Frases para o Mentiroso
Eu gosto dela,
Ela diz que gosta de mim...
Por que não estamos juntos?
Simples, minha conta bancária ainda não encheu o coração dela de amor...
Ninguém disse que ouvir a verdade era fácil. Verdades foram feitas para machucar. A verdade dói? Pois prefiro a dor, do que viver em cima de mentiras.
Quando suspeitamos que alguém mente, devemos fazer-nos de crentes: ele então torna-se ousado, mente com mais intensidade e se entrega.
Você mentiu olhando nos meus olhos e sorrindo! Achou mesmo que um dia eu voltaria a acreditar em algo que envolvesse você?
Cuidado com a Síndrome de Lucifer!
DENEGRIR o que não se pode possuir, NEGAR o que não se quer compreender, DIFAMAR o que se não quer submeter, CRITICAR por inveja o que não quer honrar.
O pior tipo de pessoa, é a dissimulada, ela mente bem, e pior, mente olhando no fundo dos seus olhos. Não é fácil identificar, mais se conseguir, a mantenha o mais longe possível da sua vida.
Existem 2 tipos de pessoas: As que não confiam em ninguém, porque já foram enganadas, e existem as que não confiam em ninguém, porque são elas que enganam.
"...todos tem algo que amam, algo que não querem perder nunca.
Por isso eles fingem. Por isso escondem a verdade. Por isso mentem.
Mas... o maior mentiroso de todos... era eu."
Tive vergonha de mim próprio quando percebi que a vida é uma festa de máscaras e participei com meu verdadeiro rosto.
É melhor que soframos rejeição pregando a verdade do que sermos aceitos através da pregação da mentira.
Jamais podemos deixar que as mentiras alheias deste mundo confundam as verdades divinas que Deus deseja inserir em nós.
Por que coisas ruins sempre acontecem com pessoas medíocres que estão mentindo sobre suas identidades?
Hoje assim que abri meus olhos fui atingido pela saudade que acabou me lembrando de você e de todas as coisas que você me prometeu,e mesmo que isso doa,eu tenho que aceitar que você não passava de um mentiroso!
No mundo realmente invertido, o verdadeiro é um momento do falso (DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997. p. 16)
