Há certa sonolência na sociedade: pessoas vagam numa espécie de sonambulismo desperto; em sono profundo, embora de olhos abertos. É o teatro da vida, com o livre-arbítrio ensaiado. Cada personagem com sua máscara.
Vivemos entre despertos adormecidos. Pessoas caminham em sonambulismo consciente, num sono de olhos abertos. O palco segue montado; o "livre-arbítrio" é o roteiro. Restam as máscaras.
Pessoas magoadas e com raiva são piores que facas... Elas falam o que bem entendem pra tentar se sentir melhor, mas não sabem o quanto ferem aqueles que ouvem...
Isabela Nogueira