Gosto da sua Voz

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Enquanto dormia, sentia sua tristeza para comigo, soltei sua mão para que você se curasse do meu ego impulsivo, menti, disse que não te amava para que você pudesse se libertar de mim, como planejado, você se curou, melhorou as lacunas que tinha, se tornou alguém melhor, maior, mais vibrante, e nunca mais voltou.
Meu coração nunca deixou de te amar, um dia se quer, cada dia o amor apenas aumentou e te aguardou, enquanto você afundava eros do seu insconciente sem nem se quer saber o que fazia conosco.
A ausência se fez presente.

A sua pele é a pele mais bonita, seus olhos tem o brilho direto da lua refletido, a mancha em baixo de seu seio da um charme de um cafe com pingos de leite, olhar para ti é como olhar para o mais lindo arco íris, és para mim, a lua do sol.
Eterno amor, Boli boli.

Quando soltei sua mão, foi um lapso de consciência, acreditava que longe de mim você seria feliz, não imaginei que tão feliz!
Mas isso de alguma forma, me conforta, onde você estiver bem, eu me sentirei bem.
Naquele momento eu pensava
- este não é o homem que ela merece, este não é digno de estar com ela.
E durante anos trabalhei em avanço, tentando fazer aquele lapso de consciência, se tornar pura consciência
E hoje bato a sua por que sei, sem dúvidas, que não a outro homem em terra que seja um terço do que sou, e que você merece o melhor, pois trabalhei muito nessa melhora.
Como poderia? Eros, a primeira consciência, portador do amor divino, encarnado novamente.

Eu pude ver, o sol desaparecer, do seu rosto, dos seus olhos, da sua vida.
Desapareceu.
Mas ela vai voltar.

Se sua paz depende de tudo dar certo, isso não é paz, é controle.
Aprender a permanecer firme mesmo na incerteza, isso sim é o verdadeiro despertar.

Encantadora a sua graciosidade, a luminosidade do seu olhar convincente, um charme espontâneo na sua expressividade, no seu coração, um mundo feito de amor, esquentado por sua intensidade, pelo sabor do seu atrevimento durante aquelas noites memoráveis, onde o tempo é relativo, uma hora pode ter gosto de uma brevidade bastante passageira, cada instante passa a ser imprescindível numa imersão intensa

Bem difícil conhecê-la na sua totalidade, pois não se trata de um encanto explícito, existe muita vitalidade nas suas entrelinhas, dificuldade maior é encontrar morada no seu íntimo, ser abraçado por sua fogosidade, deseja um zelo contínuo, uma troca sincera de olhares, não quer sentir apenas arrepios na sua pele, não se apega a uma eterna superficialidade, não abre mão do recíproco, das interações providas de verdades,

O seu jeito doce e intenso é irresistível assim como uma exposição de belos detalhes, que incluem o lúdico e o realismo, o espírito que vive numa rica musicalidade, aquelas mensagens profundas que deixam os versos vivos, que dão sentido a poeticidade, peculiaridade que faz dela uma mulher incrível, cujo coração não merece a imaturidade de não ser seletivo, movido somente pela paixão e sim o romantismo acompanhado da razão.

⁠Viver em paz é viver de boa com sua consciência. Educar seus costumes a retidão que Deus nos ensinou, longe de irregularidades e reto com tudo que é justo.

Não se curve ao que dizem que você é; seja aquilo que sua consciência suporta, revela e convoca — porque é nela que pulsa a essência que conduz todo o seu ser.”

​"A luta não cessa fora do combate, pois a sua essência reside em nós, mesmo na calmaria."

"Mantenha a sua essência, pois o mundo não mudará para se ajustar ao seu modo de ser."

"A pessoa mais importante da sua vida é você. Ame-se primeiro, ou aceitará as migalhas alheias."

"Quem não vive a sua vida não pode limitar o seu existir."

Alguma vez você já parou e percebeu, que se você não tivesse conhecido uma determinada pessoa, sua vida poderia ter sido completamente diferente?

