Ha como eu Queria q ela Soubesse

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Espírito, alma e corpo lutam, forjados na mesma carne, e dizem que a carne é fraca. Mas como pode ser fraca, o espirito alma corpo é o templo do Criador deste o começo de tudo.

Nenhum dia é maior, melhor ou mais singular que o outro — assim como cada ser humano carrega um DNA único, mas compartilha a mesma essência.
Mesmo diante das aparentes confusões, a mente humana ainda não foi capaz de decifrar os segredos que o universo sussurra diante de nossos olhos.
A vida permanece envolta em mistérios profundos, e nenhum de nós detém o poder de dominar os enigmas que habitam o coração do cosmos...

Ninguém pode trilhar o caminho de quem não deseja andar. Se você não fizer o bem por si, como pode ser justo com o próximo.

A porta está fechada, e teus passos encontram obstáculos no caminho. Tudo parece confuso, como se o céu silenciasse diante das tuas aflições. Mas não te desesperes: o sol há de nascer novamente, iluminando tua jornada e dissipando a névoa da dúvida. A porta se abrirá, e com ela virão novas possibilidades de alegria. O Criador nunca abandona quem caminha com fé, buscando dias melhores na estrada da vida...

Em teus olhos encontrei abrigo,
luz suave que me fez ficar,
como se o tempo ao teu lado
fosse feito pra nunca passar.


Teu sorriso é meu sol em segredo,
tua voz, o som do meu lar,
e cada gesto teu tão simples
me ensina, sem querer, a amar.


Não há distância ou silêncio
que apague o que sinto por ti,
pois mesmo em sonhos, te busco,
como o rio busca o mar, sem fim.


Se o amor é feito de instantes,
os meus são todos teus.

A gente se entende no silêncio, no olhar — como se nossas almas conversassem numa linguagem só nossa. É algo tão natural, tão intrínseco, que se confunde com a rotina e, sem alarde, vai tecendo os fios da história que construímos juntos, dia após dia.

Linda, és como um livro raro – minha visão alcança a capa, mas tua alma é o enredo de felicidade.

Persistir em diálogos com quem se fecha ao entendimento é como semear palavras em solo infértil — por mais nobres que sejam, elas não florescem. não busca entender quem já decidiu não aprender.

Na escuridão abissal da alma, o silêncio ecoa como um lamento antigo, implorando por misericórdia e compaixão.
Um grito, nascido do assombro e do medo, ergue-se suplicante, rasgando o vazio:
— Tenha piedade! Estou à deriva neste oceano sem margens,
cercado de presenças espectrais, mas condenado à solidão absoluta e só,
como quem caminha entre sombras e jamais encontra repouso no devastado vazio..

O homem percorre a vida como um eterno aprendiz. Desde o primeiro instante, busca compreender o mundo, decifrar seus mistérios e acumular experiências que moldam sua existência. Aprende com os erros, com as vitórias, com o silêncio e com o barulho da própria consciência.
Mas, paradoxalmente, quando finalmente domina uma lição, muitas vezes a esquece — não por descuido, mas por conveniência. O esquecimento torna-se ferramenta, uma forma de manipular o saber para transformar a verdade em vantagem. Assim, aquilo que deveria ser sabedoria se converte em estratégia, e o aprendizado, em moeda de troca.
A vida, então, revela sua ironia: o homem aprende para crescer, mas também desaprende para conquistar. Entre memória e esquecimento, constrói caminhos que nem sempre refletem justiça, mas que revelam sua natureza inquieta e ambiciosa.

Guardo em silêncio,
viajando em agonia suave,
a liberdade que dança leve,
como brisa que beija a pele d’Alvorada. Estar só é meu campo aberto,
onde floresce a calma da alegria,
um jardim secreto onde habita
a estrela pura do meu ser. Sozinho, encontro a melodia
que os mundos não ouviram ainda,
felicidade que não se grita,
mas se sorri no peito, discreto viajante asornado e feliz. E assim, solto nas asas do tempo,
sou interior um aprendiz, sou paz, sou voo —
um mistério doce e só meu,
a liberdade em pele e em sonho.

Acho que os caminhos se cruzam de alguma forma
para que possamos aprender a ser melhores,
como se o destino costurasse silenciosamente
os fios que nossos olhos não conseguem enxergar.
Às vezes é encontro, às vezes é choque,
às vezes é apenas um sorriso breve
que muda tudo por dentro.
Porque ninguém aparece por acaso
uns chegam para acalmar, outros para despertar,
e há aqueles que vêm apenas para ensinar
a força que guardávamos sem saber.
E no fim, mesmo entre perdas e reencontros,
a vida sempre nos devolve a lição:
somos feitos para cruzar caminhos,
mas também para seguir adiante mais fortes
do que quando começamos.

