Ha como eu Queria q ela Soubesse
“Uma verdade na cara é como um soco direto.
Dói, mas machuca bem menos que uma facada disfarçada de falso afeto.”
“Assim como Jesus, decidi no meu coração investir no evangelismo apenas em pessoas que se humilham.”
— Anderson Silva
17 anos.
Ah… meus 17 anos.
Foi ali que algo em mim despertou. Não como um grito, mas como um sussurro insistente dizendo quem eu era — e, com ainda mais clareza, quem eu jamais seria.
O mundo parecia pequeno e infinito ao mesmo tempo. A escola seguia seu ritmo previsível, enquanto eu me perdia em risadas altas com amigas insanas, em novos rumos improvisados, em horizontes que surgiam sem pedir licença.
Fugíamos para a Floresta da Tijuca como quem foge do destino traçado, inventávamos aventuras dentro de ônibus em movimento e dividíamos lanches simples, sempre banhados em Natasha com limão, como se aquilo fosse um ritual secreto da juventude.
Meu primeiro emprego veio com cheiro de essência. Numa fábrica de sabonetes artesanais, meus dias eram feitos de lauril, flores esmagadas, ervas secas e mãos úmidas de criação.
Eu já carregava a natureza entranhada na alma, mas ali ela me atravessou de vez. Quis saber os nomes das plantas, seus segredos, suas curas invisíveis. Algo em mim se abriu. Meu lado espiritual floresceu sem pedir permissão, e mergulhei inteira em uma tenda espírita, como quem retorna a uma casa esquecida.
Dois anos passaram como um rito de passagem. Foram anos de aprendizado, de quedas e renascimentos silenciosos. Crescia em mim uma urgência quase dolorida de viver segundo meus próprios ideais — ideais que batiam de frente com o mundo que me havia sido dado.
Minha mãe vivia uma vida de Amélia: mãos ocupadas, coração devoto, fé firme em Nossa Senhora… em todas elas. Cuidava da casa, das filhas, do marido, como quem se anula por amor e tradição.
Meu pai era feito de samba e ausência. Sambista nato, mulherengo incurável, espalhava traições como quem espalha confetes pelas madrugadas, uma mulher diferente a cada roda de samba.
E eu… eu não cabia naquele cenário.
Minha alma era livre demais, sonhadora demais, inquieta demais para suportar aquele cotidiano repetido. Eu precisava de direção, mas não de limites.
Precisava de caminho, mas não de cercas. Ainda não sabia o que queria ser, porque eu não queria ser apenas uma coisa.
Eu queria o mundo inteiro.
Eu queria tudo.
APENAS UM PENSAMENTO BOBO
Como pode pessoas fazerem o que é impossível?
Já dizia racionais MC’s – (o que o ser humano é capaz, você não acredita)
Já vi pessoas enferrujando ouro, como se fosse ferro, como também vi pessoas transformando ferro em ouro
Já vi aquele que tem muito, não dividir nada e o que não tem nada, dividir tudo!
Já vi palavras secas de quem tem muita água, como vi palavras molhadas de quem tem muita sede
Um coração bom bate calmamente, já um coração mal está sempre caçando alguém para bater
O mal vive na angústia, aflito, já o bom sabe que sua tristeza é passageira
Não troque um dia bem vivido por uma vida cheia de eternas maldades
Tudo o que é grande se tornará pequeno e o que é pequeno se agigantará
Quem tem muito, jamais se alegrará com o pouco, mas quem tem pouco, se alegra com tudo
Assim como não se joga pérolas aos porcos, não se rega com água árvore seca, guarde seus bons conselhos a quem valha a pena
O preguiçoso consegue enferrujar a própria língua, já o trabalhador vive com os dentes iluminados
Antes de serem palavras, eram pensamentos, então devemos cuidar muito mais do que pensamos...
Pensamento III
Ignorância ou liberdade
I.
Se a verdade liberta,
por que tantos fogem dela como se fosse fogo —
e acolhem a mentira como se fosse mãe?
Se há ordem nas estrelas,
por que reina o caos no coração?
O que distingue o dom da graça
da encenação fria do hipócrita?
Conhecer o bem e praticar o mal —
seria ignorância? Ou liberdade em rebelião?
II.
O que perdeu Deus ao dar o livre-arbítrio?
— O controle.
Mas o trocou pela chance do amor verdadeiro.
III.
Deus correu o risco do mal
para criar seres livres o bastante
para recusá-lo —
e, por isso mesmo, capazes de escolhê-lo.
IV.
O que separa o dom da graça
da máscara do hipócrita?
— A intenção:
um se entrega,
o outro apenas representa.
"Entre minhas dúvidas e despertares, sem uma verdade como um espelho incomodo": viver é um enigma, generoso ou perverso!
Na vida algumas idéias sempre viajaram na imensidão de um vazio, em busca de nada: "este veneno é certeiro, e encerra um assunto"!
"Mas, à medida que essa conversa adianta, me surge uma verdade muito mais silenciosa que perturba a narrativa": o hábito de uma vida se distrair excedente leva a um mundo ilusório e à frustração!
"O hábito de quebrar certas promessas, faz com que às pessoas me trate com certo desprezo": às práticas que mudam um ser raramente são aquelas que o mantêm confortável, se dói!
Todo bem que guardo em mim preservo como um tesouro sagrado, é a riqueza de minha alma e será a única bagagem que levarei quando chegar o dia de partir.
BRASIL OU SAARA???
Como era belo... toda aquela água no horizonte, onde se tinha abundância de vida, longe da fome, todos pescavam comiam, bebiam, para tudo era fonte, hoje é só terra, miséria e a água se esconde, por onde?
