Grandes poesias sobre Vida
MÃE
Falar do amor de Mãe
Amor vida, amor de mistério
Milagre de continuidade...
Sopro do ar puro
Fonte do refrigério!
Isso é Amor de Mãe.
Mãe é lugar do Amor
Mãe é abrigo...
No tempo Presente
Do verbo Amar.
As cores do mundo
refletem a pura arte.
A vida rabisca e desenha
as linhas, curva e reta
por toda a parte!
Na tela como no papel,
Usando o lápis, a tinta,
a guache e o pincel.
E faz sair obra de arte
Educação.
Mãe
Mãe, celeiro de vida.
Útero da humanidade.
Mãe é singeleza preferida
Canteiro da obra da Divindade.
Não existe um tempo
melhor ou pior,que outro.
O que existe é vida
em todos os tempos!
Cada geração vive o seu
momento do seu Tempo!
Bom é saber aproveitar
bem o Tempo.
E fazer dele o seu
bom momento.
Tudo passa!!
.
O Sal
Cloreto de sódio,
mineral indispensável à vida.
Na antiga tradição,
era costume de
aspergir e esfregar
o sal ,
nos recém -nascido
Na força do chão que treme,
a vida mostra o que é real:
tudo pode acabar sem aviso,
e o que era vaidade, perde o valor.
Descobrimos o quanto são fúteis
tantas brigas e discussões...
e que o único que importa
é o amor que deixamos no outro.
Acordemos, enquanto é tempo.
O que fica, é o que vem do coração.
Força, Venezuela! Vocês não estão sozinhos. ❤️
A vida não é fácil, mas é simples.
A complexidade nasce dos personagens que criamos; cada um nos guia para curvas que nos afastam do caminho que leva ao entendimento.
Naquele momento.. Pela primeira vez na minha vida... Senti que estava tendo uma conversa de verdade com outras pessoas.
- Blue Period
"A vida tem que ser sempre assim: a gente nunca perde, ou acerta ou então aprende...!"
Otávio Abadio Bernardes
Itumbiara, 24 de setembro de 2025.
"Na vida, o importante é encontrar o caminho do amor... da paz... e do sucesso!..."
Otávio ABernardes
Itumbiara, 3 de outubro de 2025.
"A vida me ensinou muita coisa, só não me ensinou a não gostar de você!"
Otávio ABernardes
Itumbiara, 24 de janeiro de 2026.
"Infelizmente, os descaminhos da vida são construídos por nós mesmos!"
Otávio Abadio Bernardes
Itumbiara, 28 de fevereiro de 2026.
"A vida me ensinou muita coisa, inclusive a perdoar as pessoas...!"
Otávio ABernardes
Itumbiara, 5 de fevereiro de 2026.
Não será a vida que irá me apagar, tampouco a morte que me trará o brilho, é o amor que faz cantar, rir e chorar, nosso tempo não estará muito distante, o que acalma a ilusão são, as verdades escondidas nas mentiras de amar eternamente...
(Patife)
*Você pode voltar pra minha vida a hora que quiser, mas não se assuste, poderá não mais me encontrar.*
(Saul Beleza)
*Grandes Anões*
A vida nos faz ser grandes anões
Cabeça cheia de planos, peito cheio de sermões
Sonhamos castelos, acordamos em vão
E o futuro nos cobra em forma de chão
Choramos o tamanho que não alcançamos
As lágrimas medem o que imaginamos
Mas mesmo pequeno, mesmo em ruína
O sonho insiste, teima, ilumina
Porque anão que sonha ainda é gigante
Num mundo que esquece quem vai adiante.
(Saul Beleza)
O sol da promessa era quente e tão breve,
Um mapa de sorrisos que a vida nos deve.
Acreditamos na dança, na mão a segurar,
Que o amor seria um porto, o doce lugar.
Mas o porto virou farol, a luz é um espinho,
E a mão que me guiava desfez o caminho.
Não há conto de fadas, não há doce canção,
A não ser a memória de uma falsa paixão.
Eu não sou mais criança, já vi a verdade,
A alma está marcada pela tempestade.
E a dor que prometem que cura com o tempo,
É a mesma que pulsa em cada mau momento.
O amor é como o vidro: lindo até quebrar,
E cada fragmento só serve para sangrar.
Não há cura ou abrigo, é um veneno lento,
O amor não é bom, é só sofrimento.
