Frases que Falam do Tempo

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A paciência é o tempo que Deus te dá para que você se prepare melhor.

É uma perda de tempo esperar a aceitação integral de quem só consegue conceber a vida e as pessoas em fragmentos.

Desperdiçamos o tempo vital na engenharia impossível de forçar a vastidão da nossa alma nos compartimentos estreitos alheios.

O tempo é uma serpente que leva a gente pro fim da vida, rastejando silenciosamente e devorando todos os nossos dias.

No espelho dá para ver ele corroer e deixar feridas, pois o tempo não cura tudo, apenas registra as batalhas que perdemos.

O tempo cura, mas só depois de exigir a sua paciência bruta e a sua reconstrução ativa e dolorosa.

O tempo não volta, mas a lição que ele nos deu pode ser aplicada com juros de sabedoria a cada novo despertar.

O tempo é o único mentor implacável que não mente e não negocia a velocidade da lição.

O tempo não apaga a memória, mas ensina a conviver com a ausência sem perder a urgência do presente.

O tempo é o rio, e nós somos a margem, vendo tudo passar sem poder voltar.

O tempo desmancha a forma, mas preserva a essência do que foi bonito entre nós.

O tempo não para, ele apenas se curva diante de uma verdade profunda.

A saudade da simplicidade é o luto por um tempo em que os problemas eram menores que a inocência.

O tempo é o artesão que transforma a dor bruta em sabedoria lapidada.

A saudade é a prova de que o tempo anda para trás, ao menos na memória.

A contemplação é o ato de dar tempo à alma para que ela possa respirar.

O tempo não cura tudo, o tempo apenas ensina a conviver. Ele põe a ferida em nível com o cotidiano. Não apaga a dor, a integra como móvel da casa. E eu reorganizo a vida em torno desse novo móvel. Conviver é aprender a dançar com o incômodo sem tropeçar.

O tempo de dor é o tempo de semeadura. Continue trabalhando no silêncio, a primavera chegará.

O pedido de tempo não é um hiato, é uma confissão: o desejo de afastar a vulnerabilidade antes que ela se torne um argumento de separação. É a fuga estratégica da intimidade que nos desnuda, deixando apenas o eco da pergunta: quem está fugindo de quem?

Todos clamam por um tempo a sós, um ritual sagrado para recalibrar a alma e reajustar o mapa interno. Mas há uma linha tênue entre o cuidado e a autossabotagem, o isolamento excessivo não cura, apenas congela a ferida e nos faz esquecer que o calor nasce do atrito de duas presenças.