Frases sobre Eu Interior

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Eu não pensei no agora e joguei fora quem me amou, e o peso desse arrependimento é o mais difícil de carregar.

Em vão eu vou carregando o peso dos anos acumulados, se não transformarmos a experiência em aprendizado para os outros.

O crescimento exige que você se despeça do "eu" que servia aos outros e abrace o "eu" que se basta.

As expectativas alheias são roupas emprestadas, não servem, apertam e sufocam o seu verdadeiro eu.

O verdadeiro renascimento exige que você queime a ponte que o ligava ao seu "eu" de ontem.

O silêncio me ensinou mais do que mil conselhos, Nele eu ouvi o eco das minhas verdades escondidas, os ruídos da alma só se calam quando são encarados, e hoje não temo mais minhas sombras, eu converso com elas até que se tornem luz.

Perdi versões de mim que eu nunca recuperarei, e agradeço por isso, eram versões fracas, hoje caminho com mais precisão, sei onde piso e por que piso, minha vida finalmente tem direção.

A vontade de desistir é um animal que aparece ferozmente. Eu o observo, ofereço água e digo seu nome. Nomeá-lo enfraquece o monstro e devolve-lhe forma humana. Com isso, a desistência perde parte de seu reino. E eu continuo, passo a passo, com pés que querem aprender.

Eu carrego uma coragem disfarçada, que só aparece quando tudo desaba, é ela que me puxa pelos cabelos da alma e me obriga a tentar mais uma vez, e é por isso que nunca paro.

A saudade existe porque a alma não
esquece o que foi verdadeiro, ela dói, mas também afaga, e eu aceito essa dualidade
com maturidade, pois amar sempre
deixa marcas.

A fé não resolve tudo, mas resolve o que mais importa, a guerra dentro de mim, sem ela eu já teria desabado, com ela eu renasço.

Eu me reconstruí tantas vezes que já sei montar meus próprios escombros, sou especialista em renascimentos, e isso me dá orgulho, viver é arte contínua.

Os outros enxergam a superfície, só eu conheço o terremoto interno. E é no tremor constante que descubro minha real resistência. Pois quem treme, vive. E quem vive, formula sentido até no abismo.

Alguns chamam de trauma, eu chamo de origem. É do caos que brotou meu senso de direção. Do sofrimento veio a lucidez, da rejeição veio a fome de existir. E da dor, uma estranha forma de fé.

Eu caminhei sozinho por ruas estreitas, sentindo o frio e a umidade sob o halo da lâmpada, buscando fugir dos sonhos inquietos

Aos tolos, eu gritei que não sabem que o silêncio cresce e se espalha de forma destrutiva, como se fosse um câncer social.

Eu vivo. Isso é o bastante para um poeta cujo ofício é transformar a dor em beleza.

A luz que espero não é a do sol, mas a que brilhará no momento em que eu te fizer minha.

A noite cultiva jardins de pequenos remorsos. Cada um deles é uma flor que não se abre. Eu passo os dedos e sinto pó de saudade. Há um perfume que lembra promessas quebradas. E continuo a regar o que não floresce apenas por costume.

A esperança, às vezes, é um fósforo mal aceso. Basta um sopro e ela some, mas volta a arder. Eu coleciono fósforos na caixa do costume. Quando a noite aperta, acendo como quem pede socorro. E a chama pequena faz todo o caminho parecer possível outra vez.