Frases para Alguém que eu Odeio

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“Enquanto houver alguém esperando justiça, o Direito ainda terá uma razão para existir.”

Todo direito que recebemos gratuitamente foi pago, em algum tempo, pelo sacrifício de alguém.

Antes de condenar alguém, lembre-se de que também é humano aquele que julga.

A banalidade do mal começa quando alguém substitui consciência por obediência administrativa.

Uma instituição saudável precisa permitir que alguém diga: “Este procedimento está errado”.

Quem exerce autoridade sobre alguém deveria lembrar que também responderá moralmente pelo modo como exerce esse poder.

A autoridade jurídica não torna alguém moralmente superior àquele que está sendo julgado.

O cárcere pode retirar a liberdade de alguém sem retirar sua possibilidade de mudança.

A intolerância nasce quando alguém acredita possuir autoridade suficiente para negar ao outro sua humanidade.

A justiça não deve perguntar apenas o que alguém merece pelo passado, mas também o que a sociedade pode fazer para que o futuro seja diferente.

Perdoar alguém não significa negar sua responsabilidade; significa recusar ao passado o direito de governar eternamente o futuro.

Uma consciência livre não precisa negar Deus para recusar que alguém fale em Seu nome.

Quando não sabemos por que existimos, é tentador imaginar que alguém, em algum lugar, sabe.

A dúvida não destrói o sagrado; ela apenas impede que alguém transforme sua interpretação do sagrado em instrumento contra a liberdade alheia.

"Se alguém te convence a acreditar em absurdos, te convence a cometer atrocidades em nome de um mistério que ninguém decifrou."

Mostrar que alguém está errado não significa necessariamente colocá-lo diante da verdade.

A liberdade não desaparece quando alguém nos convence; começa a ser juridicamente inquietante quando já não conseguimos perceber quem conduziu nossa escolha.

Toda comunicação escolhe o que iluminar; o poder começa quando alguém passa a escolher também o que os outros não conseguirão enxergar.

O algoritmo não precisa ordenar que alguém pense; basta organizar o mundo que essa pessoa verá antes de pensar.

Conhecer a vulnerabilidade de alguém produz poder; transformar essa vulnerabilidade em instrumento de exploração produz responsabilidade.