Ha como eu Queria q ela Soubesse

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A gentileza não diminui com o uso.
Ela retorna multiplicada."

A fé transforma,fique com ela e continue escolhendo as lutas que valem a pena lutar.

As outras falam dela
Ela nem sabe quem as outras são

A menina e o mundo

Era uma vez uma menina que virou mulher. Ela morava em um mundo. E um mundo morava nela. Tinha mais fases que a própria lua. E não brilhava tanto como o sol. Seus sonhos eram muitos, assim como estrelas. Ela queria fazer o bem, queria ser feliz e bonita. Muito bonita. Mais que bonita. Perfeita. Mas também queria ser feliz. E fazer o bem. Queria tudo ao mesmo tempo. Às vezes, quando sentia-se só, ouvia demais, pensava demais e enjoava. Enjoava disso tudo. Enjoava-se do mundo e seu mundo enjoava dela. Ambos insatisfeitos.

Ela era diferente, mas não única. Seu maior problema era falta de atenção. Não compreendia e logo sentia inveja: a lua era menos complicada e o sol era um astro. Ela nunca chegaria a seus pés, mas talvez pudesse acostumar-se com a ideia. Não queria nadar em dólares, mas queria estar rodeada de pessoas. Pessoas intensas e interessantes. Muitas pessoas. Em uma só. Muitas vezes, chateava-se, pensando o quão vazia seria, ou o quão vazia a viam. Ela então, abandonou seus calçados e foi andar descalça pelo mundo, para sentir as energias que o chão do mundo transmite. Novamente, pegou-se com inveja. Desta vez do mundo. Ela que se importa com o que ele transmite, gostaria também que fosse assim consigo. Que aparecesse alguém, de preferência um estranho, que se interessasse sobre as energias que ela transmite, com um toque ou um olhar.

Continuou a andar e deu-se conta de que segurava uma florzinha entre seus dedos. E que também tinha beijado suas delicadas e frágeis pétalas. De novo, inveja. Era um de seus sonhos, ser encontrada e beijada com tanta ternura. Sentir amor, mesmo de um estranho. Que na verdade, não seria um estranho. Seria de alguém que ama. E quem ama, nunca é estranho. A menina que andava descalça pelo mundo para achar respostas, finalmente as encontrou. A lua que era linda e bem menos complicada que ela, por mais admirada que fosse, morava longe. O sol, o tão incrível astro que muitos idolatram, também vivia longe. Foi então que percebeu, que mesmo não sendo tão amada e tão famosa, ela era livre e podia ficar perto de quem quisesse. E que talvez um dia, fosse minimamente conhecida. Por ser a estranha que ama as coisas, que enxerga as almas e que toca o coração. A estranha que livra-se de seus calçados e colore o mundo com o toque de seus pés. Que conversa com o tempo e chama o vento para que espalhe o amor por aí...

Dominação


É ela quem me domina
Me arrasta com teus olhos
Seduz e fascina

Mostra tua força
Expõe tua vontade
Sufoca-me no enroscar de tua coxa

Diz o que quer e onde quer
Provoca-me em auto carícias
Exibindo seu poder de mulher

Priva-me da visão o sentido
Ata-me ao leito aquecido
Gotas de cera explodem minha libido

Cheiro, Toque e Gemido
Brinca em meu corpo atrevido
Falo em riste não resiste.Tenso Jorra o líquido

Ela é você...

Quem é aquela que por onde passa não quer ser notada, mas atrai todos os olhares para si?
Quem será aquela que tem a força de um Deus, mas por ser humana tem suas fraquezas e por isso chora?
Quem será aquela que de tão curiosa às vezes deixa de dar importância para as coisas mais simples, mas contorna com tamanha facilidade as coisas de maiores importância?

Quem será aquela que toda noite deita a cabeça no travesseiro e pensa se seu ser amado está pensando nela? Que chora e sorri quando pensa no futuro...
Quem será aquela que sonha e expressa seus sonhos, felicidades e tristezas escrevendo coisas de menina?
Mas enquanto todos se perguntam e querem saber quem é ela...
Eu sei e respondo!
Ela nada mais é que...
VOCÊ!
(Raphael Santos Araujo)

⁠se olhar só para armadura pode ver ela riscada, mas por baixo o soldado está com a alma rasgada.