O que te assola corrói por dentro,
como uma ferrugem silenciosa infiltrando-se na tua bondade,
devastando a essência, apagando a tua luz.
O que te consome por dentro
aperta tua alma, rouba o fôlego,
toma o espaço onde a vida deveria florescer.
Essa dor que pesa nos ombros
torna os passos mais difíceis,
estreita o caminho,
impedindo que a felicidade se revele.
Mas, ainda assim, tua ausência abriu trilhas que eu não queria percorrer,
e tua presença — quando finalmente chegou .

Antes, havia uma voz —
forte, verdadeira única,
como trovão que rasga o silêncio
e desperta o mundo adormecido.
Depois, restou apenas o espaço,
um vazio suspenso, do alto,
onde ninguém observa,
onde o tempo se dissolve em poeira sem causa
e o olhar se perde no invisível.
Nesse abismo de ausência,
a memória ainda pulsa sem destruir,
como chama escondida sob cinzas,
esperando o instante apropriado
em que outra voz se levante outravez,
e o vazio volte a ser horizonte.
Onde nada cala quem nasceu para ecoar.

O universo permanece como um enigma insondável: mesmo diante dos prodígios da ciência, seguimos como aprendizes diante do infinito, buscando compreender a origem do cosmos, a dança oculta entre matéria e energia escura, o sopro de possíveis existências além da nossa e a essência profunda do espaço-tempo.

Você não lembra, vou te lembrar.
Havia um amor que queimava como chama, iluminando noites frias e silêncios profundos.
Mas o tempo, cruel e inevitável, levou consigo aquilo que parecia eterno.
Aquele amor já não existe.
Partiu sem esperar um adeus, sem pedir licença, sem deixar sequer um último olhar.
Foi embora como o vento que se perde no horizonte, deixando apenas o eco da saudade.
E eu fiquei aqui, entre lembranças e ausências, tentando costurar com palavras o vazio que ficou.
O coração ainda insiste em procurar vestígios, mas tudo o que encontra são sombras de um passado que não volta.
Você não lembra, mas eu carrego cada detalhe.
O sorriso que se apagou, o abraço que não se repetiu, o silêncio que se tornou definitivo.
E nesse silêncio, aprendi que alguns amores não morrem — apenas se transformam em memória.

Leve como a neblina que acaricia o amanhecer, são teus olhos — fascinação pura, lindos, meigos, cativantes.
Não há fuga possível desse olhar, pois nele não existe fraqueza nem força, apenas a entrega serena de quem se perde e se encontra ao mesmo tempo.
Estar perto de você é sentir a magia que transforma o instante em eternidade, é descobrir que o amor não precisa de explicação, apenas de presença.
É felicidade que floresce no silêncio, é ternura que se faz poesia, é o coração que pulsa mais forte só por existir ao lado do teu.

Houve um tempo em que a certeza reinava absoluta.
Um tempo em que a razão se erguia como muralha,
e a verdade parecia sólida, inabalável, eterna.
Mas muralhas também caem.
Verdades também se desmancham.
E aquilo que julgávamos eterno
mostra-se frágil, breve, condenado ao próprio peso.
Não demorou para que tudo viesse como tempestade:
um corte seco, um silêncio que sufoca,
um adeus que não pede desculpas,
não volta atrás, não deixa brechas para retorno.
Bye bye.
Até nunca mais.

Ler sobre carros e direção defensiva não te ensina a dirigir, assim como assistir o êxito alheio não te faz vencedor. Dirija sua vida, escreva sua história e seja protagonista das suas conquistas e vitórias.
Insta: @elidajeronimo

A POLÍTICA DE CADA UM...

Enquanto utilizarmos a política como desculpa para agredir e humilhar o nosso semelhante, infelizmente, da evolução intelectual, mais ausente e mais distante estaremos, pois a cada xingamento, a cada ataque vil, mostramos quem realmente somos, intolerantes, donos da verdade absoluta e senhores da razão bruta...

Nada demais, pois se de repente alguém notar que fomos brutos em exagero, nos juntaremos aos que comungam da mesma ideia e colocaremos a culpa no fascismo, no comunismo, na religião ou mesmo na ignorância de quem não compactua da mesma intelectualidade absurda.

Digo de forma geral, mas também me refiro ao cidadão da pequena cidade, onde somos vizinhos da mesma realidade, sendo amigos, mas que em tempos de política selvagem, agem como se nunca tiveram alguma amizade, é triste esta realidade, pois faz parte da falta de educação e da intelectualidade...

O que impulsiona uma boa pessoa, por razão política, resolver se mostrar e atacar o outro por pura crueldade?

É a política interior, algo que está dentro de cada um de nós, mas que poucos entendem a sua real finalidade!