Ha como eu Queria q ela Soubesse
A pessoa idosa é vulnerável, é como uma criança que depende de um adulto para tudo.
É um ser frágil que não sabe se defender. Com certeza você deve ter tido uma infância difícil com seus pais, mas aqui se trata de humanidade. Não é sobre seus traumas.
"Você muitas vezes se ajuda uma pessoa a sair de uma situação difícil, porém recebe como pagamento a INGRATIDÃO -- Conheci um famoso Advogado criminalista no RJ, ele me disse: Eu me esforcei para livrar um jovem da prisão, dei um emprego para o jovem no meu escritório e pagava a faculdade. No início tudo bem; certo dia mandei o jovem depositar uma quantidade de dinheiro na Banco, o mesmo SIMULOU UM ASSALTO, passou sangue de galinha no corpo e no rosto e disse ter sido assaltado. Em fim, ficou com o meu dinheiro. Gratidão não deve ser paga com ingratidão"
Assim como cada ser neste Planeta, respeita todos os movimentos dele, imperceptíveis e inerentes, não havendo o que se possa fazer para acelerá-los ou torná-los mais lentos ao curso do Tempo, como os três mais conhecidos movimentos de: Rotação, Translação e Precessão, assim também, cada ser encontra-se num micro-mundo espiritual, dentro deste Mundo Físico, que também segue seus próprios movimentos imateriais. Aliás, falando-se em movimentos, é característica mesmo de todos os Mundos - tanto o Espiritual quanto o Material -, movimentarem-se constantemente!!!
Pois é sabido que todo o Cosmos está em constante movimento. Este Planeta mesmo está. Bem como todo o Sistema Solar e a própria Via Láctea.
O Mundo Preternatural, também está em movimento. Aliás, diga-se, é o Mundo Espiritual o próprio motor de funcionamento do Mundo Físico. Pois este provém daquele.
Às 7:30 in 18.03.2026
O medo é uma emoção inerente ao ser humano, seja em intensidade baixa ou alta, atuando como um mecanismo de proteção que nos motiva a agir. Portanto, não se surpreenda ao experimentá-lo. O sinal de alerta deve ser acionado quando o medo deixar de ser sentido.
Às vezes permitimos, sem perceber, que a religião ou a barganha tome o lugar de Jesus como mediador de Deus e os homens.
Ninguém me explicou como existir,
sem fingir calma, sem repetir.
Sou um mapa rabiscado que insiste em seguir.
Ninguém me ensinou como ser,
sem me perder, sem me esconder, sem me extinguir. Mas tô aqui inteira e torta,
com a dor batendo na porta.
Hoje me sinto como um fantasma.
Caminho entre as pessoas, respondo, acolho, escuto. Estou presente, mas parece que ninguém realmente me vê.
Ouço lamentos, desabafos, preocupações e pedidos. Sou porto para muitas tempestades, mas raramente encontro alguém que pare por um instante e pergunte: “E você? Como está?” ou “Como foi o seu dia?”.
Às vezes sinto que minha função é atender necessidades, preencher vazios, sustentar o que está ao redor. Mas, pouco a pouco, surge um cansaço silencioso. Como se tudo o que entrego atravessasse os outros sem deixar marcas. Como se o cuidado oferecido fosse recebido, mas a pessoa que o oferece permanecesse invisível.
E então me pergunto quanto de mim ainda resta para dar.
Talvez seja isso que os fantasmas sintam: estão ali, observam tudo, carregam histórias, afeto e presença, mas passam despercebidos pelos olhos de quem segue apressado.
Hoje me sinto assim.
Um fantasma.
Não por estar ausente, mas justamente por estar presente demais para todos e cada vez menos para alguém.
Se a esperança é a última que morre,
como pode ser esperança?
A esperança quando é esperança de verdade,
aguarda com paciência, até acontecer.
Agora não confundamos esperança com utopia.
