Futebol
A oscilação no esporte é o sinal que o atleta está indo em busca do seu melhor. Caso contrário desistiria na primeira recaída.
O individualismo e fração de uma equipe esportiva começa quando apontam somente para uma pessoa, seja quando ganha ou perde
O Goiás entra no campo sagrado no alto do que fora um dia uma Serra, forrado por uma grama baixa e verde,e sonhando alto, tão alto, que uma inspiração técnica sempre virá para a equipe, como um prisma refletindo na esmeralda,trazendo a gama de luz como inspiração e transformando em competência.
Welberson e Lúcia
Sabe, a vida me ensinou muitas coisas. Ultimamente, eu digo por causa dos sentimentos que muito nova fui exposta que tenho Licença Poética para falar.
Hoje eu vou falar de um primo meu que eu o chamo de “descabeçado”, mas não no mal sentido. A falta de cabeça dele é que ela, eu acho, não é proporcional ao tamanho dos sonhos dele.
Eu acho que sempre vou ver esse primo meu, que um dia falou uma coisa muito dura pra mim por causa da minha religião, com os mesmos olhos de quando eu era criança: do menininho caçula sempre risonho.
E risonho ele é até hoje. Eu já o vi passar por “umas” e ele meneia a cabeça em sinal negativo. Logo solta um sorriso com uma novidade que não tem nada haver com o que ele está passando.
De raciocínio muito rápido, de educação tradicional. Ele se supera a cada dia. Mostra que a maior riqueza do ser humano está dentro dele. E não no que tem.
Passam-se os anos e o coração de criança permanece nele.
Engraçado, é que eu tenho a certeza absoluta que ele nunca notou que a imagem que ela passa é essa. Que ele deixa uma lição sem se quer ver o seu legado.
Para ser o freio do visionário primo meu. Que tive a sorte de ter na família. Deus deu a ele uma preciosa esposa que meu irmão não cansa de dizer que é brava e as outras pessoas não cansam de dizer que ela é linda. E é mesmo. Mas bonito, é ver como eles se completam. Mais lindo ainda é olhar pra ela e notar que ainda, apesar de muitos anos de casados, ela brilha os olhos ao vê-lo. Isso dá esperança pra qualquer um no mundo.
Eles têm defeitos? Lógico! Têm problemas? Claro. Mas continuam sendo ele dela e ela dele. Ela adorna-o, assim como ele é a coluna dela.
Uma clara visão de casamento real. Onde as coisas acontecem. Ninguém empurra ninguém. Um coração de criança, um sonhador. Com uma realizadora, uma força motriz.
O que mais alguém pode querer da vida?
E eu aqui, só observando e narrando os fatos. Para que fiquem na memória de todos. Que quando Deus ama alguém, Ele dá enquanto esta pessoa dorme. Enquanto sonhava, Welberson recebeu Lúcia. No seu sono ele recebeu o seu tesouro. E como a cabeça dele não cabe seus sonhos, dia após dia. Eles vão crescendo ou mudando.
22/11/2013.