E agora, a lição na voz rouca da razão:
É melhor estar só que dar o coração.
Eu deveria ter pensado bem antes de te deixar ir embora da minha vida.
Essa frase ecoa, fria e cortante, na escuridão da alma.
Atrás de mim, só resta o deserto da saudade infinita,
E o silêncio pesado de uma história agora póstuma e calamitosa.
Se eu soubesse que a ausência era esta dor que me devora,
Este vazio abissal que engole o ar e a esperança,
Teria amarrado o teu passo, implorado para que não fosses embora,
Teria trocado meu orgulho pela tua última e derradeira confiança.
Fui tolo, fui cego! Pensei que o amor era um rio manso
Que esperaria meu regresso, que jamais secaria a fonte.
Mas o rio levou-te, e o que resta é este corpo imenso
Navegando à deriva, sem velas, sem bússola, sem horizonte.
Oh, a ironia cruel do tempo que não volta e que me castiga!
Cada batida do meu peito é um martelo a cravar a verdade:
Eu te deixei ir, e agora a solidão é minha única amiga,
Uma amante fria vestida de eterna e lúgubre saudade.
Volta! Por favor, volta! Não importa que seja em sonho, em vulto, em bruma!
Pois este coração que te ofereço jaz quebrado, inútil, e sem luz.
Eu deveria ter pensado bem... E por não ter pensado, o meu mundo ruiu em suma.
E o meu castigo é viver para sempre à sombra da minha própria, terrível cruz.
Sinto muito pela dor que inspirou seu pedido. É uma emoção muito profunda.
A vida nos cruzou de um jeito que lógica nenhuma explica: um fio de voz no rádio e um coração do outro lado pronto para escutar. Foi o encontro de dois corações machucados que, de repente, sintonizaram na mesma dor e na mesma esperança.
Não foi um simples "oi", não foi um esbarrão qualquer e, muito menos, a carência que os juízes de plantão adoram apontar. É engraçado como o julgamento funciona: tem gente que não acredita no destino cruzando almas, mas acredita piamente em um livro que tem cobra falante.
Dizem que o nosso encontro foi "momento", enquanto se escondem atrás das paredes de igrejas que usam a carência como isca para atrair fiéis. Vivem de aparência, postando fotos de "casais perfeitos" e famílias intocáveis, quando a realidade entre quatro paredes é de silêncio e amargura.
A diferença é simples: eu prefiro a verdade de quem já sofreu e se reconheceu num rádio, do que o teatro de quem precisa de um altar como vitrine para esconder uma vida vazia.
Podem rir, podem duvidar e podem seguir com suas fábulas. O que foi real entre nós, nenhum sermão apaga e nenhuma hipocrisia desmente. Contra fatos — e encontros de alma — não há argumento que vença.
A vida nos cruzou de um jeito que lógica nenhuma explica: uma voz no rádio e um coração do outro lado pronto para escutar. Foi o encontro de dois corações machucados que, de repente, sintonizaram na mesma dor e na mesma esperança. Não foi um simples "oi", nem um esbarrão; foi um começo. Antes de tudo, éramos amigos. Conversávamos sobre tudo, ríamos de qualquer coisa e varávamos a noite falando. Naquela época, ninguém sabia a aparência do outro e ninguém ligava para julgamentos.
Claro que o preconceito de idade veio dos outros, mas, quando a gente ama, a gente não escuta o barulho do mundo. Hoje as coisas mudaram e os "moralistas" querem dar pitaco em tudo. É curioso ver como a régua deles muda: para o pastor ou o membro da igreja que é ex-presidiário, ex-traficante ou assaltante, o discurso é o do perdão. Para quem tem "passagem pela polícia", dizem que não podemos julgar, que o passado ficou para trás e que o amor cristão tudo suporta.
Mas para dois corações que se encontraram com sinceridade, a moralidade deles vira pedra.
A diferença é clara: eu prefiro a verdade da nossa história, que começou sem máscaras e sem vitrines, do que a hipocrisia de quem usa a Bíblia para perdoar o crime, mas a usa como arma para condenar um encontro de almas. Podem rir, podem sentir pena ou dizer que é inveja; podem seguir com suas fábulas de cobras falantes. O que foi real entre nós, nenhum sermão apaga. Contra fatos — e conexões que nasceram no espírito — não há argumento religioso que vença.