_É a sua última lição: não cometa o crime pelo qual te acusam. Deus diz: a justiça será minha.
_Eu não acredito em Deus!
_Não importa, Ele crê em você!

Um dia... o amor da sua vida, noutro dia... a pauta da sua terapia.

A minha história dr






A luz da manhã entrava pela fresta da cortina,da sua casa, mas para Heitor, o sol parecia um intruso.
Era muito cedo ainda.


No fim da tarde ele foi para a festa junina que tinha na escola onde ele estudava, colégio Rocha Marmo


Ele de repente, saiu da festa, ainda ia ter a quadrilha, festa junina.


Ele sai e vai a direção de sua casa, mecanicamente.
E de repente na calçada , próximo da sua casa, uma menina veio rodopiando, e trombou com ele, os dois ficaram caído no chão, ele com cabelo cheio com topete, com um olhar, olha para ela... Vou o tempo voou, e chagamos nessa história.


*Minha história doutor*


O delegado acendeu um cigarro, a fumaça subindo lenta como a névoa daquela tarde de 1980.
Diante dele, o homem de mãos trêmulas começou a desenhar o passado no ar.
— Tudo começou com um rodopio, doutor. Eu era jovem, a música do Elvis e Beatles ecoava em cada esquina, e eu vinha do meu colégio e ela veio girando pela calçada
Foi quando ela trombou em mim e eu nela. Maria. O olhar dela me paralisou, foi um relâmpago em céu aberto.
Mas o destino é um roteirista cruel.
O tempo passou e ela se casou com outro.
Um homem que a comprava com joias, caixas de bombons finos e promessas de seda.
Eu virei apenas uma lembrança de calçada.
Anos depois, o reencontro. O rosto dela estava marcado pelo tempo, os cabelos, antes longos e castanhos, agora curtos e grisalhos. Ela me olhou com medo e perguntou: "Você ainda me ama?
Não sou mais aquela menina."
Eu respondi com a alma: "Maria, eu te amaria sem braços, sem pernas. Eu te amo de qualquer jeito, em qualquer carcaça que a vida te der."


Nós nos demos uma chance.
Mas o drama, doutor, gosta de se esconder nos detalhes.
Uma amiga dela pediu um presente... um desses brinquedos, um "coelhinho" para prazer solitário.
Eu aceitei, achei que era apenas curiosidade feminina.
Mas a amiga começou a cercar, a enviar mensagens, a simular uma intimidade que me dava calafrios.
Eu avisei Maria. Ela ria, dizia que eu era louco: "Eu gosto de homem, meu amor. Não gosto de mulher.
Nunca tive um homem que me satisfizesse como você, seu corpo é o meu porto."
Eu acreditei.
Eu a amava com a força de um furacão.
Até que o silêncio da casa se tornou pesado. Eu descobri a verdade, doutor.
Ela cedeu.
Deitou-se com a amiga. Trocaram beijos de línguas, segredos que eram só meus.
Ali, meu orgulho de homem ruiu.
Se fosse um outro homem, eu entenderia... o coração é terra de ninguém.
Mas ser trocado por uma mulher? Ser traído por quem dizia que eu era o único?
O perdão morreu ali.
O amor, que era construção, virou demolição.
Essa é a minha história,dr delegado.
Eu a amei tanto que não sobrou nada de mim.
Por isso eu matei a Maria.
Matei o único amor da minha vida porque não suportei ver que o nosso "pra sempre" tinha sido entregue a mãos que eu nunca imaginei.
O homem baixou a cabeça, o silêncio na delegacia era agora o único som que restava de um filme que terminou em tragédia.






Segundo ato.




