Indiretas para ex: frases para quem não te valorizou

⁠Se eu não chorar de alegria,
de tristeza é que não vou chorar,
não deixo que se nuble o meu dia,
Deus há de me abençoar !

⁠Se alguém que você ama decide partir, não se prenda à tristeza. Deixe que vá. O tempo tem uma maneira sutil de revelar verdades, e se houver arrependimento, ele não será seu. Quem soube amar de verdade nunca carrega o peso da dúvida, apenas a paz de ter feito o que podia.

" Muitos acreditam que vencer é sufocar a tristeza. Entretanto, algumas das maiores reconstruções interiores começaram exatamente no instante em que alguém deixou a lágrima terminar o seu percurso. "

Senti a tristeza e a dor. Foi por amor. Tudo é por amor.

Quando o amor não é de mentira
Se a tristeza está na festa
Ele chega ela se retira

A tristeza e a solidão desejam engolir as almas daqueles que desistiram; isto acontece quando os mesmos deixaram de acreditar mas, a vida ainda não os abandonou.

Um toque de afeto
pode abrir janelas
que a tristeza trancou.

O sol se pôs atrás dos prédios
Passou uma moça com tristeza nos olhos
Será que é o medo do futuro?
Ou será que é a esperança do presente?

Às vezes sinto uma tristeza profunda. É uma tristeza que não há explicação. Enquanto as lágrimas teimam em cair, eu as retenho para que a alegria tome conta do instante.

Não se entregue a tristeza,
E nem se atreva a chorar
Quem não gosta de você
Amaria festejar,
O pranto que empataria
A sua luz de brilhar!

Na solidão eu mastigo a dor, bebo a tristeza e viro Pauleremonopsicofilosofante: filho da ALFONSINA que não afunda.

Sou Pauleremonopsicofilosofante: na dor aprendi, na tristeza cresci, na solidão venci. Filho do mar, mas eu não me afogo.

Não sou cópia. Não sou eco.
Sou Paulo Macaia:
Na dor eu não fugi, na tristeza eu não calei, na solidão eu me achei.

Dor é escola. Tristeza é tinta. Solidão é casa.
Alfonsina Buconzo Ngoio é mãe. Eu sou outro.
Não confunde. Meu nome não é sombra. É raiz, raiz de Paulo Macaia Poba, meu pai, meu chara e meu Deus na Terra.

Meus professores não tinham nomes gentis, foram a tristeza, o sofrimento e a incerteza. Nunca fui um bom aluno, por isso ainda tento decifrar suas lições.

A tristeza é o adubo necessário para que a alegria floresça sem ser superficial.

A tristeza tem territórios que eu ainda não visitei. Vou a pé, com uma lanterna de medo e coragem. Algumas ruas são estranhas e pedem licença para entrar. Outras me reconhecem e me oferecem cadeiras antigas. Sento-me e descubro que conversar com a dor é arte.

A tristeza é uma cor que combina com tudo o que eu escrevo, um pigmento que extraio das sombras que o sol projeta quando decide se pôr cedo demais. Não busco o arco-íris, busco a gradação de cinzas que existe entre a dor absoluta e o alívio de um sono sem sonhos.

A tristeza profunda tem um peso gravitacional que atrai todos os outros sentimentos para o seu centro, transformando alegria em ironia e esperança em cansaço. É preciso muita força centrífuga de vontade para não ser engolido por esse buraco negro que carregamos no peito.

A tristeza é um mar calmo onde a gente pode afundar sem fazer barulho, deixando que a pressão da água nos abrace até que não sintamos mais o frio da superfície. É um refúgio perigoso, um abraço de ferro que nos protege do mundo ao custo de nos tirar o ar.