar ao seu lado no fim do dia? Quem entende que deitar no seu peito é nossa forma de pedir colo? E que às vezes nós vamos precisar do seu colo e às vezes só vamos querer companhia pra um vinho? Que somos a geração da parceria e não da dependência?
E não estou aqui, num discurso inflamado, culpando os homens. Não. A culpa não é exatamente deles. É da sociedade como um todo. Da criação equivocada. Da imagem que ainda é vendida da mulher. Dos pais que criam filhas para o mundo, mas querem noras que vivam em função da família.
No fim das contas a gente não é nada do que o inconsciente coletivo espera de uma mulher. E o melhor: nem queremos ser. Que fique claro, nós não vamos andar para trás. Então vai ser essa mentalidade que vai ter que andar para frente. Nós já nos abrimos pra ganhar o mundo. Agora é o mundo tem que se virar pra ganhar a gente de volta.
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