Frases sobre Eu Interior
Balainha
Lutam comigo
e eu nem sei porquê,
Não me meto
na vida de ninguém,
Já que com você
não posso dançar
a Balainha,
Resolvi escrever
poesia porque arcos
de flores não posso fazer.
Fandango Quilombola
O meu sangue é
Quilombo Fandango,
é por isso que eu canto,
sigo dançando
este Fandango Quilombola
e faço questão
de esquecer até da hora.
Poço
Quando preparo o Chimarrão
com o Mate eu faço o Poço,
Quem conhece a vida
sabe que mais cedo ou mais
tarde para tudo tem troco,
Por isso não me permito
me render ao desgosto.
O Quindim até parece
contigo e a História
dele eu conheço,
Você é tão doce
que posso também
de meu dengo,
Quanto mais te vejo
mais te desejo.
Eu sou brasileira
o chá que bebo é
o chá dos povos,
o chá do pajé,
o chá do quilombola,
o chá da imigração,
o chá da rezadeira
benzido de coração.
Um Mate bem fresquinho
para fazer um
Chimarrão Escavado
faz com que eu
reflita o seguinte
que todo aquele
que se apresenta
com a cabeça no passado
não vale o tempo esforço
para se tornar o meu amado.
Tenho orgulho de ser brasileira e se eu nascesse de novo e de novo, pediria a Deus para voltar como brasileira. Nada o quê fazem contra o meu país desfaz o meu sentimento.
Pode cair o mundo,
a minha cabeça
jamais eu mudo,
A minha Cuia é
amor absoluto
que sempre
tem que ser feita
com Porongo,
Pode vir com ouro
que eu recuso,
A Cuia de Porongo
é o meu verdadeiro luxo.
Havaneira Marcada
O ritmo da Havaneira Marcada
de longe eu reconheço,
Estar ao seu lado é o meu desejo,
Vou te ensinar como dança
e depois você vai me dar um beijo.
Se eu fosse um poeta, teria aprendido estar sempre, em solta liberdade, a navegar entre as nuvens, a sonhar, a amar e a voar.
Se eu vou beber a água do rio, por que estou com sede e chegando lá, encontro um diamante. Não devo vender barato por que nada me custou, devo vender pelo valor mais alto e separar dez por cento para saciar a sede dos que tem sede.
Eu sou bem menos do que muitos imaginam, eu sou verdadeiramente pequeno e sei muito pouco de tudo, frente a um mundo moderno de aparências digitais, onde a maior parte da humanidade optou escandalosamente e vergonhosamente, não ser nada.
Na verdade, eu não sou mais que ninguém, nem muito menos também. Sou do tamanho exato de todo bem que pude fazer e fiz, e busco com meu espirito livre, transmutar as desigualdades, colorir a vida e ser feliz.
Ainda que eu não possa ter a Graça de vê-la Nu@ de preocupações, os olhos da minha Alma lacrimejam de Alegria e Gratidão por vê-la vestida de Sorrisos.
Que eles sejam sempre a sua segunda pele!
À Estimada prima, Valdirene!
Às vezes eu também tenho a oportunidade de dar o troco, mas a paz que habita em mim não me permite.