Guarde a sua opinião pra você, pois ela só cabe dentro da sua estreita visão, da sua mediocridade.

Nunca deixes que a chama que arde no teu coração se apague. Com ela aquece o vazio frio e ilumina o vazio escuro.

Ela tem um gosto peculiar, sim
Ela é tão obcecada com a perseguição, sim
Ela não perde tempo com conversas, não
Ela vai direto ao ponto, sim
Ela é tão peculiar

A Falsidade
Ela parece aos seus olhos ser simples e desinteressada, sua voz tentar simular a de uma criança mimada, que com a ingenuidade e sorriso nos ganha em alguns âmbitos.
Seu falar é meigo, seu olhar carente, sua voz passiva, pouco eloqüente.
Sem de fato ser, aquilo que você pensa, ela chega assim, sem pedir licença.
Não queira saber, nem pagar pra ver, ela é o doce amargo, guerra de fogo cruzado, poste aceso na escuridão, com tantos adjetivos, FALSIDADE é seu chavão.

“Cada instante que passa é uma história…Depende do que você vai fazer depois com ela.”

. Hoje acordei com uma saudade gostosa...Uma saudade tão silênciosa e densa. Ela chega derramando pressentimentos bons e de amanheceres intensos! Tua ausência me trás lembranças do teu olhar doce e intrigantes. Sorrio quando lembro das vezes que me tirou o fôlego por me fazer gargalhar.

Ela diz: Temos que nos segurar no que nós temos
Porque não faz diferença
Se conseguiremos ou não
Nós temos um ao outro e isso é muita coisa...

Pegue minha mão - nós vamos conseguir, eu prometo
Vivendo a base de uma prece.

Quando você ama uma pessoa tem que deixar ela ir, se um dia ela voltar, ela será sempre sua, se não, é porque nunca foi.

"Onde a delicadeza pousa ela transforma olhares,
sentimentos e enche o coração de amor e esperança."

⁠A vida não é feita de grandes vitórias todos os dias. Ela é feita de pequenas vitórias todas as horas!

No balcão do bar, ela pede a bebida preferida “Garçom, uma dose de vodka, por favor.” A rapidez com que vira o copo, os olhos marejados e a urgência pela próxima dose, dão indícios de que mais uma vez, a vontade de amar incondicionalmente, colidiu com a insensibilidade dos braços errados.

Lá pelas tantas da madrugada, chega cambaleando em casa – corpo cansado, coração dilacerado e gosto amargo de desamor na boca. Enquanto o teto insiste em girar e o estômago dá sinais de ressaca, ela cantarola Cartola baixinho. Entre um verso triste e outro, chora e sufoca os gritos com o travesseiro.

No fim de cada canção, promete para si mesma que trancará todo o afeto desperdiçado no quartinho dos fundos.Ela é refém do sentir-visceral. Tudo é profundo. É intenso, é carne viva. Sente por ela, por quem ama e por aqueles que nem conhece.

Tem o costume de enxergar leveza nos detalhes da vida. Se emociona com boa música, com bons filmes e com pessoas de bom coração. Ela nasceu com instinto de zelo, sabe cuidar de tudo que a cerca com maestria – se um dia ela deixar você sentar no sofá da casa dela, considere-se um cara de sorte.

Ela de câncer e costuma ser colo, mas a vezes, precisa trocar de lado no jogo. Ela precisa que você esteja com ela até o fim, por isso, se a sua intenção é fazer firula com o afeto dela, dê meia volta e peça mais uma cerveja, queridão.

Encantou-me, cantou-me.

Ela é a sereia da cidade grande.
Não virou meu barco de ponta cabeça, mas sim minha vida ao avesso.
Não me levou pro fundo do mar, mas me arrastou até o fundo do bar.

Se você odiar esta história, desculpe, ela não foi escrita para você.

William P. Young
A Cabana. Rio de Janeiro: Sextante, 2008.