Grandes Amigas
as pessoas são como estrelas... perdem o brilho conforme o tempo, são mortas, e substituídas por outras capazes de brilharem mais.
Tudo tem seu tempo, mesmo que o nosso não seja agora, um dia nossos caminhos há de se encontrar novamente.
No momento que o conheci descobri o amor, então decidi dar meu coração para você, e não há ninguém melhor para pertencer do que a ti.
Enquanto tiver vida em nossos corações nunca desistirei de lutar por você para ter seu amor junto ao meu.
Eu não sei quando vou vê-lo novamente
Meu amor, desde que você se foi me pergunto isso
Estarei de portas abertas, esperando você voltar para mim
Que Deus possa estar mudando os corações daqueles que não têm
amor pelo seu próximo... É nas aflições que selecionamos nossos elos de amizades, e reconhecemos as pessoas com as quais convivemos.
A vida têm mais importância quando estamos ao lado de pessoas especiais, até nosso sorriso têm mais essência de alegria. O nosso encontro foi maravilhoso!🌹📚
Nunca se distancie de quem te faz o bem motivado por indagações de pessoas invejosas, busque antes a verdade dos fatos pois uma amizade duradora vale muito mais que uma falsidade minutânia...
É no nosso cotidiano que vamos descobrindo e selecionando quem nos faz bem e quem nunca foram verdadeiros na nossa vida, porém cabe a nós opção de descartá-los ou deixar que continue permanecendo nesse fingimento.
Deus tem o melhor para tua vida, sarará tuas feridas e mesmo que fique algumas cicatrizes impossível de limpar, Ele te dará o consolo. Erga tua cabeça e siga em frente porque ainda existe pessoas precisando de você.
Se permita apenas ao que estiver a seu alcance de realização hoje, pois nunca poderemos contar com o amanhã. As mãos que te proporciona algo são as mesmas que podem lhe apedrejar.
BÁRBARA PALMA
Comparo você com as borboletas que passam por uma metamorfose até sair do seu casulo e poder voar com segurança. Assim foi você, se habilitou, passou pelo processo de adaptação, desempenhou suas atribuições profissionais com muita garra e determinação, e hoje estar acenando um até breve com a convicção de que semeou muitos saberes que germinaram conhecimentos, onde dinheiro nenhum pagariam, pois foram dias regados com insumos verdadeiros; amor, carinho e muita dedicação profissional.
Há momentos em que a vida se torna um fardo tão pesado que o coração transborda em silêncio, e o outro, ao nosso lado, clama por algo além das palavras: clama por escuta, por acolhimento. Quando nos deparamos com a dor alheia, é um convite não para a solução imediata, não para o julgamento rápido, mas para a presença. Muitas vezes, o maior ato de amor que podemos oferecer é simplesmente estar ali, ouvir sem pressa, abraçar sem questionar, permitir que o outro sinta plenamente, sem interromper com opiniões ou conselhos impensados. A dor do outro é única, e, por mais que pensemos entender, jamais seremos capazes de medi-la com precisão.
Nosso erro, muitas vezes, está em julgar aquilo que não vivemos, em acreditar que somos senhores da razão, e que nossas soluções são universais. Esquecemos que cada alma é um mundo, e o que para nós parece pequeno, para o outro pode ser um abismo. Respeitar o sofrimento do próximo é, antes de tudo, um ato de humildade. Não cabe a nós decidir o peso do que o outro carrega, mas sim oferecer um ombro firme, um abraço acolhedor, e a paciência necessária para que o outro se sinta ouvido. Mesmo quando as palavras se tornam amargas, mesmo quando o desespero transborda em queixas contra a própria vida, devemos lembrar que o acolhimento não está nas respostas que damos, mas na escuta que oferecemos.
Assim como Jó, que enfrentou sua própria dor, seu luto e seu questionamento diante da vida e do Criador, todos nós, em algum momento, nos tornamos aquela pessoa à beira do abismo, buscando sentido no caos. E assim como os amigos de Jó, que o acompanharam em seu silêncio, há momentos em que nossas palavras se tornam desnecessárias. O que resta é a presença. A escuta atenta e compassiva, sem julgamentos. Pois a dor, como a vida, segue seus próprios caminhos, e o que o outro mais precisa, em seus momentos de vulnerabilidade, não é a certeza da razão, mas a certeza de que não está só.
