Grandes poesias sobre Vida
Podemos alertar o nosso Governo dos males que ainda fazem morada na vida de muitos angolanos, mas, devemos viver e celebrar a nossa independência sem muitos alaridos, de modo a buscarmos forças que nos possam levar a alcançar a estabilidade sócio-econômica aí onde parece já não haver esperança.
A vida é um mar tenebroso, onde navegamos sem conhecer o nosso destino, mas, ainda assim, aceitamos viver a doce aventura de buscar felicidade sobre as ondas infinitas que nos são proporcionadas pelos marinheiros do tempo, a quem chamamos companheiros de percurso, vulgo AMIGOS.
Os amigos devem significar o farol iluminado, que nos ajudem a chegar a portos seguros da vida; porém, quando isso não acontece, é porque ainda não encontramos a verdadeira amizade.
Os vencedores não baixam a cabeça em meio a pressão, pois, as pressões da vida nos amadurecem, ainda que pareçam punição pela nossa condição de meros mortais e exímios pecadores por natureza.
A mulher é o mar que se estende entre o céu e a terra que compõem a vida de um homem, é a âncora que segura o návio tenebroso que é a passagem do homem pela terra.
Exercer um direito fundamental, tendo em vista a melhoria de vida das populações, tem de ser equacionado a satisfação plena da vida de um todo, pois, exigir mudanças sem termos em conta as alternativas concretas, que melhorem a vida da coletividade, não passa de mera ilusão populista.
A mente é um retrovisor da vida que muitas vezes nos parece ingrato, pois, nos traz imagens inesquecíveis de um passado bem vivido, que hoje a pandemia nos impede de voltarmos a viver momentos iguais.
O pequeno mundo dos grandes homens é o seu coração, que nas adversidades impostas pela vida, o consegue amparar sobre os suspiros das suas forças sufragadas pelo sangue puro do seu ser espiritual.
Transforme a sua vida em uma grande fazenda de amor, onde a tempestade tudo quer devastar, mas, as sementes do pudor, da paixão, do respeito, da harmonia e da fidelidade aí semeada, apenas nos leva a colher FELICIDADE.
Adaptamos a nossa vida ao batimento do nosso coração, que muitas vezes forte como o aço, nos leva acreditar que somos seres imortais e muito amados.
A nossa vida não passa de um livro escrito a lápis, sobre o qual, existem letras em ouro que apenas os deuses conseguem decifrar o conteúdo aí contido.
Batalhamos para encontrar um palco que nos faça sorrir a cada cena real da vida, mas, encontramos entre o público que nos acompanha nesta jornada existencial, alguns elementos que nos querem destruir, mesmo que não haja motivo aparente.
O resto de nós nos lembra que somos perfeitos na nossa imperfeição de vida, mas, o muito que desejamos ser para o mundo, nos julga por não saber quem realmente somos no universo.
Sou um arco sem flecha, lançado pelos arardos da vida, sem pressa caminho em silêncio pela escuridão da minha mente e, me deixo estar por lá, de modo a não conhecer a conspiração execrável dos pensamentos humanos.
A vida é um arco-íris, cujas cores significam os vaários momentos que passamos pelo mundo e, as pessoas que cruzam a nossa caminhada, são rios por onde repousamos em um determinado momento da nossa marcha.
A cultura não é apenas um modo de vida, é, antes de mais nada e, sobretudo a nossa essência e o nosso estado de ser e viver.
Quando um político vende o seu carácter em troca da destruição da vida do povo, é porque este nunca teve dignidade.
Não se pratica a política com mero sensacionalismo social, pois, a vida do povo depende de decisões práticas e não de ensaios populistas que assentam em ideologias romancistas.
A vida nos pune quando somos sinceros e, nos dá a vã sensação de que premeia quem desonestamente age.
Deixo escapar entre os dedos, a ilusão protectora de servente da vida, porque o mundo deseja a cordialidade, quando a crise se agudiza.
