Gosto do mal Feito
O grande mal ultimamente tem sido a descarada hipocrisia disfarçada de boas intenções.
Quem sempre se contradiz pode estar mentindo sempre.
O político mal intencionado, ataca e tenta desacreditar o jornalismo que pode tornar pública suas más intenções.
O político criminoso,
Ataca e tenta desacreditar a justiça
Que pode condená-lo por seus crimes.
Você é o bem que você faz, porém também é o mal que você defende, apoia ou com o qual você concorda.
Quer ter uma vida feliz?
Então siga estas dicas:
Não inveje.
Não deseje mal.
Não faça mal.
Não se vingue.
Caso contrário a vida vai cobrar!!!
Nossa mente acelerada, tão cheia de afazeres que mal percebemos as correntes invisíveis que nos prendem a uma vida de trabalho incessante, de consumo desenfreado, de uma liberdade ilusória.
Cada dia é uma corrida, um empilhamento de tarefas, um constante estado de urgência, que nos impede de contemplar a beleza do mundo. De nos conectarmos com outros, de vivermos em plenitude.
Estamos tão cheios de afazeres que nos tornamos escravos de uma cadeia que não vemos, de uma prisão que criamos com nossas próprias mãos.
Temos tanto a fazer, tantos compromissos a cumprir, que mal percebemos a cadeia invisível que nos mantém presos sem sentir.
A corrente que nos aprisiona, não é de ferro ou aço, mas sim a pressão do mundo, que nos faz viver como embaraço.
Precisamos desacelerar, reconhecer as correntes, e nos libertar.
Às vezes me sinto perdido, sem lugar para pertencer, mas abraço a liberdade que me faz viver.
Eu sou um estrangeiro em qualquer lugar, sem raízes fixas, sem um lar para chamar. Eu sou um estrangeiro, um viajante sem lar. Não tenho terra, não tenho bandeira, apenas a solidão a me acompanhar.
Sinto a distância, o desconforto. Tento me encaixar, sem sucesso, como se eu fosse de outro porto.
Não me sinto em casa em nenhum lugar, nem na cidade, nem na natureza.
Sou um estranho, sem lar para habitar, sem pertencer a essa grandeza.
O livro de Juízes se resume assim: 'E os filhos de Israel novamente fizeram o que é mal aos olhos do Senhor.'
Continuo acreditando que a minha geração terá de arrevesar o que está mal, porque quando vier o pior, seremos responsáveis.
Não! , as pessoas não são todas iguais, longe disso, em quando algumas vivem praticando o mal, outras passam suas vidas espalhando o amor a outras pessoas e aos animais. Suas personalidades se formam com o tempo, porem todos já nascem com uma essência: boa ou má!
O bem e verdade são mais lentos que o mal e a mentira, assim como a tartaruga e o coelho. Se tivermos paciência de esperar mais tempo, observaremos a opção mais lenta sempre triunfar!
Se alguém lhe causar mal nunca se vingue, pessoas que causam mal aos outros já estão condenadas, é só uma questão de tempo!
O bem e o mal existem em nós desde o nosso nascimento e permanece até a morte, externá-los é só uma questão de escolhas, portanto é hipocrisia atribuir a culpa dos nossos erros a quem quer que seja para nos livrar das nossas responsabilidades!
Troque a inveja por admiração, esta troca, equivale a trocar o mal pelo bem, e ambos se beneficiarão!
Estamos vivendo a era da inteligência artificial em um país onde a maioria ainda mal domina a inteligência orgânica!
Se alguém te tratar mal, basta lembrar que há algo errado com essa pessoa, não com você, quando sou alvo de olhares compassivos ou excluído em conversas, tento resistir ao impulso de me culpar,
lembrando que a crueldade alheia reflete a limitação interior deles, não meu valor, essa mentalidade me fortalece em momentos de rejeição, ainda que seja difícil impedir que a mágoa me consuma antes dessa lembrança vir à tona.
Pessoas mal resolvidas andam destruindo outros seres humanos, vejo o reflexo dessa destruição em cada comentário disfarçado de “conselho” que recebo, como se eu precisasse de “dica de vida.” Reconhecer a dor alheia como um projeto de poder me faz repelir qualquer ajuda guiada por interesse, mas também me isola, pois me torna cético até diante de intenções genuínas.
O mal semeia a intolerância até florescer em domínio; então, emudecido o bem, faz-se senhor do silêncio.