Um lugar difícil até de se atravessar de barco, nada sobrou, está tão seco que se anda até de carro, onde era tanta água não se tem nem barro...
Quem fez tudo isso se diz estar preocupado, mas nada tem feito para mudar esse grande fato.... que pecado!!!
Cadê aquele menininho? Chamado ribeirinho, se perdeu no seu caminho, tentando pescar um só peixinho, que não vai comer sozinho, em casa com fome espera 3 irmãozinhos, que quando crescerem, se crescerem não saberão o que é pescar... vivem a chorar.
Aqui, o que tenho feito por todo momento, é pedir para Deus diminuir esse sofrimento, não é só os peixes, animais e humanos que estão morrendo, mas o planeta todo está se equivocando, com meus próprios olhos isso estou vendo, não é algo passageiro, é o novo tempo e oro pra tudo isso logo mudar... e salvar.
No Brasil ainda não sabe o que está errado nem certo, olha o que fizeram na Amazônia, um grande deserto, é algo que não queria ver, mas eu enxergo, diziam que isso nunca iria acontecer, não estavam corretos.
Algo que parece estar longe, cuidado, pode estar perto.
A pergunta é: O QUE FAZER? Nessa eu me pego, e a resposta eu sei e não me nego, é só parar de fazer o errado e agir pelo certo, assim espero!!!
Carta à minha saudosa mãe,
Pensei em descrevê-la como um furacão, mas não cabia. Vou descrevê-la como um tornado que atinge uma área restrita. Hoje ouço falar de empoderamento feminino e penso: fui criada por uma mulher virtuosa (cheia de empoderamento)! Ela nasceu nos anos 30, personalidade forte, autoestima aguçada, posicionamento - nada de permissão para a fazerem sofrer. Coração gigantesco, atitudes grandiosas. Quando eu queria fazer algo, me direcionava a senhora para me aconselhar, filtrava e agia. E seus conselhos eram certeiros, como uma flecha alcançando o alvo. Mulher/mãe/vó/bisavó/amiga/conselheira! Minha mãe querida! Dona de casa exemplar. Uma mulher que sabia o que trazia à mesa, que me ensinou a levantar da mesa quando o amor não estava sendo servido e também me ensinou a pôr a mesa. Um mix de modernidade com conservadorismo. Mãe, você foi um instrumento de Deus para o meu chamado. Gratidão ao meu Deus todos os dias pelo que vivi com você. Agradeço por ter feito parte da construção de quem sou como mulher em todos os sentidos. Mãe, você não ficou me devendo nada. Gratidão a você me define! #saudadesSuas
Ao se posicionar como um solucionador, você deixa de ser alguém que apenas executa ordens e passa a ser um agente de transformação e melhoria contínua, uma qualidade indispensável para qualquer equipe.
Fingir ser uma pessoa boa é como oferecer água a quem tem fome, é uma ação que não atinge quem recebe.
E isso não é sobre fome!
Quando a Barbárie Clama por Justiça: A Necessidade de Reconhecer os Maus-Tratos a Animais como Crime Hediondo
Fundado em argumentos jurídicos sólidos e irrefutáveis — especialmente diante da gravidade extrema da conduta, do elevado grau de censurabilidade social e da necessidade de reafirmação ética do Direito Penal — o Professor Jéferson Botelho propõe levar ao Congresso Nacional uma reflexão legislativa inadiável: a elevação dos crimes de maus-tratos contra animais à categoria de crimes hediondos.
A proposta repousa nos pilares constitucionais da razoabilidade e da proporcionalidade, compreendidos não como instrumentos de leniência, mas como mecanismos de justiça material, aptos a proteger bens jurídicos sensíveis e a conter a banalização da violência. A crueldade contra animais não é um ato isolado ou menor; é, antes, um sintoma de degradação moral, um ensaio da barbárie e uma afronta direta à civilização jurídica.
Nesse sentido, a classificação dos maus-tratos como crime hediondo impõe consequências jurídicas compatíveis com a repulsa social que tais práticas despertam, dentre as quais: a vedação de fiança, a proibição de indulto, graça e anistia, a ampliação do prazo de prisão temporária para 30 (trinta) dias, bem como o endurecimento dos critérios para progressão de regime, em consonância com o sistema penal vigente. Trata-se de uma resposta estatal firme, necessária e pedagógica, destinada a romper o ciclo da impunidade e a reafirmar a centralidade da dignidade da vida — humana e não humana.
Mais do que punir, a proposta pretende educar, prevenir e civilizar, reafirmando que o Estado não pode ser indiferente à violência gratuita, sob pena de legitimar a crueldade como linguagem social aceitável. Onde o Direito se cala, a barbárie avança; onde o Direito se impõe com equilíbrio e firmeza, a sociedade se preserva.
Somos como um dente de Leão, frágil e instável. Um sopro nos leva, não encontramos um chão e de vento em vento todos se vão.
Ame como se fosse a última vez.
Só quem Ama, sabe a dor que é perder aquele que esteve em momentos únicos e especiais.
Meu amor anda em silêncio,
tem bigodes,
olhos que entendem.
Eles dormem no meu colo
como se soubessem
que meu coração é casa.
Ser gateira
é amar quem escolhe ficar.
Te amo
como quem respira fundo no abismo:
com medo,
mas sem recuar.
Te amo
não pelo corpo que caminha ou não,
mas pelo fogo que carrega
e que me incendeia por dentro.
Amar você é mergulhar
num oceano sem mapas,
onde cada toque,
cada olhar,
é descoberta e entrega.
E mesmo que o mundo veja limites,
meu coração não vê nada além de você.
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