Gosta de Mim
Ei, não gosta de mim?
Liga para minha preocupação para ver se ela te atende...
Prefiro ser chata, e grossa do que ser falsa.
Eu não vou mudar o meu jeito só porque você não gosta, mude você e aprenda a gostar de mim como eu sou, pois eu não me importo com o seu jeito de ser.
Pra mim vergonha não é dizer que ama , que gosta , que so quer te-la contigo
vergonha pra mim é enganar , iludir , mentir e tudo oque não é bom "
Naão gosta de mim ? ;* pega um adesivo escrito -- eu quero ser você -- cola na tessta e entra na fila *-*
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Acho mais fácil aceitar a soberba de quem não gosta de mim do que a pequenez de quem não respeita a si mesmo.
Parece que ninguém gosta de mim, independente do que fiz ou faço para ela. Acabo me sentindo culpada por não ter feito mais para a pessoa gostar de mim, por eu não ter me esforçado mais. Mesmo quando não me lembro de ter feito algo ruim para ela sinto como se estivesse levando uma facada no peito, continuo me culpando sem parar por coisas que podem estar só na minha cabeça, estou cansada de mim mesma. Às vezes parece que ninguém liga e nem se importa comigo e que parece que só vão me dar atenção se eu implorar. Parece que tudo que eu faço para todos nunca é o suficiente, parece que sou um fardo. Sinto como se estivesse rodeada de pessoas a minha volta querendo o meu bem e torcendo por mim, e de repente acabo sozinha em um buraco que eu mesma cavei, tão escuro, vazio e profundo que não consigo mais sair, e acabo ficando presa com meus pensamentos que me enlouquecem aos poucos. Um pequeno texto escrito por mim para resumir tudo a você.
mas eu sei que eu gosto de quem não gosta de mim. e eu não insisto, mas não por medo de um fim. afinal, não se termina o que nunca começou. e “eu e você, nunca pensou?”. “não.”
Não sei se alguém me deseja algum mal, não sei se alguém não gosta de mim, não sei se alguém tenta me prejudicar... E não quero saber, pois me preocupo muito em saber o que "eu" desejo para o meu próximo e sempre espero que o meu coração deseje tudo que há de melhor como se fosse para mim mesma.
Você gosta do que você acha que eu sou,a ideia que você tem de mim é amável porque foi você quem criou. Esse mínimo cogitar liberta!
Estou apaixonado por alguém que gosta de mim, e tem medo de sofrer, tem medo de viver uma vida desnorteada. E eu estou apaixonado por ela!
Pra você que gosta de mim, um beijo, flores e bom dia, pra você que não gosta apenas flores e um bom dia...
Tem gente que fala que não gosta de mim, mas a única coisa que sabe de mim é o meu nome (e só o primeiro, pra variar).
Escrever, para mim, deixou de ser um capricho bonito de quem gosta de palavras e virou uma necessidade quase fisiológica, tipo respirar depois de subir uma ladeira enorme no sol do meio-dia. Eu estava há tanto tempo inspirando o mesmo ar pesado, reciclado pelas minhas próprias memórias, que quando finalmente escrevi, foi como escancarar uma janela e descobrir que o mundo ainda tinha vento. E não aquele vento dramático de novela, não. Um vento simples, honesto, que não promete nada além de movimento. E, naquele momento, movimento já era tudo que eu precisava.
O curioso é que eu não escrevi esperando resposta. Nem dele, nem da vida, nem do universo conspirador que a gente gosta de culpar quando está carente. Eu escrevi para me ouvir. Porque até então, eu estava cheia de vozes dentro de mim, menos a minha. Era lembrança falando alto, era saudade fazendo discurso, era ilusão pedindo mais um capítulo. E eu, coitada, só anotando, achando que aquilo era verdade absoluta. Quando eu finalmente me escutei de verdade, sem maquiagem emocional, sem aquele filtro poético que transforma sofrimento em obra-prima… foi desconfortável. Mas também foi libertador. Porque ali não tinha mais para onde fugir. Era só eu comigo mesma, sem plateia, sem roteiro, sem desculpa.
E a tal da lucidez… ah, essa não bate na porta, não pede licença, não manda mensagem antes. Ela entra como quem já mora ali há anos e só estava esperando eu parar de fazer barulho para se manifestar. E quando ela chega, desmonta tudo. Derruba cenários, apaga luzes, desmonta personagens. Aquilo que antes parecia gigante, intenso, insubstituível… vira só o que sempre foi: um capítulo. Importante, sim. Mas não eterno.
E é aí que entra a parte que mais assusta e mais alivia ao mesmo tempo: esquecer não é apagar. Eu não virei uma versão fria, sem memória, sem história. Eu virei alguém que olha para trás sem sentir aquele aperto no peito que parecia um lembrete constante de que algo estava inacabado. Não estava. Nunca esteve. Eu só demorei para aceitar que já tinha acabado há muito tempo. A gente sofre mais tentando reescrever o passado do que vivendo o presente. Porque o passado, minha querida, não aceita edição. No máximo, interpretação.
E essa lembrança… a ceia na casa da avó. Olha que cena sutilmente dolorosa. Um convite que parecia simples, mas que carregava um mundo inteiro de significado. E eu recusando. Não por falta de vontade, mas por excesso de consciência. Eu sabia que não cabia ali. E olha a maturidade disfarçada de tristeza. Às vezes, crescer é exatamente isso: reconhecer onde a gente não pertence, mesmo quando o coração quer dar um jeitinho de se encaixar.
Aquele abraço final, as lágrimas sendo enxugadas com uma delicadeza quase contraditória… como se o gesto dissesse “eu me importo”, enquanto a realidade gritava “mas não o suficiente para ficar”. E tudo bem. Porque naquele momento, sem perceber totalmente, eu já estava me despedindo de verdade. Não só dele, mas da versão de mim que ainda insistia.
E a vida, com seu humor meio irônico, meio genial, seguiu. Quase dois anos depois, eu casei. Escrevi uma nova história. Mas dessa vez, não foi sozinha. Não foi baseada em suposições, nem alimentada por silêncios interpretados. Foi construída. Tijolo por tijolo, dia após dia, com alguém que estava ali de verdade, não só na minha imaginação.
E isso muda tudo.
Porque no fim, não foi sobre esquecer alguém. Foi sobre parar de sofrer por algo que já não existia e abrir espaço para o que podia existir. Eu não apaguei o passado. Eu só parei de morar nele.
E hoje, quando eu lembro, não dói. Não pesa. Não chama. Só existe. Como uma página virada de um livro que eu não preciso reler para saber que já entendi a história.
Se você ainda está respirando esse ar pesado, talvez esteja na hora de abrir sua própria janela.
"Não gosta de mim? Então, vá reclamar com Deus (acreditando nEle ou não). Ele é o maior responsável por eu estar aqui, alhures e algures!"
Frase Minha 0209, Criada no Ano 2008
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
0209 "Ah... Acha que não gosta de mim? Então, vá reclamar com Deus (acreditando nEle ou não). Ele é o maior responsável por eu estar aqui, além de alhures e também algures!"
