Gosto do mal Feito
Não plantarei o rancor, pois com o mal não conhecerei o amor, somente o sentido da dor;
As indiferenças roubam sonhos e despedaçam esperanças fortalecendo a violência recitando o pódio da derrota;
A repressão a liberdade de expressão não é esperar acontecer para ir a luta, mas aprender com o erro passado;
Perder a cabeça algumas vezes não faz mal ao coração, mas perder o coração e não saber como se libertar, faz um mal tremendo;
Se tudo têm motivo para ser, desde o bom quanto o ruim, desde o bem quanto o mal, seja qual for o seu anseio de mudanças naquilo ou daquilo que assim é, antes do reclame, entenda dos motivos disto assim ser. Têm coisas que como são ou estão, ainda que ruins, assim são melhores. Cabe agora que entendido, mais que reclamar, juntar-se na busca do tesouro, que também é teu.
Sou a escolha errada de um verso vivo mal-entendido, porém verdadeiro escrito em algum instante por qual quer filosofo não menos importante;
Posso ser a fúria do acalento que se mostra pelo silêncio cortante que emite a pureza da inocência... Ah as tuas manhãs de felicidades me inspiram para escrever a tua história;
Desejo ser o teu sorriso mais perfeito que já se desenhou em tua face e com a definição de gostoso...
Chora! Chora coração... Não pereça por detalhes mal entendidos... Viva por sentimento de um louco poeta...
Viva o sonho acordado para entrelaçar-se em versos de amor... Sem dor... Porém com ardor e entender que por você sou o que sou...
Se o castelo que tenho é aparentemente mal-assombrado... Acredite! O meu amor transformará Tudo que parecer mal em bondade...
Deixe-me ser o teu herói, pois protegerei o teu coração de quais querem que forem o mal contra ti;
Buscar-te-ei para junto a mim conheceres o infinito em um voo rasante, no qual desperte a emoção entrelaçado com um frio na barriga gostoso;
Quero ser o teu amor... A tua segurança e teu prazer justo e incondicional para completar o que te falta...
Não seja insuficiente tenha plenitude para admitir os erros, pois quem erra nem sempre faz o mal, mas se não admitir não limpará o coração e não adquirirá o perdão;
Justamente quem não admite a tal coisa não perdoa e se não perdoa não está com a consciência tranquila...
Será que o meu mal vem do azar que tanto me perseguiu até aqui no qual quando me esqueço minha sincronia transporta sua imagem em meus pensamentos;
Nada se faz orgânico ao se remeterem sinais sentimentais um tanto amoroso;
O que importa afinal se você me vê como um vagabundo ou até mesmo como um mal educado com meus versos tão distraído?
Saiba que ainda posso esquecer-me do que não me convém e reatar o que sempre me fez falta;
Já perdi o medo de me acostumar com o final que não alivia os meus lamentos esquecendo os passos aos erros;
Diga-me que mal lhe faz os versos mais sinceros oferecidos pelo meu coração com a importância de lhe causar apenas bem?
Tire essa barreira de medo que impede de você amar, um amor nascente da alma, mesmo que seja forte o suficiente desatinando sua razão;
Experimente a mudança e sinta o mágico que é rico em detalhes lúcidos no qual não lhe traga decepção;
Nem tudo me diz respeito, mas sempre me pergunto se o meu mal é o futuro de quem não me encontrou;
E quem sabe se me encontrar eu me perca junto a ela para entendermos o nosso coração;
Equilibrando-me entre o meu sorriso tão sínico a ponto de me fazer mal, mas não há nada mais a fazer quando adormeço;
Minha copia não é indiferente do que faço ou escreva, desviando do romantismo desvirtuando o próprio coração;
O que mais fizemos de errado de nossas vidas para vivermos de restos sem se importar com o artesanato da vida alheia;
Não quero viver coagido por palavras mal entendidas
Que abalem a minha segurança e proteção...
Me abraça... Me beija, mas no fundo me odeia
Pelas costas me condena, jogando o meu nome ao chão;
Mas retribuo com o meu melhor
O que cultivo em meu coração;
