Ha como eu Queria q ela Soubesse
Como foi bom ter tido o privilégio de te encontrar e viajar, em teus abraços a me confortar.
A saudade nunca irá deixar de me lembrar que a viagem era sem volta.
Na beira do mar a forma do seu corpo estava lá, e eu quis dar um coração bem mais forte pra você.
A lembrança iminente de sua presença a onda apagou, mas você vive dentro de mim, no universo, em tudo que vejo e em cada manhã que nasce, em cada flor que brota.
Obrigado por me deixar te amar.
Amo a temática, a poesia retratada em pintura onde o óbvio não é objetivo, a metáfora como impressão digital por cerdas distintas, expressivas e profundas, que convidam a comunicação com a alma pelo cristal de nossos olhos
“Conhece-te a ti mesmo” de Sócrates, como se já aconselhasse Narciso. Porém Sócrates sabia perfeitamente que quem se conhece não cessa de aprofundar-se e de se ultrapassar. Se os antigos dizem: “Conhece-te” e os cristãos dizem: “esquece-te” é que eles não falam do mesmo eu. E só é possível conhecer um com a condição de esquecer o outro.”
“Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22:39).
Essas palavras soam simples até que nos deparamos com o verdadeiro sentido de amar: dar-se por inteiro.
Amar o próximo não é apenas sentir compaixão — é escolher permanecer mesmo quando dói, é perdoar quando o coração sangra, é servir sem esperar retorno. É o amor que se mede não por conveniência, mas por entrega.
Jesus viveu esse mandamento até as últimas consequências. No Getsêmani, o amor O fez suar sangue — hematidrose, a dor física de uma alma em total agonia, mas ainda disposta a amar. Ele não apenas falou sobre amor; Ele o encarnou.
Amar “nem que custe a hematidrose” é um chamado radical:
é amar quando a cruz pesa, quando o silêncio do outro fere, quando o mundo não entende.
É amar como Cristo — não até doer, mas até transformar a dor em amor.
✍🏼 Bispo Ederson Dantas
O desgosto é uma noite profunda da alma,
uma sombra que pousa silenciosa sobre o peito
como se o mundo perdesse, por instantes, a própria cor.
Mas até a noite mais escura
carrega em si o sussurro de uma aurora.
Assim também é o desgosto:
um véu que desce,
não para sufocar,
mas para revelar o que estava invisível na luz.
Ele chega quando a alma está madura o bastante
para compreender o que ainda não queria aceitar.
E no seu amargor, há um convite secreto:
o de voltar-se para dentro,
onde mora um sagrado que não se abala.
O desgosto dobra o ser humano por fora,
mas desperta, por dentro, aquilo que jamais se dobra:
a centelha divina,
o fio luminoso que liga cada coração ao eterno.
A dor, então, deixa de ser ferida
e se torna passagem.
A queda vira caminho.
O silêncio vira oração.
Porque cada desgosto,
por mais duro ou injusto que pareça,
é também um gesto misterioso da vida
guiando-nos de volta ao essencial —
ao que não depende de ninguém,
ao que não se quebra,
ao que é nosso desde antes
de qualquer tristeza.
E quando o espírito percebe isso,
o desgosto não some,
mas se transforma:
vira sabedoria,
vira força,
vira luz que, lentamente,
começa a brilhar onde antes havia apenas sombra.
Se realmente a vida seguir as ordens do Criador,
e amai-vos o próximo assim como a nós mesmos,
do próximo sinto pena,
pois nesse amontoado de carne, já não arde mais a centelha.
O que fazer já não sei mais,
pergunto à maldita morte que sempre me atrai.
Ela me diz que a solução é ir,
dessa terra, enfim, se esvair.
Mas de que isso ajudará?
Será que a fome cessará?
A dor, enfim, acabará?
Ou permitirá que a maldita centelha da angústia,
nas águas amargas da incerteza,
continue a escorrer, destruindo toda a beleza?
Heteroconhecimento:
Você está liderando pessoas… como se elas fossem você.
E é exatamente por isso que sua equipe não responde como deveria.
Enquanto deixamos pegadas na areia, o tempo caminha ao nosso lado — como as ondas na praia — e, no seu compasso, espera a sua vez de apagá-las. Esse é o ritmo da vida.
Nem todo aprendizado vem em palavras.
Às vezes, chega como um sussurro do vento.
A vida sempre encontra um jeito de ensinar.
O amor, no começo, chega leve, quase como um sopro bonito cheio de promessas. A gente pensa que ele vive só nos grandes sentimentos, na intensidade que tira o fôlego, mas com o tempo entende que o amor verdadeiro mora mesmo é nos dias simples, na rotina, no que quase ninguém vê. E, de repente, eu casei. Não foi só um acontecimento, foi uma escolha consciente. Encontrei uma mulher, mas mais que isso, encontrei alguém para caminhar ao meu lado, alguém que eu decido amar todos os dias. Porque amar não é só sentir, é escolher permanecer. Existem dias leves e outros difíceis, dias em que tudo flui e outros em que é preciso paciência, silêncio e compreensão. O amor deixa de ser apenas emoção e passa a ser atitude, cuidado, respeito e presença. Não é sobre perfeição, é sobre constância, sobre escolher a mesma pessoa mesmo quando seria mais fácil desistir. O para sempre não nasce pronto, ele se constrói aos poucos, em cada gesto simples, em cada recomeço. E talvez seja isso que faz o amor ser tão bonito, ele não é algo que se encontra pronto, é algo que se constrói, todos os dias, juntos.
Sua coragem não o tornará imune à sanha dos covardes: estes apenas mudarão de tática. Mas como os dois lados nunca usam as mesmas armas, a coragem precisará ser redobrada e a vigilância também.
"Me faltam palavras quando estou diante de ti. É como se o mundo congelasse e todos os planetas, satélites e galáxias paralisassem. Nem se reunissemos não conseguiríamos expressar aquilo que sinto, pois as palavras não conseguiriam transcender aquilo que está em meu coração."
Como o café quente a ser tomado pela manhã, sua mente trabalha para executar o mais perfeito plano naquele dia.
Sendo aquele café ao acordar muito bom, faça com que sua vida seja da mesma forma.
A deficiência será sempre vista como um problema enquanto a mídia se preocupar mais em sensibilizar telespectadores do que conscientizar quem os assiste. O olhar de pena impede que a deficiência seja vista como uma característica humana.
É que a vida tem como técnicas semelhantes ao jogo de quebra-cabeças e quando ignoradas suas regras perdemos o controle temporariamente de nosso imaginar viver…
As dificuldades, dores e limitações da vida (os "espinhos") servem como mecanismos de Humildade, impedindo que o orgulho humano cresça descontroladamente.
Se perdoar é como acender uma luz suave dentro de si.
Não é esquecer o que doeu,
mas entender que a dor não precisa ser eterna.
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