Gosto de Olhar
Continuação Natural
Deixe, eu gosto da seleção, não a de futebol, mas, a natural, sobreviverá o melhor, a mais adaptada e a que possui maior e melhor raiz. Selecionamos pessoas e o tempo seleciona a seleção, àquela mais linda, nem sempre é a melhor, nem sempre a melhor é a mais adaptada, adaptação é estar, e se estando é continuar, continuaremos.
Feliz Natal
Finalmente estamos fechando este ano bastante conturbado. “Gosto de pensar no Natal como um ato de subversão... um menino pobre, uma mãe solteira, um pai adotivo... quem assiste seu nascimento é a ralé da sociedade, os pastores. É presenteado por gente ‘de outras religiões (magos, astrólogos)’. A família tem que fugir e assim viram refugiados políticos. Depois voltam a viver na periferia. O resto a gente celebra na Páscoa,mas com a mesma subversão, sim! A revolução virá dos pobres! Só deles podem vir a salvação! Feliz Natal!! Feliz subversão.”
O Espaço Descontínuo
Gosto de viver
Com
A realidade
Quem diz que busca
É porque não a tem
Mas com algum delírio
Sou vil
Sou reles
Como toda a gente
É com a imaginação
Que eu amo o bem
Só
A realidade
É
Para mim, insuportável
Fantasma
Do meu ser
Presente
Gosto de Sol
Sempre vem
Cada vez
Mais volumoso
Mais intenso
Sem prazo
De validade
Qualquer dia
A gente se vê
Carinhosamente
De presente
O passado
SOBREPUJAR
(Bartolomeu Assis Souza)
Sobrepujar...
É não ser apático
ao gosto alheio.
É misturar-se ao bem
ao mal.
É aprender de tudo que o mundo possui
Ser santo e diabólico
É também rezar e pecar
De tudo experimentar-se...
fascinar-se...
É sempre superar-se
o convencional...
É não deixar nunca de ser
sem sal...
Sobrepujar a própria fraqueza
Num profundo domínio...
Num profundo fascínio...
Num profundo experimento...
de si-mesmo.
Amém!
Negra lu.
Morena hoje irei me deliciar com o sabor de sua pele, sentir o gosto de sua boca na minha.
Mordendo seu corpo como se fosse chocolate; bebendo na taça de seu umbigo frações de vinho tinto, lhe proporcionando uma tempestade de prazer.
Morena eu quero você toda para mim.
Agosto é poesia
que pode ser
adoçada conforme
o seu gosto,
Escolha o amor
que faz tudo
na vida ser
mais saboroso.
Que um espera pelo outro
é a verdade dos nossos dias,
Você virá bem atrevido
com gosto de Cambuí Roxo
(a famosa Cereja de Joinville),
Nós dois não esquecemos
das nossas gentis origens:
a poesia serena paragens.
Arapacu-de-bico-torto
é o meu poema que vai
alcançar a sua cabeça
e me fazer cair no teu gosto,
Nunca mais você será
o mesmo e o meu desejo
será o teu o tempo todo.
Se enleva o meu coração
de Beija-flor-cantador
sobre o vale verdejante,
sem dar o gosto de virar
alguém que logo desiste.
Resistir em cultivar
um espírito triste trouxe
a opção de me armar
com a elegância da pluma
e com passos de Puma.
A minha poesia nascida
inaudível saúda a Iara
deste Rio com três sílabas
de pequenas e ágeis asas
porque na vida tudo passa.
Imperceptível é o equilíbrio
talhado pelas águas
que moldam os terrenos,
e sem que percebam
dialogam com o tempo.
Sem ter medo de olhar
para o relógio é nascido
de um sentimento
poderoso cultivado
com a potência do silêncio.
EU!...
Encontro mas não percebo
Tenho mas não possuo
Vejo mas não alcanço
Gosto mas não saboreio
Sonho mas não acordo
É melhor dormir sem ter...
Que acordar sem ser...
NÃO GOSTO DO “NATAL!”.
Natal?!
Teoricamente nos remete à vida. Nascer.
No “natal” aproveitamos para sonhar uma vida melhor para si ou para aqueles que durante todo o ano nos eram invisíveis. Os excluídos na “roda dos expostos”.
E por que só no “natal” nos tornamos solidários, atenciosos e afáveis?
Por que não há “natal” em todos os lares, etnias e nações?
E, só nesta data param-se as guerras e os “Homens” se abraçam? Quando todo dia é dia de “natal”!
Será que ao celebrarmos damos a ele a roupagem que o momento reivindica?
Podemos então afirmar?
Claro que não! Colocamos o nascimento do Cristo tão somente como pano de fundo para uma data criada pela “burguesia e para a burguesia”.
Pois todo ano a cada "natal" JESUS morre de fome na África e nas periferias da "burguesia" diante das mesas fartas de suas festas privadas e regadas à finas bebidas.
No entanto contextualizamos o momento para explicitarmos nosso Ego, nossas Predileções.
Será que no íntimo a cada “natal” não cuidamos prioritariamente dos nossos desejos frustrados durante os doze meses passados?
É de bom alvitre dizer que passamos pelo tempo sem ver o tempo! Assim como passamos por nossos amigos, irmãos e semelhantes, frustrando-os de um singelo abraço. Salvo em dia de “natal”.
Sobre o simbolismo do novo comemoram-se tudo que passou.
O ano que para alguns fora bom ou Ruim, para outros nem existiu. Então, você já parou para pensar em que contexto se realiza o “natal”?
Talvez seja certo dizer que na pratica existem os que encontram nesta data a espera ansiosa de seus ente queridos para a tradicional reunião familiar a fim de “matar” saudades. Em outros casos, para aparar arestas. Saldo daquele ano “ruim”.
Há também os que pleiteiam ostentar poder, seja financeiro, político, religioso e Etc.
Por essas e outras, devemos repudiar a hipocrisia deste “natal”.
Todavia é de bom senso nos perguntar. Quantas crianças Sírias, palestinas... Não possui Natal todo dia o ano todo?
Quantas ALEPPOS, PALESTINAS... Não veem as luzes natalinas, se não das balas traçantes que cortam os céus e os sonhos de suas “Velhas Crianças” todo dia o ano todo?
Quantos bons “velhinhos” descem às lareiras dos muitos campos de refugiados em todo o mundo todo dia o ano todo?
Quantas “Crianças Velhas” existem asiladas sem “papai Noel” e que todos os seus natais são tristes e findos?
Enquanto adornamos o “natal” com “carinhas de anjos” e luzes natalinas, ALEPPOS, PALESTINAS... Sepultam seus “Anjos sem Cara” sob as luzes das balas que cortam os seus céus!
“Papai Noel” não é um bom velhinho!!!!
Ele mentiu pro meu Pai! Esperei-lhe por todas as noites todos os anos e ele não veio.
Meu Pai em lagrimas me falou que seu trenó não pode subir o morro...
Ah! Só agora posso compreender que meu pai mentiu para cessar meu sofrimento, minha angustia.
O natal é sim revelador da extrema desigualdade social universo a fio
Por isso, eu não gosto do “natal”.
"Não gosto da saudade.
Se ela é ruim eu quero morrer...
Se ela é boa eu quero viver tudo de novo...
☆Haredita Angel
"Hoje as coisas estão tão mudadas, até que gosto de certas mudanças, desde que não mudem meus bons valores e princípios!"
☆Haredita Angel
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