Aquele colega, torcedor doente do sport, literalmente, que já teve uma ocasião, lembro bem, como a coisa é séria, do time perder e ele ser acometido de um mal estar geral, um abatimento, desolação, febre, vômitos, incontinência intestinal, perda de peso, apetite, etc. Ficar sem se alimentar direito, só no mingau de cachorro, ou mingau de alho, como prefiro chamar, pra se recuperar só por causa disso, ma,s pra ele, uma tragédia. De nem assistir os jogos, principalmente contra o time do Santa Cruz, pois dizia que sofria do coração tomava remédio e ia dormir com medo que o relógio não aguentasse e tivesse um piripaque devido a forte emoção, ansiedade, só sabia de manhã. Que, por questões éticas, vou ocultar o nome dele. Só sei que um dia cismou, ao ver um outdoor na rua, convocando para novos sócios, cismou que queria, porque queria um daquele, pois tinha o escudo do time enorme que ocupava metade do referido veiculo de propaganda. Aperreou tanto que o chefe da sala que trabalhávamos, também rubro negro, procurou saber qual era a empresa encarregada, responsável, pela campanha publicitária e, descobrindo, telefonou dizendo que desejava, se possível, um daqueles outdoors a empresa respondeu dizendo que só com a permissão do clube, que, talvez, não prometia nada, no final do mês, se sobrasse e o Sport permitisse... Né que no final do mês, pra felicidade geral, da nação rubro-negra ligaram dizendo que ele podia pegar um. Foi uma alegria só, do colega que ficou na torcida o mês todinho e comprou bolo e guaraná pra comemorar com a gente, já que não podia tomar champagne na hora do expediente, se pudesse, certamente iria comprar nem que fosse Cedra Cerezer, no Stillus, um mercadinho próximo. No outro dia tratou logo de pôr em pratica a empreitada, realizar o megalomaníaco sonho, encomendou ao marceneiro da empresa a façanha de construir uma moldura gigante. Reza a lenda que ele até tinha um mastro na frente de casa, que toda vez que o sport ganhava ele hasteava a bandeira pra toda vizinhança ver como bem convém a um torcedor, de verdade, chato. Tinha não, que eu vi, "in loco", na hora que o marceneiro ia pra casa dele tirar as medidas, eu tão curioso que tava, entrei também no táxi, e ele nem me convidou, "foi mal cara", disse, ele respondeu: "já tá ai, fica". O pessoal fala demais, aumenta, também só faltava isso. Mas, por outro lado, o que ele ganhava de presente, que fosse, que tivesse a imagem Sport, ele pregava na parede da sala: chaveiro do Sport, sandália havaiana do Sport, diabo a quadro, fosse do Sport... A turma já o presenteava por anarquia, acredito. E que paciência da santa da mulher dele, torcedora do Santa, coitada. Os interruptores da casa eram pintados, inclusive, pra vocês ver, a paixão desse homem de vermelho e preto, a porta do Banheiro de vermelho e preto, a ducha Lorenzeti de vermelho e preto, uns conhecidíssimos acessórios de enfeitar esses espaços íntimos, bem comuns, populares, de plástico, que eu não sei o nome, na tampa do vaso sanitário, no piso, com motivos leoninos. Sem falar, ia me esquecendo, um quadro, esse do tamanho normal na parede do terraço com seus dias contados, agora, onde se divisava o escudo do Sport com o leão no meio rodeado de luzes pisca-pisca vermelhas e amarelas que a noite deveria ficar uma coisa, parecendo as dessa da época de natal. Ai ele aproveitou, pra dar uma provocadinha básica no marceneiro religioso, torcedor gosta de provocar, chamou para ver um famoso quadro no quarto, em cima da cabeceira da cama, uns feito artesanalmente com linha e prego vendidos em feita livre, e disse, em tom zombeteiro, que todo mundo lia errado e queria que ele lê-se agora, onde se via na seguinte ordem, em letras garrafais: primeiro, o nome de Deus, depois o da esposa, tricolor, e por ultimo, o dele. Ai o marceneiro comemorou, com um certo alivio, - Ai!!! Pelo menos isso, já que já que você já vem pecando a tempo, idolatria é crime, o nome de Deus em primeiro lugar pelo menos! Ele disse de lá: - Tá vendo o leão não, do lado? (Né que do lado esquerdo de quem olha tinha o escudo do Sport com o obsessivo leão no meio) O leão primeiro. Minha nossa! Espantou-se o marceneiro. Deus não gosta de mim, por sua vez,sentenciou ele, o colega debochado, chato a qualquer hora, eu bebo.
Lembre-se que o tempo é um grande árbitro em sua vida, ele logo usará o seu apito para definir o fim do jogo. Mas, será que você está indo bem nesse jogo?
No "apito amigo" a regra é clara: Na dúvida, marca a favor do Corinthians ou do Flamengo. E segue o jogo...
Maioral é o samba. Na moral. Eu sou um humano mortal. Um pensador anormal. Um aprendiz. Não jogo futebol. #revolucionáriosetorial
As ideologias são excelentes conteúdos para serem debatidos e transformados em teoria.