Sonhos suaves como um anelo arcano na introspectiva melancolia na aura de um espírito que se desvia de pensamentos inequívocos na alvorada do dia. São uma bruma cândida no âmago beneplácito do langor de um lago a se perder no remancear de cores quentes a se espraiar longamente. No deleite de um devaneio diletante que espreita a ponta do vento alvoroçado na dissonância efêmera de lânguidas begôneas que se estendem na luz solar a sonhar com vastos campos de papoulas coloridas. No enlevo escarlate de flores de antúrio esmaecido em salas escuras, cujo elísio é promessa de recompensa na terra. O fulgor de um campo de girassol resplandesce nas planícies incertas de nossas aspirações ocultas. E muito se diria de um inóspito solo em que florescem certezas ambivalentes a perder as lentes da retina, no inefável júbilo de alegrias expressivas que convidam a sorver a existência. Na lascívia lúgubre dos desejos impossíveis e por isso mesmo, muito mais desejáveis. É magnânimo nosso ser contradito que são um mísero abrigo de corações que não sabem mais arder na voluptuosa intercessão do agora urgente em pétalas de açucena alcançando o nirvana na terra vermelha de uma opulência insolente a se desmanchar em gotas suaves da madrugada. Pálidas rosas brancas ferem os dedos de sangue em seus espinhos inocentes. A plenitude terrestre vislumbra mares distantes. Sentir é preciso. Viver não é preciso no abismos que convidam. A profusão de grandes quimeras ardem em primaveras radiantes que enumeram flores no crepúsculo prístino de primazia em recôndidos pássaros que somem no horizonte. Meu rosto rubro falava de amor, mas minhas pálidas mãos mostravam sentimentos frágeis. E ressoavam cantigas antigas a perder de íris. O amor sereno se despedia soturno. E em vão as mãos buscavam um corpo que longe se exilava em outras ramagens. Solenemente acenei e na distância fui ignorada. Otimista pensei: Talvez em outra alvorada. Sigo sublime como um vagalume. E oscilo entre apagar e acender a luz, na vasta vereda de minha sina. Eis minha vida.
Seja como for, nunca se esqueça dos princípios que norteiam sua vida. Perde-los significa andar sem rumo nos caminhos da existência. Sem princípios não existe significado, meta, rumo ou foco, que fiquem de pé.
O pão é a base para a vida assim como a água, e nos ensina muita coisa.
As coisas básicas da vida, podem trazer as melhores fornadas.
As vezes olho o passado e vejo como era ingênuo. Importante processo de amadurecimento. Conheça a si antes da vida.
Primeiro aprenda, depois ensine. A vida é professor.
Não temo a morte, apenas como irei morrer.
Faz parte da vida ir embora, mas perder as coisas boas que ela te dá, isso sim causa medo.
Você entrou na minha vida como aquelas músicas que a gente escuta sem esperar nada, e depois não consegue mais deixar de escutar por que vira chiclete, eu juro eu não esperava gosta nessa proporção, no começo era fácil, eu te via apenas como um alguém normal e eu ria fácil com suas piadas sem graça, achava bonito teu jeito distraído, teu olhar perdido no meio das conversas ( mesmo que através da tela), a maneira como tua voz soava quando não estava tudo bem, quando tudo era um dia bom era simples a forma que me fazia viajar pra outros lugares só com o som de sua voz é como se soubesse o caminho que me leva até você.
Desculpa por me envolver tanto eu não percebi quando virou amor, talvez tenha sido naquela madrugada em que você falou dos teus medos tentando parecer forte, e eu tive vontade de te abraçar como quem protege uma chama do vento, ou talvez tenha sido antes, sei que meu coração palpita quando penso em você. Sei que, quando percebi, já tinha construído uma casa inteira dentro de você.
E pessoas como eu? Não sabem sobreviver depois do incêndio, você é a chama que não apaga, o gelo que não derrete, a chuva que não passa, o vente que não acalma, o tsunami que nunca está satisfeito em destruí tudo pela frente, você é o amor que não morre, e quando me dei conta que eu te amava você foi ficando distante devagar, cruelmente devagar, como quem queria partir, e sem fazer barulho, foi o silêncio mais barulhento que já ouvir, foi como o som de pratos de cristais se quebrando, como trovoadas no céu.
