Gestos

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"Até entender que não são os grandes feitos, mas sim os pequenos gestos, que constroem pontes permanentes... sofre-se!"

Os nossos gestos corporais involuntários, são a linguagem do inconsciente.

Os gestos automáticos, são linguagens corporais que revelam o inconsciente.

Sua imagem pública é construída mais pelos seus gestos do que pelas suas palavras.

Pequenos gestos podem se tornar grandes atitudes.


Não se preocupe com o que o outro (a) vai pensar ou agir, o importante é que você fez alguém sorrir.

Um dia feliz, é feito com gestos elegantes, do tipo " Bom dia".

A beleza da vida está no que não cabe na lógica da utilidade. Há gestos que existem apenas para nos lembrar que viver também é contemplar, cuidar e amar.

Desacelere um pouco.
Na correria da vida, muitas vezes deixamos passar pequenos gestos que podem fazer toda a diferença no coração de alguém.
Um "oi", um "como você está?", um abraço ou um "eu te amo" podem transformar um dia e renovar a esperança de uma vida.
Valorize os pequenos momentos. Neles, Deus também manifesta o Seu amor.

Há quem diga que o amor é feito de grandes gestos e promessas
heroicas, mas, para mim, o amor se revela no silêncio dos meus
pensamentos. É naquele instante exato em que o mundo
silencia, a rotina dá uma trégua, e o meu
coração resolve falar de você.
_Enzo Ruchell_

Quer me agradar? Não me dê jóias, roupas caras, luxo em geral... Pra me agradar basta ter gestos simples como: Ser meu amigo e não fingir ser. É devolver um sorriso quando te dou o meu sorriso, se for sincero é claro. É me ouvir e não me julgar, a não ser que eu te peça conselhos. É apenas me aceitar como eu sou, olhar nos meus olhos e buscar ver se realmente estou bem. Mas se mesmo assim quiseres me agradar, dá logo uma barra de chocolate que eu também sou filha de Deus e gosto de ganhar uns mimos!!!

Boa Esperança, nome antigo,
hoje Iara, luz do saber.
Em teus gestos encontrei abrigo,
aprendi a ler, rezar e escrever.


Benê Morais.

Peso certo




Nada foi tão bom quanto a intensidade apresentada,


Nos gestos grandiosos ou nos suficientes, nas declarações ao grande público ou nas falas ao pé do ouvido,


Se nestes atos vierem acompanhados a atenção aos detalhes e a consideração aquilo que realmente importa, posso garantir que vai ficar tudo bem.

Te vi primeiro lá


Nos pequenos gestos vi um jardim de sentimentos florescer e ganhar sentido,


Foi do meu subconsciente que eu encontrei você primeiro e agora com toda a consciência do mundo, quero te levar pra voar comigo por todos os lugares que os nossos sonhos puderem alcançar.

Na infância, teu nome era refúgio
e o amor morava nos gestos simples.
Eu te amava sem promessas,
como quem ama sem medo do fim.




As memórias ficaram espalhadas em mim,
no cheiro do tempo, nas músicas antigas.
Teu riso ainda atravessa meus dias,
mesmo quando a saudade insiste em doer.




Nesta última carta, confesso o que calei:
que nunca parti por falta de amor.
Parti porque amar também cansa,
quando só um coração insiste.




Infelizmente, o tempo não volta
e nós viramos lembrança.
Mas se um dia pensar em mim,
saiba: eu te amei inteiro, até o fim.

Outsider no amor


Eu cheguei no teu mundo
sem mapa nem lugar,
aprendi teus gestos,
teus silêncios,
decorei teu nome
como quem treina em segredo.
Eu estava ali…
mas nunca fui dali.


Te amei com cuidado,
sabendo que não podia ficar,
sorri carregando um adeus
que já morava em mim.
Enquanto outros pertenciam,
eu apenas atravessava.


Fui inteiro no que senti,
mesmo sendo passagem.
Porque ser outsider no amor
não é amar menos,
é amar sem posse, sem abrigo.


Eu fui teu quase,
teu entre, teu silêncio.
E se perguntarem por que não fiquei,
responda sem culpa:
eu não parti
— eu nunca pertenci.

Tua voz é música que dança no vento, Teus gestos, poesia que
toca o coração.
Em teu ser moram sonhos e encantamento, Um amor que floresce sem explicação.

A senha do coração


Meu coração não abre com promessas,
ele pede gestos pequenos,
como quem gira a chave devagar
para não acordar o passado.
Cada batida é um código vivo,
feito de silêncios respeitados
e presenças que sabem esperar.


Quem tenta forçar a entrada se perde,
porque aqui amor não é invasão,
é reconhecimento.
É saber ler os sinais nas entrelinhas,
tocar sem ferir,
ficar sem possuir,
como quem acende uma luz
e não apaga a sombra.


E quando alguém descobre a senha,
não encontra um prêmio —
encontra responsabilidade.
Porque amar meu coração
é aceitar suas rachaduras como janelas,
seu medo como aviso
e seu amor como casa:
não se entra para passar,
entra-se para permanecer.

Confiança


Confiança é fio invisível,
tecido em gestos pequenos e verdadeiros.
Quando se rompe, não faz barulho —
mas deixa o silêncio pesado entre dois corações.


Quebrar a confiança é como derramar um copo d’água
no chão da alma: não volta para o lugar.
Fica o medo, a dúvida, o cuidado excessivo,
e a pergunta que insiste em ficar.


Reconquistar é caminhar devagar,
passo por passo, sem exigir pressa.
É provar com atitudes o que as palavras falharam,
até que o fio, aos poucos, volte a sustentar o amor.

Me infiltro



Me infiltro nos cantos do teu mundo,
entre risos e gestos que se escondem sem querer.
Busco provas do teu afeto profundo,
e cada detalhe teu me faz renascer.


Entre palavras soltas
e olhares discretos,
sigo pistas que só o coração
pode ler.
Cada segredo teu me deixa
mais completo,
cada suspiro é um mapa
que quero conhecer.


No fim da busca,
não há mistério ou distância,
apenas a verdade
Que pulsa entre nós.
O maior achado da minha persistência
é o teu amor, silencioso,
Que me conduz.

Gestos humanos
Quando eu fechei a porta e saí à rua, percebi que considerava o que aconteceria como algo que já havia acontecido, o que era familiar, era um pé no futuro. Era como se tudo existisse de forma imutável: o passado seria o futuro. Daí veio uma nova consciência que derreteu o que era sólido: a visão de um fluxo eterno no qual nada estava fixado. A percepção do movimento da minha mente agora, em que não há repetições. Tudo era novo, era o olhar de um recém-nascido.
Eu comecei a caminhar pela calçada e vi que todos os meus gestos, a forma de caminhar, as expressões do meu rosto, eram apenas um teatro inconsciente. As minhas ideias, a minha forma de enxergar e de ouvir, a minha noção do tempo, eram apenas um formato, um figurino. Tudo para me manter dentro de um padrão reconhecível, assim os outros saberiam o que esperar de mim. Conseguia, então, suprir duas carências: confirmar os costumes e ter uma ilusão da minha identidade. Assim, os outros dizem quem eu sou. Isso é o máximo que temos para responder à pergunta. Claro que o que pensam sou eu que penso, portanto, eu sou os outros. Isso me deixou em dúvida, pois as pessoas fazem parte do fluxo interminável dos movimentos e como eu poderia saber o que pensam, se duvido da percepção? O tempo é a consciência desses movimentos e da sua constante dialética. O que é horizontal vira vertical e vice-versa. Na verdade, não existe uma mente. O que há é um pensamento que engloba este momento, a realidade.