Na prática, nem a esquerda, nem a direita possuem uma solução
para os problemas do Brasil e do mundo.
A solução precisa ser construída.
Precisamos deixar de encarar eleições como se fosse um campeonato de futebol. Nessa disputa não há troféu para o vencedor, mas o prêmio é uma grande responsabilidade para com o país.
Precisamos dar fim a esse ódio ideológico e polarizador que
estamos vivenciando.
Mais política, menos politicagem.
Mais líderes, menos ídolos.
Menos ódio, mais BRASIL!
Um time que conta com Pato e Ganso,que treina numa granja e é narrada pelo Galvão,e ainda sim não levanta vôo tem que ir pra pqp mesmo
Grito gol,
quando a rede xaqualha,
a torcida vibra
e e todos abalam.
Mas ouço um apito,
alguns riem,
e outros com o resultado,
ficam afritos.
Um gol em impedimento, com a mão e com o goleiro machucado e caído é perfeitamente aceitável, se for para o sua agremiação contra um rival, mas todos são contra a corrupção, os criminosos, e somos totalmente a favor da Ética ...
"O Brasil seria um país melhor se todo brasileiro se interessasse por política da mesma forma que se interessa por futebol"
Ser mascote é amar incondicionalmente o universo dos esportes!
Ser mascote em primeiro lugar é saber respeitar todos os filhos das torcidas do mundo!
Ser mascote é deter o domínio de nunca deixar a tristeza se criar dentro de nós.
Pois, oque ecoamos reflete em nossas torcidas.
E em nosso destino de mascotes, devemos estar sempre ecoando alegria, mesmo nas derrotas de nossa pátria esportiva.
Pois, os Deuses dos esportes nos ofertaram a dadiva de poder ver de dentro de nossas fantasias a alegria de nossos ídolos e torcidas ecoarem suas vitorias!
Mas, os Deuses dos esportes em suas sabedorias, nos empoçaram também de sorrimos mesmo com as dores das derrotas.
Nós mascotes detemos a sinergia de levantar milhares de torcedores rumo à motivação de empurrarem nosso time do coração rumo à virada histórica!
Pois nossas fantasias são na verdade nossas armaduras empoderadas da sinergia de amor aos esportes.
Ser mascote na realidade é ser o verdadeiro ELO entre os ídolos e as massas torcedoras.
Enquanto os jogos escrevem seus poemas, nós mascotes conseguimos ver os semblantes de alegrias, apreensões, tristezas, entusiasmos e outros milhares de sentimentos que nossas torcidas fazem fluir enquanto o relógio crava o tempo.
De dentro de nossas fantasias também podemos ter a oportunidade de ver nossos atletas sendo empoderados de suas conquistas únicas!
Nós mascotes somos únicos, e quando convocados para expandir a emoção das massas sorrimos em nosso anonimato!
Somos amados, mas nunca poderemos mostrar nossas faces, pois assim a magia ira acabar!
Ser mascote é sorrir feliz de dentro de uma fantasia a mais de 45 graus de temperatura.
Ser mascote é ser feliz encharcado com a chuva (enviada pelos desuses dos esportes) que cai durante as partidas.
Ser mascote e passar frio e saber se aquecer com o calor vindo da massa torcedora.
Ser mascote é saber respeitar a zoação das torcidas rivais e nunca revidar, mas sim saber levar na esportiva as ofertas dos campos que visitamos.
Mascotes é na realidade a sinergia que os Deuses dos esportes empoderam para fazerem os jogos serem mais alegres a todos.
Não somos os bobos da corte, mas somos sim, a correria que sonha ver todos sorrirem enquanto os jogos escrevem suas historias.
Somos assim, meros mascotes, mas somos a representação em carne, osso e fantasia dos símbolos que representam milhares de massas torcedoras pelo mundo.
Pois somos filhos de uma paixão única, que ecoa todos os sentimentos humanos quando o universo dos esportes pulsa vida.
Somente quem foi e é mascote poderá entender minha palavras escritas aqui nesse texto...
Namaste a todos!
Sullivan Mascote