Mas o amor que senti por você foi quente, foi como deitar a cabeça em um travesseiro feito de nuvens, como pisar em casca de ovos, foi sentir a verdade, mesmo quando a boca mente e o silêncio entrega tudo, eu fiz tanto esforço pra que você continua-se ali e mesmo sem realmente estar, vi a culpa escondida nas pausas, nas respostas curtas, nos “tô cansado” que nunca eram só cansaço, era desistência.
E ainda assim? Eu implorava ao universo pra você ficar.
Patético, né?
Mas amar alguém a ponto de aceitar migalhas só porque elas ainda carregam o perfume, aquele maldito perfume.
Tem noites em que lembro da tua voz e meu peito reagindo como agulhas por dentro da pele querendo sair, a saudades não parece saudade e se torna um luto eterno.
Sabe o que mais dói? É que você não morreu, mas a versão de nós dois que eu mais amava… morreu, e ninguém fala sobre isso, ninguém fala sobre a dor absurda de olhar pra alguém vivo e perceber que já perdeu essa pessoa, às vezes eu releio nossas conversas antigas só pra visitar quem eu era antes do fim.
Antes de aprender que amor também sabe destruir devagar, e ouvir da sua boca que eu merecia alguém melhor, e o grande problema era que eu não queria alguém melhor.
Eu queria você!
Mesmo confuso, mesmo quebrado, mesmo indo embora aos poucos enquanto eu tentava te segurar com mãos cheias de cortes, talvez essa seja a pior parte do amor: ele não acaba quando deveria, ele continua respirando escondido, em músicas aleatórias, em ruas conhecidas, em domingos vazios, em detalhes tão pequenos que dá raiva perceber que o coração ainda lembra.
Então eu sigo me forçando a viver sem ouvir a sua voz, sigo sem ver seu sorriso, sem ouvir sua risada, sem ver seus olhos, sigo querendo ficar, sigo sangrando sem querer curar.
Porque nunca vai sarar a ferida por que minha cura me deixou, e se minha dor cansa uma hora, farei novas feridas relembrando daquilo que me fez bem e nenhum outro vai fazer da mesma forma.
E bem no meio da madrugada, eu ainda desejo, em silêncio, que você volte como quem nunca foi embora.
Somos Como Pedro - Chamados a Crescer em Intimidade com Cristo - Parte 2.
"Pedro precisava experimentar o fracasso - a negação, a dor da perda, e a maravilha do reencontro - para compreender a profundidade do amor de Jesus."
Lucas 22:61-62 - Pedro nega Jesus, mesmo depois de anos de convivência...
Olho no olho - O Senhor olhou para Pedro - e ele se lembrou da Palavra que Cristo lhe tinha dito: "Antes que o galo cante hoje, você me negará três vezes. Pedro se afastou e chorou amargamente" - uma lição ensinando-o, que conhecer Jesus significava uma experiência muito além da convivência física ou religiosa.
Bases Bíblicas que sustentam os posicionamentos de Pedro Falo mais delas no próximo Post.
Como diz o ditado, "a mente precisa ser afiada por outra mente"
A Bíblia ensina: "Como o ferro afia o ferro, assim o homem afia o seu companheiro."
Provérbios 27:17
No campo dos estudos e reflexões das ideias, aprendi que os embates e contrapontos argumentativos constituem valores indispensáveis à expansão do conhecimento e à ampliação coletiva do saber - validando o conceito de que "o compartilhamento de conhecimento promove inovação e criatividade. Julmar Caldeira
Hoje a saudade bateu leve,
como quem abre uma janela antiga.
Não sei por onde você anda,
mas espero que a vida tenha sido mais gentil contigo.
Tua beleza pura
E imperfeita como a Lua
É delicada como uma rosa
De ser tão formosa
Me traz um vazio
Um sentimento tão frio
Que não me incomoda
Mas me deixa a esperar
Pelo caos do amor
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