O silêncio na sala de visitas da prisão era cortante, interrompido apenas pelo som do ferrolho da porta.
O homem, agora apenas uma sombra do jovem que foi rodopiando ,nos anos 60, olhou para o nada e começou seu último monólogo, como se as paredes fossem o júri que ele nunca teve.
Sabe, doutor... o que dói não é a grade.
É o eco daquele rodopio na calçada que não para de tocar na minha cabeça.
Eu disse a ela que a amaria de qualquer jeito. E era verdade.
Eu amei as rugas que o tempo desenhou nela, amei o cansaço nos olhos dela.
Eu teria sido o cajado dela até o fim.
Mas o amor tem uma face sombria.
Ele te dá uma visão perfeita de tudo o que você está perdendo.
Quando vi o brilho daquele "presente" entre ela e a amiga, eu vi o meu lugar sendo apagado. Aquelas mensagens não eram brincadeira, eram o roteiro da minha substituição.
Ela me dizia que meu corpo era o único, que o prazer comigo era insuperável... e depois limpava o batom de outra boca antes de me beijar.
Se fosse um homem, eu lutaria.
Mas contra o que elas tinham, eu não tinha armas.
Era um mundo onde eu não podia entrar.
O golpe não foi na minha carne, foi na minha alma de homem, de provedor de afetos.
Eu não matei a Maria por ódio.
Matei porque o amor que eu sentia era um gigante que não cabia mais dentro de um peito traído. No momento em que apertei o gatilho, eu só queria que o tempo voltasse para 1961 Queria que aquele esbarrão na calçada nunca tivesse terminado.
Agora, Maria está livre de mim.
E eu?
Eu estou preso para sempre naquele instante em que ela me olhou e sorriu, antes de o mundo ficar sujo.
É um fim de filme ruim, eu sei.
Mas em tragédias, doutor, ninguém sai sorrindo quando as luzes se apagam.


Ato três o julgamento




O juiz ajustou os óculos, o peso da sentença pendurado no ar espesso do tribunal.
O som do martelo batendo na madeira ecoou como o tiro que encerrou a vida de Maria.
Réu confesso proclamou o juiz. Condenado pela lei, mas sentenciado pela própria memória.
As luzes do tribunal começaram a apagar, e a cena cortou para a cela fria.
O homem estava sentado no canto, os olhos fixos em um feixe de luz que entrava pela grade.
A Imagem Final:
A câmera foca no rosto dele, envelhecido e sem brilho.
Lentamente, o som ambiente da prisão desaparece, sendo substituído por uma música suave de rádio dos anos 60.
O preto e branco da cela começa a ganhar uma cor vibrante, granulada, como um filme antigo de 16mm.
Vemos a calçada de 1961 novamente.
A jovem, cheio de vida, vem rodopiando.
Ela esbarra em mim.
Ela ri, ajeita o vestido e o olha com aquela promessa de eternidade nos olhos.
Eles dão as mãos e caminham em direção ao sol poente, desaparecendo na luz.
A imagem volta para o presente: o homem na cela fecha os olhos, tentando segurar aquela visão.
Uma lágrima solitária escorre.
A tela escurece totalmente.
FIM




Autor desconhecido.

Posso um dia me conformar com tudo, menos com sua partida, mãe!

O herói é o resultado daqueles de sua época do que sonhamos e a causa que ele defende. Mesmo, às vezes, andando em tempestade e julgado pelo que fez por necessidade.

Ninguém entende sua dor, suas lutas, seus medos, seus traumas, sua inocência perdida .
Mas sabe julgar, apontar os erros, e destruir ..
Palavras edifica, mas ela também destrói ... E por isso que eu apenas escrevo esse poema pra falar que estou apenas vivendo em um mundo que religião e simbólico, contendas e algo sincero, mas o amor morreu .. e as pessoas só se luxão. Lamentável mas e a realidade .slg e voltam os olhos pra ✝️ antes que seja tarde 🙇🏾‍♂️

O Amor não foi feito para se desperdiçar.
Então, vou bater na sua porta, te convidar pra dançar...
Olhar para o céu, ver as estrelas...
Você também é uma, e das mais belas.
Não vá dormir, não se apague, não.
Não quero perdê-la.