A vida pode ser comparada a uma fumaça que perfuma a felicidade efêmera, desprovida de substância eterna, e que é repentinamente dissipada pelo vento do esquecimento, conduzida pelo sopro do julgamento divino.
A felicidade plena só é alcançada quando todas a formas de amor nos são correspondidas. Um coração ocupado sempre terá gratidão pelas chances concedidas.
A felicidade não precisa de permissão quando permanece num lugar especial em nossos corações. Podemos até o fechar, mas sempre terá alguém com livre passagem.